Quarta-feira, 11 de Julho de 2007

Desporto Motorizado - Circuito Boavista

Circuito Boavista: Soltas - 5ª Feira

Apinhado até dizer chega, o Paddock do "Racing Festival do Porto" viu a chegada da caravana nacional, os briefings e as primeiras verificações técnicas e documentais - um corrupio de pessoas no dia em que se finalizaram os preparativos, tantos para concorrentes, como para a própria organização.

O Circuito da Boavista abriu pela manhã, com os primeiros treinos livres do Campeonato Nacional Clássicos Velocidade 1300. As duas corridas do fim-de-semana estavam agendadas para as 18h10 e 19h05, a primeira, do CNVC 1300 com 20 minutos de duração, e a segunda, do Campeonato Nacional de Velocidade Clássicos, com 25. Os pilotos dos clássicos apenas correram na 6ª Feira e no Sábado. Também houve teste para o Mundial de Turismo e treinos livres para a International Formula Master, SuperCopa SEAT Léon e CNV/PTCC.

Carros foram à cidade:
Uma delegação das principais marcas que disputam o FIA WTCC estiveram à tarde na Praça General Humberto Delgado, local escolhido para colocar os bólides em exposição, enquanto os respectivos pilotos foram saudados pelo Presidente da CMP, Dr Rui Rio, e pelo Vereador da Cultura, Turismo e Lazer, Gonçalo Gonçalves. A delegação foi composta pelos pilotos Tiago Monteiro e Jordi Gené (SEAT), James Thompson e Olivier Tielemans (Alfa Romeo), Alain Menu e Robert Huff (Chevrolet) e Augusto Farfus (BMW). Esta sessão promocional atraiu alguns media.

Traçado aprovado:
O inspector da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) aprovaram, após as necessárias verificações, o traçado do Circuito da Boavista. O traçado tem um perímetro de 4.720 metros, o que representa um acréscimo de cerca de 300 metros em relação ao que, há dois anos, acolheu as provas do Grande Prémio Histórico do Porto, que marcaram, aliás, o renascimento de um circuito internacionalmente emblemático nas décadas de 50 e 60.

Sala de controlo com 14 câmaras:
O apelidado de "Paddock técnico" conta também com uma sofisticada sala de controlo da prova, equipada com 14 câmaras vídeo: 10 móveis e 4 fixas. Estas, para além de fornecerem uma panorâmica total do circuito, estão preparadas para fazerem a gravação integral de tudo quanto lá ocorra.

TV em ordem:
O Eurosport tem 22 câmaras espalhadas pelo traçado do Porto. Tudo OK, no que a isto diz respeito.

Comissários em bom número:
Amanhã, na pista, estão instalados 36 postos de vigilância, que serão ocupados por cerca 144 comissários, enquanto no radar de velocidade das boxes estará um "staff" mais reduzido, que integra 15 pessoas. Hoje, ao final da tarde, a ACDME reuniu as suas "tropas" no Hotel Ipanema Porto para um Briefing antes do grande evento.

Hoteis com casa cheia: 
Foi praticamente impossível arranjar uma cama de hotel na cidade Invicta. Segundo números, o total de quartos reservados em hotéis de cinco, quatro e três estrelas será de cerca de 3500. Quem quiz pernoitar para assistir ao evento teve escolher hotéis nas cidades vizinhas.

Paddock a abarrotar:
O Paddock esteve cheio. Desde o início da semana que os cerca de 140 camiões (...e atrelados) das equipas e dos patrocinadores equipados com a mais avançada tecnologia e que, por si só constituem um forte atractivo, não só pelas suas dimensões, como pelo aparato das suas diversificadas potencialidades, montaram a tenda no Queimódromo. São autênticas casas e restaurantes ambulantes, com esplanadas e até com pavimentos exclusivos. A chegada da caravana nacional provocou o caos na Circunvalação, criando enormes filas de trânsito.

Novos locais de venda:
Os bilhetes têm sido vendidos a um bom ritmo. Como tal, a organização decidiu abrir mais dois postos de venda, um na Avenida de Montevideu, junto à Rotunda do Castelo do Queijo, e outro na Estação de Metro da Trindade.

S.Conrado dá show:
A S.Conrado teve dois carros para fazer voltas promocionais durante os tempos mortos do evento. Das garagens do clã Petiz vai sair o ruidoso BMW M3 e o mais "calminho" BMW 320d. O conhecido concessionário da cidade patrocina igualmente nesta prova o BMW 320si de César Campaniço, um dos grandes favoritos à vitória nas corridas do CNV/PTCC.

Mais alterações na IFM:
A ISR Racing conseguiu encontrar um piloto para ocupar o lugar de Maximilian Göetz. No lugar do alemão estará o jovem checo Erik Janis que corre no Skoda Challenge do seu país e que é apoiado pela federação checa. Por seu lado, o Team Soderman Finland não deverá estar à partida, pois o nórdico Sami Isohella não conseguiu encontrar apoios para ultrapassar a dificuldade financeira em que se encontrava a pequena equipa finlandesa desde a sua formação.

Red Bull F1 de 12 a 15:
Entre 12 e 15 de Julho o monolugar de Formula 1 da Red Bull vai "dar asas" pelas ruas da cidade, inserido no Grande Prémio Histórico do Porto. Com Filipe Albuquerque, infelizmente, "preso" com a corrida das World Series by Renault na Hungria, o sul-africano Adrian Zaugg irá ocupar o seu lugar nas exibições nas ruas da Invicta. No dia 12, o monolugar estar em exposição na Câmara Municipal do Porto e no dia seguinte segue para o Paddock. Dias 14 e 15, o carro desenhado por Adrian Newey andará no Circuito do Porto.

Sérgio Fonseca com A.I.      Fotos: CMP, Digimotores.pt e Red Bull Racing

Circuito da Boavista: Soltas de um fim-de-semana

Fantástico!
O fim-de-semana não correu bem, as falhas foram muitas e mais do que o esperado ou até aceitável, mas temos de reconhecer que foi fantástico o que se viveu nestes três dias no Circuito da Boavista. A vinda de uma competição mundial para as ruas do Porto, um paddock ao melhor nível com um ambiente espectacular e com os melhores recheios possíveis (recheios para todos os gostos...) um fim de semana de sol e algum vento (ok, no Domingo o vento já chateava), e bastante adrenalina em pista (quando os acidentes permitiam), foram os ingredientes para o WTCC no Circuito da Boavista. No global foi espectacular, apesar das falhas, afinal tratava-se tão só do Campeonato Mundial de Turismo e isso só por isso já era (e foi) garantia de espectáculo dentro e fora da pista.

Foto: Jorge Caldeira Eficiência dos comissários
Os multiplos acidentes colocaram à prova por diversas vezes os comissários da ACDME, gente que é reconhecida internacionalmente pela sua elevada eficiência, mas que desta vez tiveram uma actuação abaixo do que é habitual. A falta de reboques e falta de gruas criou atrasos lamentáveis na actuação dos comissários para removerem carros da pista, com o caso mais critico a acontecer na primeira corrida do FIA WTCC onde foram necessárias 6 voltas para remover dois carros na curva antes da entrada da Circunvalação.

Piso traiçoeiro
Apesar de apenas parte do traçado da Boavista ter recebido novo asfalto, falamos especificamente da Circunvalação e da nova zona da Rua da Vila Nova, a verdade é que o piso do Circuito da Boavista se revelou extremamente traiçoeiro ao longo de praticamente todo o fim de semana. Isto ajuda a explicar o elevado número de acidentes que não se deveram apenas a excessos dos pilotos. A opinião era unanime, as condições de aderência chegavam a mudar de volta para volta, uma travagem era feita com aderência numa volta, mas na volta seguinte o carro já "bailava" no mesmo local ou até pura e simplesmente deslizava. O pior dia terá sido mesmo 6ª Feira devido à elevada temperatura. Aqui o factor sorte acabou por ter uma importância superior ao normal.

A Pista
Olhando para o traçado da Boavista e para o que se havia passado em 2005, era quase óbvio concluir que ultrapassar não seria uma tarefa fácil. Não abundam os pontos de ultrapassagem, porque também não abundam as longas travagens para curvas lentas ou travagens em zonas largas. A chicane das boxes revelou-se problemática, a sua eliminação evitaria acidentes e permitiria aos pilotos chegarem à rotunda de Matosinhos mais depressa e logo com uma travagem maior, mas com o perigo de fazerem a ultima curva a seguir às boxes a mais de 200km/h. A FIA impôs esta chicane para cortar velocidade aos monolugares da International Fórmula Master, mas no final do programa havia dentro da FIA quem defendesse que sem esta chicane tudo teria sido mais fácil. A sugestão de eliminar a chicane era defendida por muitos dos intervenientes que estiveram em pista. Outra sugestão é a criação de um gancho no alto da Avenida da Boavista. Na chicane desta avenida, após flectirem às esquerda os concorrentes flectiriam novamente à direita e mater-se-íam nessa faixa até à viragem à esquerda para a Avenida do Parque. Essa curva deixaria de ter 90 graus e passaria a acontecer 200 metros à frente mas em forma de gancho com os concorrentes a voltarem para trás e entrarem de seguida à direita na Avenida do Parque. Criar-se-ia uma enorme travagem com grandes possibilidades de ultrapassagem.

Horários e programa
O maior fracasso deste Circuito da Boavista foi o programa delineado para o fim-de-semana. Existe o ditado "mais olhos que barriga" e aparentemente foi isso mesmo que aconteceu com a Talento. Um número excessivo de competições deixava adivinhar problemas em caso de atrasos por acidentes em pista, com a agravante de que WTCC e a IFM têm horários inalteráveis devido aos compromissos televisivos. Quem saiu a perder foi principalmente quem pagou (e bem) para correr, além de quem andava no circuito que nunca sabia qual o horário em vigor tantos eram os aditamentos que saiam. No Domingo o programa era realista e tudo correu sem problemas. No fim de semana de históricos as competições também são excessivas, mas pelo menos o nível competitivo é inferior e não se esperam tantos acidentes, mas não deixa de ser também um risco por se ter "mais olhos que barriga".

Os atrasos
Tanto o programa de 6ª Feira, como o de Sábado começaram com atrasos. No primeiro dia, a Policia não fechou todos os acessos à pista e só passado duas horas é que conseguiu "remover" todos os transeuntes de dentro do circuito, num começo com o pé esquerdo. No segundo dia, o programa retardou devido à neblina habitual na zona da Foz fez-se sentir, num dia em que a organização do evento tinha marcado o treino de qualificação dos monolugares da IFM para as 8h00.

Muito público
Segundo os primeiros dados oficiais, estiveram presentes no Circuito da Boavista 47 mil espectadores com bilhete, estimando-se que as zonas livres tenham albergado mais de 65 mil, o que perfaz um total de mais de 112 mil pessoas. Contudo, houve bancadas vazias, principalmente aquelas que não foram correctamente colocadas, que davam uma má imagem televisiva do evento portuense.

Desorganização nos acessos
Os acessos ao Circuito da Boavista, e referindo-nos à zona do paddock e boxes, demonstraram um recuo em relação a 2005. A coordenação policial deixou bastante a desejar, tanto se podia passar como já não se podia passar, não se podia estacionar junto a veículos que já estavam estacionados...as acreditações umas vezes davam acesso e outras não davam, parecia depender um pouco da hora do dia e do critério da pessoa. Mas a "cereja em cima do bolo" foi mesmo as multas de estacionamento que as autoridades de Matosinhos decidiram aplicar na 6ª Feira, apesar de terem recuado nessa atitude a imagem da autoridade ficou manchada com uma notória "caça à multa". Convém também referir que a ponte pedonal de acesso foi misteriosamente fechada às 20h30 de Sábado... durante 10 minutos só foi permitida a saída de pessoas do circuito havendo ordens para não entrar mais ninguém! Às 20h40 alguém percebeu o rídiculo da situação e lá se abriu a entrada, até porque ainda faltavam duas corridas.

Estacionamentos
Gerir os estacionamentos num circuito citadino é tarefa árdua quando o espaço não abunda, mas este circuito não merece nota tão boa como há dois anos. Apesar da Talento ter criado um serviço de "shuttles" entre o Hotel Sheraton e o circuito, foi visivel a necessidade de mais espaço para estacionamento para quem tinha de trabalhar na zona do paddock, até porque às 22h de Sábado ainda se trabalhava no Paddock mas já não havia "shuttles". Em 2005 foi utilizado um terreno frente às boxes que albergou centenas de viaturas, apesar deste ano apenas parte desse espaço estar livre, estava vedado o seu acesso. Será que as entidades privadas não colaboram ou as publicas não pedem colaboração?

Ataque dos "Vampiros"
O "Vampiros" da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) e da Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM) quiseram marcar presença no evento. A ASAE apareceu logo nas 6ª Feira, enquanto os oficiais ANACOM deram sinais de vida no sábado e no domingo, devido ao uso indevido de frequências rádio. Algumas das equipas da International Formula Master (IFM) que não pagaram a devida taxa, não puderam utilizar os sistemas de rádio no domingo.

Porto versus Matosinhos
Infelizmente o Circuito da Boavista por vezes é uma boa arma de arremesso politico. Em 2005 foi-o mas este ano nem tanto. O que ficou visível foi algum desconforto entre Matosinhos e o Porto. O Circuito da Boavista entra na periferia de Matosinhos e é uma inquestionável mais valia para a cidade portuária, mas na autarquia local deve existir quem não pense assim. Para além de algumas declarações antes da prova em relação aos trabalhos feitos na Circunvalação, um acordo que existiria para ocupação do parque de estacionamento Matosinhos Sul terá sido quebrado. Tudo isto para além das já atrás referidas multas de 6ª feira. Num evento deste envergadura todos se deveriam unir em torno do mesmo, mas infelizmente é mais fácil colocar "areia na engrenagem" do que trabalhar para o bem comum.

Nevogilde não quer saber...
João Luís Rozeira, o presidente da Junta de Freguesia de Nevogilde, da mesma cor partidária de Rui Rio, disse que a sua freguesia em nada lucra com o evento, sendo que nos dois fins-de-semana são afectadas 150 famílias residentes na zona e mais 50 famílias moradoras na freguesia de Aldoar. João Luís Rozeira enalteceu, contudo, que a Câmara do Porto tenha reservado zonas de estacionamento para os moradores que não poderão chegar com os automóveis às suas garagens, e que tenha assegurado um serviço de mini-bus. Estes autocarros transportaram e irão transportar gratuitamente as pessoas que não se poderão deslocar de e para as suas casas nos seis dias das corridas. O autarca afirma que o impacto para a imagem da freguesia não é nenhum, porque se trata do Grande Prémio do Porto e não da freguesia de Nevogilde, mas salientou que o evento é muito participado e acarinhado pela população local.

Circuito da Boavista vale o dobro do Rali de Portugal?
De acordo com um estudo elaborado pelo CEPESE (Centro de Estudos da População, Economia e Sociedade), da Universidade do Porto, os eventos do Circuito da Boavista (WTCC e Grande Prémio Histórico), vão ter para a Área Metropolitana do Porto, um impacto económico e de retorno de superior a 50,5 milhões de euros. Recorde-se que a edição de 2007 do Rali de Portugal terá tido um impacto positivo de cerca de 27,6 milhões de euros na economia do Algarve, de acordo com uma previsão da Universidade do Algarve.

Paddock renovado
O queimódromo surgiu totalmente renovado com boas estruturas de apoio às equipas e um novo piso. Este facto mereceu elogios das equipas estrangeiras que consideraram ser um excelente espaço para o que é habitual num circuito citadino. O espaço abundava permitindo a montagem de toda a "tenda" que anima os paddocks do WTCC e levando os envolvidos a esquecerem-se que estavam dentro de uma cidade. Para além do novo piso, a Câmara Municipal do Porto abriu uma avenida em asfalto que vai da zona Oeste do recinto até junto à rotunda de Matosinhos. Esta avenida foi feita a pensar na "Red Bull Air Race" que terá lugar em Setembro na invicta e que terá como pista de aterragem / descolagem este mesmo local.

Pilotos enganados
Os pilotos do CNVC e do TNC têm toda a razão para se sentirem enganados. Pagaram a inscrição mais alta do ano e viram as duas corridas serem reduzidas a uma nulidade. A primeira corrida teve 9 minutos de duração, a segunda corrida disputou-se de noite e onde apenas fizeram 4 voltas competitivas, já que à 5ª volta entrou os "Safety Car" para assegurar o tempo restante em ritmo de passeio. Antes da partida desta corrida os pilotos fizeram um abaixo assinado para que a mesma passasse para o final da tarde de Domingo, mas o pedido não foi satisfeito. Se o alto preço da inscrição era justificado pela visibilidade das duas corridas, essa visibilidade não aconteceu, logo a justificação para a inscrição inflaccionada cai por terra.

Corrida nocturna
Foto: Nuno Castro Corridas de automóveis à noite em Portugal são algo que não existe, ou pelo menos não deveria existir, mas a verdade é que tal aconteceu na corrida de clássicos que encerrava o atribulado e lotado programa do dia de Sábado. Com partida depois das 21h00, era com curiosidade que se aguardava o seu desenrolar, pois a luz mais forte que existia era a dos postes publicos ou a dos farois dos veiculos (os que os tinham). Como as "barchettas" não posuem os ditos farois, a aproximação destes veículos rápidos poderia passar despercebida a uma olhada pelo retrovisor, a entrada do "Safety-Car" foi a atitude mais sensata. A última vez que tivemos uma corrida assim foi em 1991 no Circuito de Vila do Conde, a corrida do Troféu BMW foi disputada de noite e de farois acesos. Na altura um programa bastante apertado e muitas paragens por acidentes foram a razão de tal acontecimento.

De Macau até à Boavista
Treze membros da Comissão do Grande Prémio de Macau deslocaram-se a Portugal para ver o evento nacional. Ninguém da organização do ex-território português a Oriente foi convidado a colaborar na prova lusa, algo que não acontece na prova macaense, aonde o ACDME conserva uma presença simbólica. Os macaenses gostaram do que viram no Porto e um dos membros confessou-nos que a prova portuguesa lhe fazia lembrar o G.P. Macau na década de 80, mas no bom sentido.

Super Colciago
O italiano Roberto Colciago foi o homem do dia de sábado do FIA WTCC, mas pelas piores razões. O piloto da SEAT Sport Italia foi o mais rápido da Taça dos Independentes, mas terminou a sessão de qualificação na traseira do BMW 320si de Félix Porteiro, num aparatoso acidente. Este acidente valeu a Colciago foi acusado de não ter respeitado bandeiras amarelas, ter provocado uma colisão desnecessária e por ainda ter ido pedir explicações ao adversário. Isto tudo, valeu-lhe uma multa de 3500 Euros e dez lugares de atraso nas grelhas de partida de sábado e domingo da prova de Anderstorp. A equipa apelou.

José Ant. Marques / Sérgio Fonseca    Fotos: Jorge Caldeira, Nuno Castro e FIA WTCC
in www.sportmotores.com
publicado por paulozananar às 16:56
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