Terça-feira, 13 de Março de 2007

Desporto Motorizado - CNR: Pedro Meireles adquire Impreza de Miguel Campos

Foto: Nuno CastroPedro Meireles adquiriu subaru impreza N12 ex Miguel Campos com vista a sua participação nas restantes provas do Campeonato Nacional de Ralis 2007.

Com esta aquisição o piloto reune condições para lutar pelos lugares cimeiros. "É com enorme satisfação que concretizo a aquisição desta viatura que me irá permitir lutar por melhores classificações, não esquecendo no entanto que somos uma equipa privada e com um orçamento limitado o que condiciona as nossas prestações, mesmo assim iremos trabalhar com afinco com o nosso preparador ,a ARC Sport, para evoluirmos e conseguirmos resultados de relevo."

Uma sessão de testes irá ser efectuada brevemente com vista a uma melhor adaptação à nova viatura, mais informaçoes acerca do projecto irão ser fornecidas dentro em breve.

JAM com A.I.
Foto: Nuno Castro
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Desporto Motorizado - Open Ralis: Pedro Peres vence novamente

Pedro Peres e Tiago Ferreira voltaram a vencer no Campeonato Open de Ralis. Depois de Fafe, foi agora a vez de Vila Velha do Ródão servir de palco para a dupla do Ford Escort Cosworth evidenciar a sua supremacia face à concorrência que, apesar de bem tentar, ainda não conseguiu superar a maior hegemonia do binómio Peres Escort. Rui Azevedo voltou a ser segundo vencendo entre os Clássicos, ao passo que João Ruivo alcançou, na estreia do Stilo Multijet, o terceiro lugar do pódio.

Sempre com um ritmo muito forte Pedro Peres e Tiago Ferreira nunca perderam de vista aquele que é o objectivo principal em todas as provas do Open Ralis, o mesmo que dizer vencer. "Imprimimos um andamento elevado na parte da manhã e de tarde conseguimos controlar o andamento dos adversários. Provamos que o Ford Escort Cosworth continua a ser um óptimo carro e vencemos novamente o que nos motiva ainda mais para as restantes provas".

Satisfeitos estavam também no final Rui Azevedo e João Andrade que apesar de não terem novamente conseguido superiorizar-se à dupla do Escort Cosworth venceram pela segunda vez entre os concorrentes dos Clássicos. Algumas dificuldades naturais de adaptação à nova caixa de cinco velocidades foram, durante todo o rali, a única dor de cabeça para a dupla da Trofa.

Em destaque estiveram João Ruivo e Alberto Silva que colocaram o Stilo Multijet na terceira posição final, numa prova onde o «raport» escolhido para a caixa de velocidades não foi, de todo, uma ajuda preciosa. Goradas as hipóteses de alinhar no Nacional de Ralis, a dupla do Fiat apostou assim no Open Ralis e em boa hora o fez. Não só porque se ganha mais uma excelente equipa para a competição como também mais um candidato aos primeiros lugares.

Pedro Raimundo e Nuno Rodrigues da Silva terminaram na quarta posição da geral e venceram, também eles mais uma vez, entre os concorrentes do Júnior de Ralis. Agora com o Peugeot 206 RC (ex Paulo Antunes) o piloto de Lisboa mostrou que poderá vir a ser um dos bons novos valores do desporto automóvel nacional e só não chegou ao pódio na prova da Escuderia Castelo Branco por escasso segundo e meio.

Luís Mota e Ricardo Domingos colocaram o Mitsubishi Lancer Evo IV na quinta posição da geral mas queixaram-se de alguma falta de «cavalos» na potencia do seu carro e que os impediu de chegar mais além. Octávio Nogueira e Nuno Catarino terminaram na sexta posição mas poderiam ter saído de Vila Velha do Ródão com um lugar bem interessante. Durante a manhã travaram uma luta interessante com Rui Azevedo mas, um problema com os travões do Citroen Saxo Kit-Car obrigou-os a penalizar à saída do parque de assistência no final da primeira secção.

António Segurado/Luís Cavaleiro foram os sétimos classificados ainda que, durante toda a manhã, tenham realizado as especiais sem intercomunicadores. Miguel Abrantes/Miguel Vale foram os oitavos da geral, seguidos de Tiago Magalhães/Jorge Carvalho e Filipe Teixeira/António Campos. Referência também para a décima primeira posição de Tiago Raposo Magalhães e Tiago Gouveia que venceram entre os Clássicos Históricos 71.

Classificação Final:
1º Pedro Peres/Tiago Ferreira - Ford Escort Cosw. - 29m04.5
2º Rui Azevedo/João Andrade - Ford Escort RS 1600 - a 1m11.8s
3º João Ruivo/Alberto Silva - Fiat Stilo MJ - a 1m23.2s
4º Pedro Raimundo/Nuno R. Silva - Peugeot 206 RC - a 1m24.7s
5º Luís Mota/Ricardo Domingos - Mits. Lancer IV - a 1m34.6
6º Octávio Nogueira/Nuno Catarino - Citroen Saxo Kit-Car - a 2m04.4s
7º António Segurado/Luís Cavaleiro - Ford Escort RS 1600 - a 2m36.2s
8º Miguel Abrantes/Miguel Vale - Citroen Saxo - a 2m39.0s
9º Tiago Magalhães/Jorge Carvalho - Peugeot 206 - a 2m47.6s
10º Filipe Teixeira/António Campos - Citroen Saxo - a 3m03.1s
(...)

Classificação Campeonato 2/10 Provas:
1º Pedro Peres - 46
2º Rui Azevedo - 44
3º Pedro Raimundo - 37
4º Luis Mota - 32
5º António Segurado - 30
6º João Ruivo - 20
7º Jorge Areia - 19
8º Filipe Teixeira - 19
9º Anibal Pereira - 17
10º Octávio Nogueira - 15

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Desporto Motorizado - Peres Competições de luto

Aquele que deveria ser um final de tarde em festa, depois da vitória alcançada por Pedro Peres e Tiago Ferreira, no Rali Portas do Ródão, acabou por se transformar num dia de dor e pesar para a equipa Peres Competições. Quando nada o fazia prever e já terminado o Rali, o inesperado aconteceu. Paulo Correia, um dos mecânicos que normalmente acompanhava a equipa para as provas, foi vítima de um infortúnio na altura em que colocavam o Ford Escort Cosworth no elevador do camião. Devido a um problema técnico a estrutura cedeu e acabou por cair e colher mortalmente o mecânico. Uma situação tão inesperada como impiedosa e que acabou por marcar o dia em que a equipa alcançou mais uma vitória.

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Segunda-feira, 12 de Março de 2007

Saúde - Síndroma de Morte Súbita

Ainda hoje não se conhecem as verdadeiras causas para este transtorno que vitima crianças até aos seis meses.

Já todas as pessoas, e em especial os pais de crianças pequenas, ouviram falar da síndroma de morte súbita do lactente, um transtorno que provoca a morte de crianças saudáveis durante o sono, sem que haja uma razão conhecida para tal.

E mesmo depois de muitos estudos, em que as causas continuam desconhecidas, a maior parte dos médicos continua a evidenciar que a melhor forma de evitar este problema é a prevenção.

Porque acontece?

Segundo alguns estudos realizados, os médicos chegaram à conclusão que pode haver alguma ligação entre as mães fumadoras (quer na gravidez, como nos primeiros tempo de vida) e as crianças que morrem de morte súbita. No entanto, estes estudos carecem de confirmação.

Afecta todas as crianças?

Não afecta todas as crianças. Na realidade, e como o nome diz, os lactentes, crianças de tenra idade – até aos seis meses de idade – são as principais vítimas deste transtorno.

E se bem que os números tenham decrescido, especialmente na última década, devido às campanhas de prevenção, ainda hoje há crianças que morrem sem causa aparente durante o sono.

Prevenção... Como?

Para prevenir o síndroma de morte súbita, os médicos aconselham a que:

- Deite o bebé a dormir, de barriga para cima, já que os bebés têm as suas vias respiratórias protegidas por natureza. Só no caso do bebé sofrer de algum transtorno como o refluxo gastro-esofágico, não o deve deitar nesta posição. Nestes casos, deve deitar o bebé de lado e colocar uma protecção lateral para que não se volte e fique de barriga para baixo.

- Não tape demasiado o bebé, preferindo agasalhá-lo com mais uma peça de roupa do que utilizar um lençol e uma manta. Deite-o sempre com os pés encostados ao fundo da cama.

- Não deite o bebé numa superfície demasiado mole.

- Não exponha o bebé ao fumo do tabaco.

- Use chupeta, pois, diminui o risco de morte súbita

- Mantenha a casa arejada

- Não deite o bebé na sua cama, principalmente se forem fumadores ou tiverem consumido álcool.

Se dorme no quarto dos pais

Durante os primeiros meses o bebé costuma dormir no quarto dos pais, no seu berço. Isto deve-se ao facto de nessa fase a amamentação nocturna, a inexperiência e os medos da mãe fazerem com que prefira tê-lo perto de si.

Mas, ter o bebé no quarto, implica que siga algumas regras como:

- Mantenha a temperatura do quarto entre os 19º e os 21º centígrados

- Limpe o pó diariamente, mantendo o bebé fora do quarto enquanto o faz

- Não utilize ambientadores

- Areje o quarto todos os dias

E na caminha dos papás...

Algumas mamãs gostam de deitar o seu bebé na cama do casal. Mas esta atitude tem vantagens e desvantagens. Se o bebé está acordado e bem-disposto, esta é uma forma de estabelecerem o vínculo mãe-bebé.

No entanto alguns pais, quer devido ao choro do bebé quer para não se levantarem durante a noite, deitam o bebé na cama do casal para que durma sossegado. Esta atitude é errada e pode causar acidentes, como por exemplo, o bebé ficar entalado entre os pais ou cair da cama.

No seu quartinho...

Quando passar o seu bebé para o quartinho dele, não necessita de estar a correr sistematicamente para o seu lado, para ver se está tudo bem. Opte por comprar e utilizar um intercomunicador. Com este utensílio, sem estar perto dele pode ouvir o seu choro e alguma alteração na sua respiração.

Lembre-se ainda que as regras – como arejar diariamente o quarto – que deve seguir no seu quarto, devem também ser seguidas no quarto do bebé.

A síndroma de morte súbita é ainda hoje considerado um problema que não se pode erradicar. O máximo que se pode fazer é prevenir. Então, para ficar mais descansada, não hesite em pedir informações e conselhos ao pediatra do seu filho, e evite os comportamentos de risco.

in www.sapo.pt

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Curiosidades - Número de funcionários públicos caiu 10.871 no ano passado

O número de funcionários públicos reduziu-se em 10.871 no ano passado, de acordo com dados do Ministério das Finanças e da Administração Pública, a que a agência Lusa teve acesso.

Os dados revelam que saíram 19.786 funcionários públicos da Caixa Geral de Aposentações (CGA), enquanto que o saldo de entradas na Segurança Social foi de 8.915, o que traduz uma redução líquida de 10.871 funcionários em 2006.

Segundo os dados do Ministério das Finanças e da Administração Pública, o número de saídas da CGA refere-se essencialmente a aposentações.

Os dados referentes ao primeiro semestre de 2006 apontavam para uma redução de 4.345 funcionários públicos, tal como afirmou em Julho o ministro das Finanças e da Administração Pública, Fernando Teixeira dos Santos.

Na altura, Teixeira dos Santos revelou que da CGA saíram 11.194 funcionários e que o saldo de entradas na Segurança Social foi de 6.849, o que traduziu uma redução de 4.345 funcionários.

O programa do Governo socialista prevê «uma regra global de entrada de um elemento recrutado do exterior por cada duas saídas para aposentação ou outra forma de desvinculação».

«Este programa visará diminuir, em pelo menos 75.000 efectivos, o pessoal da Administração Pública, ao longo dos quatro anos de legislatura», adianta o programa do executivo.

Esta regra entrou em vigor em Abril do ano passado, mas a redução do número de funcionários está longe da meta definida pelo Governo.

Em negociação com os sindicatos da Função Pública está a reforma do sistema de vínculos, carreiras e remunerações, mas também aqui não surge, até agora, qualquer forma de diminuição, pelo menos substancial, dos funcionários públicos.

Os princípios orientadores da reforma dos regimes de vinculação, de carreiras e de remunerações na Administração Pública, cuja última versão foi entregue aos sindicatos, prevêem duas causas para a cessação da vinculação por nomeação, nomeadamente por mútuo acordo, mediante indemnização, ou por violação grave e reiterada de deveres funcionais.

A legislação que vai permitir as rescisões por mútuo acordo para os funcionários públicos nomeados [vinculação que não permitia o despedimento] ainda não entrou em vigor, e, para a colocar em prática, o Estado vai ter de desembolsar uma verba significativa para o pagamento das indemnizações.

Enquanto que as rescisões por violação grave e reiterada de deveres funcionais, revelada por insuficiência de desempenho em 2 anos consecutivos e verificada por procedimento disciplinar, só surtirá efeitos a partir de 2010, tendo em conta que as avaliações de desempenho só começam a contar a partir de 2008.

Diário Digital / Lusa

publicado por paulozananar às 18:25
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Importante - Encontrada a bebé raptada no hospital de Penafiel em 2006

Denuncia de familiar terá sido decisiva 

A PSP encontrou ontem a bebé que foi raptada, a 17 de Fevereiro do ano passado, com apenas três dias, do hospital Padre Américo-Vale do Sousa, em Penafiel. A criança estaria com a raptora, que terá sido denunciada por um familiar. A mulher detida vai ser interrogada pela Judiciária.

As principais suspeitas do rapto recaíam sobre uma mulher entre os 35 e os 40 anos, com cerca de 1,65 e a 1,70 metros, que segundo as imagens recolhidas pelas câmaras de vigilância do hospital, usava cabelo abaixo dos ombros com madeixas claras.

No dia seguinte ao rapto, a Polícia Judiciária esteve na unidade hospitalar, ouvindo alguns funcionários, que identificaram uma mulher, como sendo estranha ao serviço, que esteve presente na tarde em que a criança foi raptada.

Quatro meses após o desaparecimento foram divulgadas imagens de uma mulher.

A bebé é o sétimo filho de um casal com dificuldades económicas.

O primeiro caso conhecido em Portugal de um rapto de bebé data de Junho de 1984, quando uma menina recém-nascida foi raptada do Hospital Particular, em Lisboa. A raptora simulou uma gravidez para enganar a própria família. Foi apanhada em 1986 e condenada a três anos de cadeia.

in www.jn.sapo.pt

publicado por paulozananar às 17:35
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Desporto Motorizado - (Madeira) Inscrições no campeonato já causam problemas

Foto: www.ralis.netAs inscrições prévias no Campeonato de Ralis Coral da Madeira que os pilotos que queiram pontuar têm de efectuar, já estão a causar problemas.

O vencedor do Grupo N no Rali da Camacha - Rui Fernandes - não marcou nenhum ponto no campeonato pelo simples facto de que não se inscreveu. Numa entrevista à Antena 3 o piloto alegou desconhecer o facto, pensando que a pré inscrição seria válida apenas para o Rali Vinho da Madeira .

A medida que foi criada para evitar (e bem) que os pilotos de fora da ilha tirem pontos aos locais já começou a dar confusão. Pelo regulamento, mesmo que Rui Fernandes formalize agora a sua inscrição, a mesma não tem efeitos rectroactivos, pelo que os pontos do Rali da Camacha não os deverá recuperar.

Depois de tanto se ter falado na pré inscrição no campeonato e na mesma estar explicita no regulamento, é surpreendente como um piloto dos que assumidamente querem lutar pelo título alega desconhecer esse facto. Na realidade apenas 18 pilotos estão inscritos no campeonato.

José António Marques
Foto: Felisberto Nóbrega -
www.ralis.net
publicado por paulozananar às 08:45
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Escola - "SOS Professor" recebe 129 queixas em seis meses

Linha pretende dar resposta imediata aos professores e não permitir a desvalorização do problema. A ANP quer formar mediadores.




Os professores precisam de ajuda - cada vez é mais difícil controlar uma turma dentro de uma sala de aula. As denúncias de casos de violência têm-se multiplicado nas últimas semanas. Não sendo novo, o problema tem vindo a agravar-se mas a principal diferença é que os docentes só agora começaram a falar e a procurar apoio. No Porto, funciona há seis meses uma linha SOS e, de 11 de Setembro de 2006 a 2 de Março último, já recebeu 129 telefonemas, a uma média de uma queixa por cada dia de aulas. Os professores recebem apoio psicológico, pedagógico e jurídico.

A linha "SOS Professor" (808962006) foi criada pela Associação Nacional de Professores (ANP). A falta de respostas da administração educativa, tanto da tutela como dos conselhos executivos, determinou a necessidade de aparecimento do serviço. A denúncia de um caso de agressão a uma professora em Braga, há um ano, foi "a gota de água".

"O objectivo é dar resposta imediata aos professores e não permitir que o problema continue a ser desvalorizado", afirmou ao JN João Grancho. Por exemplo, referiu o presidente da ANP, quando um canal de televisão emitiu uma reportagem sobre violência feita com câmaras ocultas, a primeira reacção dos responsáveis da tutela foi resumir essas situações a casos pontuais.

Os conselhos executivos também tomam essa atitude frequentemente. Partem do princípio de que o professor deve resolver sozinho o seu problema, referiu ao JN uma docente que trabalha na linha SOS. Ou seja, o professor vê-se na maioria das vezes sozinho e sem apoio, fragilizado e desgastado por ter de enfrentar uma situação de conflito que se arrasta no tempo, manifesta medo de represálias por parte do agressor (aluno ou encarregado de educação) e receia a crítica dos seus pares por ter de admitir que tem um problema que não deveria ter. O ambiente de insegurança e receio, garante a ANP, exige a protecção inquebrantável da "intimidade da linha". A confiança tem de ser absoluta. A possibilidade de denúncia dos casos a que dão apoio foi a primeira barreira a ultrapassar, explicou João Grancho. E por esse motivo esta reportagem é feita com testemunhos não identificados.

Indisciplina nasce em casa

"Naturalmente conseguimos ensinar e educar na escola, mas a família tem de se envolver no processo. As escolas não têm portões mágicos à entrada", afirmou João Grancho. O presidente da ANP considera que deve existir um acompanhamento nacional da situação de violência e segurança, mas cada escola deve ter um plano adaptado à sua realidade.

"Não há soluções únicas", insistiu outra professora. E todos devem participar professores, alunos, famílias e pessoal não-docente. Para se enfrentar um problema que está a agravar-se é preciso perceber as razões da agressividade e os alunos, sublinham, trazem os problemas de casa. Por isso, os pais devem ser convidados "a aprender com os filhos a melhorar a escola". Psicólogos referem a educação permissiva da maioria das crianças portuguesas como um dos principais factores da indisciplina escolar: "Um menino que impõe regras em casa não aceitará na escola normas estabelecidas pelo professor". Já os pedagogos referem a pouca valorização do conhecimento. "As famílias não incutem nos seus filhos a necessidade de conhecimento e aprendizagem".



Por desejar não se limitar a aconselhar, a ANP elaborou um programa de formação em mediação de conflitos. O "Plano Aprendo para Vencer" pretende melhorar o ambiente escolar e, desta forma, os resultados de aprendizagem. São três as áreas-chave a promoção das competências sociais, o desenvolvimento das capacidades de mediação de conflitos e métodos de estudo. O documento já foi enviado para diversas escolas. A associação responsabiliza-se pela formação. Há vários cursos de mediação em Portugal para questões laborais e de família mas específico para os conflitos escolares só a Universidade Lusófona leccionou um, entre Outubro e Novembro, para 30 professores. O objectivo é "dotar a comunidade escolar" - professores, alunos, pais e pessoal não-docente - de "ferramentas que evitem, no dia a dia, o crescendo dos conflitos". "Um modelo articulado entre o punitivo e o cooperativo que permita aos professores gerirem a mediação". As iniciativas devem ser implantadas consoante a realidade de cada escola. Desde a inclusão nos currículos de actividades antiviolência à formação de professores ou recurso a técnicos exteriores. A mediação, por exemplo, pode inclusivamente ser feita por alunos. Os pais também têm que ter um envolvimento determinante.

"SOS Professor" recebe

129 queixas em seis meses

A história e a equipa por trás da linha

João Grancho teve a ideia. Sentiu que o problema da indisciplina e agressões a professores tinha de "sair da penumbra". A Linha SOS foi anunciada a 30 de Março de 2006 na sequência de um encontro luso-espanhol sobre a convivência na escola. "Os indicadores davam conta de um quadro de violência e indisciplina sistemática", explicou ao JN. A 11 de Setembro a linha começou a funcionar em parceria com a Universidade Lusófona do Porto e o apoio financeiro de uma seguradora. O objectivo é responder a todas as preocupações dos professores.



"A própria sociedade tinha de tomar consciência de que o problema existe e tem de ser tratado. Mal a linha entrou em funcionamento, os telefonemas dispararam e agora com a mediatização de novos casos voltam a aumentar", explicou.



Por trás da linha há uma equipa de atendimento e acompanhamento - uma psicóloga, uma psicopedagoga, dois especialistas em mediação de conflitos e dois professores "muito experientes". Há também o gabinete jurídico, composto por três pessoas. Consoante o problema, os professores são encaminhados para os técnicos e acordam com os especialistas um plano de intervenção. O apoio inclui processos de mediação e consultas. É preciso ter a certeza de que o professor está capaz psicológica e emocionalmente para voltar à escola.


Truques para manter a ordem

Conseguir manter a ordem na sala de aula, fazer os alunos respeitar as regras estabelecidas, controlar "comportamentos desajustados", o desrespeito e o barulho constante são as dificuldades mais frequentemente colocadas pelos professores à Linha SOS. "É fundamental que o professor perceba o ambiente em que o aluno está inserido e o valor que a família dá à aprendizagem", começa por afirmar ao JN a psicopedagoga da ANP. Em quase todas as turmas há um aluno desestabilizador, um "líder" que consegue impor a sua vontade e desafia constantemente o professor. Esse aluno, explica, luta constantemente pelo poder. O docente, aconselha, deve identificar esse "líder" e conceder-lhe esse poder mas de forma construtiva. Por exemplo dar-lhe mais tarefas e fazê-lo participar mais nas aulas. Os bons comportamentos devem ser enfatizados e os maus devem ser resolvidos "numa conversa aberta depois da aula terminada". O professor deve conseguir criar empatia, momentos de informalidade e estabelecer uma relação de confiança mútua com esses alunos. Por outro lado, os mais indisciplinados têm necessidade de se sentir ouvidos e compreendidos. E devem referir-se mais às situações e não ao aluno.

Sancionar não é suficiente

"A autoridade do professor só será efectiva se for reconhecida", insiste João Grancho. Na ANP, a opinião é unânime para se reduzir a violência e a indisciplina nas escolas não basta reforçar as sanções no Estatuto do Aluno. Aliás, sublinha uma das professoras, as punições já existem e não resultam - "Os alunos suspensos vão para casa no máximo dez dias e quando voltam à escola cometem os mesmos erros". Daí, defendeu que seja necessário criar-se mecanismos de acompanhamento no retorno dos alunos e no acolhimento de professores agredidos. Todos os membros da equipa SOS contactados pelo JN defenderam a formação dos professores na mediação de conflitos e a existência nas escolas mais problemáticas de equipas especializadas. Só assim, insistiram, a comunicação será restabelecida e os índices de indisciplina descerão. Medidas, alegam, mais urgentes do que a revisão do Estatuto do Aluno. As escolas, argumentou João Grancho, devem ser dotadas de mecanismos de prevenção e as famílias têm de passar a ter um papel mais determinante e presente no desenvolvimento escolar. "O professor vai ter de utilizar outro tipo de estratégias, pois um aluno dominante em casa também o vai querer ser na sala de aula", alegou a psicopedagoga.

adelino meireles e Alexandra Inácioin www.jn.sapo.pt

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publicado por paulozananar às 08:27
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Importante - Tecto para a revisão dos preços da electricidade

Aumentos das tarifas sempre inferiores a 3% em 2007
Os consumidores portugueses vão ter um aumento máximo da electricidade de 3% em 2007 e, até 2010, Portugal e Espanha deverão ter custos semelhantes para a electricidade.
 
 Aumentos das tarifas sempre inferiores a 3% em 2007 Joan Close e Manuel Pinho durante a assinatura de protocolos entre os dois países.
Durante os próximos três anos, os consumidores espanhóis vão ter de contar com aumentos superiores aos dos portugueses, da ordem dos 4%, enquanto deste lado da fronteira, os aumentos médios anuais não deverão superar os 3%. Desta forma, os governos pretendem promover a aproximação do custo da electricidade nos dois países.
Após a polémica fixação pelo Executivo, no fim de 2006, de um aumento máximo de 6% para os consumidores domésticos portugueses em 2007, e depois do anúncio há cerca de duas semanas de um pacote de medidas que vão permitir reduzir os custos da electricidade em Portugal, com destaque para o fim dos contratos de longo prazo com os produtores, o Expresso sabe que a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) está a trabalhar para que, até ao fim do primeiro semestre, seja fixado um tecto máximo de 3% para o aumento das tarifas de electricidade.
O ministro da Indústria de Espanha, Joan Clos, e Manuel Pinho, ministro da Economia de Portugal, anunciaram esta semana em Lisboa várias medidas que vão permitir transformar o Mercado Ibérico de Electricidade (Mibel) de um desígnio político numa realidade. Além da harmonização regulatória — com impacto em áreas como as interconexões que vão passar de 1500 MW para 3000 MW, a garantia de potência e a actuação dos operadores dominantes — Portugal e Espanha decidiram que, no âmbito da integração, a REN vai comprar 3% da Rede Eléctrica de Espanha, que, por sua vez, adquire 5% da REN.
Os governos decidiram ainda fazer uma gestão integrada das reservas petrolíferas, tendo ficado acertado que, em caso de necessidade, os dois países ajudar-se-ão mutuamente.O próximo objectivo assumido pelos dois países, a seguir à electricidade, é avançar com a criação do mercado ibérico do gás.
André Kosters/Lusa
Christiana Martins in www.expresso.clix.pt
publicado por paulozananar às 07:46
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Domingo, 11 de Março de 2007

Desporto Motorizado - Rali Portas do Ródão

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Pedro Peres venceu sem contemplações, destacando-se no classificação do Open de Ralis.

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Sem adversários nos Clássicos, Rui Azevedo venceu com facilidade.

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Júnior com
Nova vitória de Pedro Raimundo no Júnior, onde esta competição esteve com nível de sénior

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Apenas 3 concorrentes terminaram o Rali Portas de Rodão entre os inscritos nos Regional Centro. Tendo Luís Mota uma vitória simples.

in www.ralis.online.pt

publicado por paulozananar às 17:11
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Desporto Motorizado - Armindo testa Mitsubishi WRC

Armindo Araújo vai começar a sua preparação para o Vodafone Rali de Portugal, deslocando-se toda esta semana para o Algarve, de modo a estar junto da equipa da Mitsubishi.

Segundo informou o Jornal a Bola, o piloto nacional vai acompanhar os primeiros dias de trabalho, onde Toni Gardemeister e Xavi Pons vão testar o Mitsubishi Lancer WRC, embora só na 5ª Feira Armindo Araújo deve sentar-se ao volante do carro.

"Vou acompanhar com toda a atenção estes testes, mas ainda não sei pormenores sobre eles. De qualquer maneira vou tentar aprender e recolher o máximo de ensinamentos, pois apenas deverei rodar durante um dia, o que deve dar cerca de 100 Kms", referiu Armindo Araújo ao Ralis Online.

Os testes deverão decorrer entre Faro e Tavira, contudo daremos mais pormenores brevemente.

in www.ralis.online.pt

publicado por paulozananar às 16:29
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Saúde - Alergias: as doenças da Primavera

A Primavera pode ser um período de alegria e beleza, pelo fim dos dias cinzentos do Inverno e pela chegada do colorido das flores. Porém, para alguns, esta época do ano pode ser o início de uma série de sintomas que se repetem ano após ano com as doenças da Primavera.

Atingem muitas pessoas e podem mesmo tornar-se um grave problema. Talvez seja por isso que todos as conhecemos e que viver com elas quase se torna num hábito.

Resta saber até que ponto a convivência é saudável, já que pensar-se em cura é prematuro, sendo a prevenção a única aposta ganha.

É a partir de Março e com a chegada da Primavera que as alergias atacam em força, atingindo crianças e adultos.

A alergia é uma doença que afecta um grande número de pessoas em todo o mundo. Não tem cura, mas se se conhecerem bem as suas formas e agentes causadores consegue-se facilmente tê-la sempre sob controlo.

Alergias: o que são

«É um estado de hipersensibilidade, ao qual a maioria das pessoas não reage, e a que determinado grupo de população reage. É um estado de hiper-reactividade mediado por mecanismos imunológicos», afirma o Dr. Pedro da Mata, imunoalergologista do Hospital Inglês.

São vários os tipos de alérgenos que provocam esta hipersensibilidade. Os mais frequentes são os ácaros do pó da casa e os pólenes das gramíneas. Eles podem atingir o nosso estado de equilíbrio biológico por quatro vias importantes: pela respiração (boca e nariz), pelas conjuntivas, pelo aparelho gastrintestinal e através da pele.

A alergia pode manifestar-se em qualquer parte do nosso corpo. É, pois, uma doença sistémica e não uma doença de órgão. Se for do foro respiratório, o paciente poderá ter rinite alérgica ou asma; se for nos olhos, o paciente terá conjuntivite alérgica; na pele, eczemas e dermatites atópicas; e se for gastrintestinal, alergias alimentares.

Estas são algumas das manifestações alérgicas que tanto incomodam e incapacitam as pessoas que delas sofrem.

Existem alguns factores que facilitam a sua manifestação. «O primeiro deles é conhecido por herança genética, pelo que é transmitida a “apetência” para se desenvolver determinado tipo de reacção (alérgica) por meio da linha familiar. Em segundo, vem o factor ambiental, as casas e todos os ambientes (out e indoor).

E, em último, o estilo de vida que cada população leva, como é o caso da população ocidental, onde a doença alérgica tem uma maior expressão.

Alergias: um diagnóstico simples

Existem vários métodos de diagnóstico. O mais simples, sensível, específico e rápido é o teste cutâneo.

Através dele, pode detectar-se a presença de anticorpos específicos contra alérgenos (elementos aos quais a população alérgica reage).

Este teste consiste na aplicação de uma gota dos extractos alergénicos na pele. De seguida essas gotas são introduzidas na derme do paciente por intermédio de uma agulha.

Espera-se cerca de 20 minutos e depois procede-se à sua leitura, obtendo-se uma resposta que deve ser lida como positiva ou negativa conforme se verifica ou não a existência de uma pápula no local da picada.

Depois de diagnosticada, passa-se de imediato ao tratamento: «O tratamento depende do tipo de patologia que cada paciente tiver. Contudo, na doença alérgica o primeiro tratamento a ser efectuado deve ser a nível da evicção», refere o nosso entrevistado, acrescentando ainda que, «apesar de tudo, o único tratamento que pode mudar o decurso de uma doença alérgica são as vacinas hipossensibilizantes ou antialérgicas.

São tratamentos eficazes e que têm como objectivo diminuir a hipersensibilidade a certos alérgenos, passando o doente a suportar o contacto com aquelas substâncias para as quais se estão a praticar essas vacinas.

No entanto, as vacinas só deverão ser prescritas por um especialista, de acordo com os resultados dos testes cutâneos.»


Alergias: ácaros - dormindo com o inimigo

De entre as inúmeras causas das alergias, os ácaros do pó da casa são, sem dúvida, um dos maiores deflagradores das alergias respiratórias, nomeadamente, da rinite e da asma alérgica.

São organismos minúsculos, com menos de meio milímetro de comprimento. Pertencem ao grupo dos aracnídeos e são invisíveis a olho nu. Existem várias espécies de ácaros, mas a que mais causa alergia é a Dermatophagoide.

Estes pequenos inimigos, parentes das aranhas, alimentam-se de escamas da pele humana. Pelo calor, humidade e nutrientes, eles encontram nas nossas camas as condições ideais para a sua sobrevivência e reprodução. Por isso, os colchões são os melhores viveiros para os ácaros.

Assim, o alérgico encontra e convive todas as noites, por um período de mais ou menos oito horas, com os seus principais inimigos», explica Pedro da Mata.

Mas, para além dos colchões, também se encontram presentes nas alcatifas e outros revestimentos têxteis, como bonecos de peluche, cobertores, almofadas, tapetes e sofás.

Contrariamente ao que muitas pessoas pensam, os ácaros não «mordem».

Na realidade, são alguns dos seus constituintes, nomeadamente presentes nas suas fezes, que possuem a proteína a que normalmente os alérgicos reagem, podendo provocar uma manifestação alérgica caso o alérgico lhes seja sensível e contacte ou inale uma quantidade suficiente desses alérgenos. Com os movimentos que uma pessoa faz, esses alérgenos são constantemente projectados, espalhando-se pelo ar e, posteriormente, pousando no chão.

É pela dificuldade que se tem a limpar os têxteis, onde estes alérgenos muitas vezes se fixam de novo depois de assentarem, que se explica a relação entre os têxteis e as reacções que muitos alérgicos experimentam quando contactam com este tipo de materiais.

É também por essa razão que os ácaros são um constituinte do pó da casa e daí que muitas vezes se diga que se é alérgico ao pó.

«O pó é um “cocktail” de alérgenos. Tem desde alérgenos alimentares a ácaros, fungos e pólenes. Não existe alergia ao pó enquanto pó, mas existe enquanto elementos que estão inseridos no pó», esclarece Pedro da Mata.

O diagnóstico da doença alérgica deve acontecer o mais precocemente possível, não havendo idade para se diagnosticar o facto de se ser ou não alérgico. Logo que diagnosticada a alergia, a primeira medida de tratamento é evitar o contacto com a substância à qual se é sensível – medidas de evicção.

No caso dos ácaros, e como estes não têm predadores, não existe qualquer bichinho que os destrua. A maneira que existe para os eliminar é criar condições para que estes não se desenvolvam e/ou diminuir o contactos com as nossas mucosas.

Algumas medidas de prevenção

  • Utilizar capas antiácaros nos colchões e almofadas;
  • Arejar diariamente os quartos;
  • Lavar regularmente as roupas a temperaturas elevadas (60ºC);
  • Aspirar regularmente toda a casa, principalmente os quartos.
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publicado por paulozananar às 16:14
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Importante - Maus tratos: bebé de 27 meses em coma há duas semanas

O Daniel, um bebé de 27 meses, continua internado há mais de duas semanas no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, em estado de coma, devido a lesões severas no cérebro e no tórax, alegadamente provocadas pela mãe e pelo padrasto. Na última quinta-feira, a PSP deteve a mãe e o padrasto do Daniel, por ordem de um juiz de instrução criminal, encontrando-se os dois em prisão preventiva à espera de julgamento. São suspeitos de, durante quatro longos meses, «terem agredido várias vezes o bebé, a murro e a pontapé», segundo descreve o Correio da Manhã. Numa casa arrendada de Fetais terá tido início o calvário de Daniel, em Novembro de 2006. «Até então a mãe da criança, de 21 anos, morava com os pais. Nunca houve registo de problemas com o menino. Nesse mês a jovem saiu de casa, levou o filho e foi viver com o namorado, de 26 anos», acrescenta o jornal citando fonte policial. O CM lembra os números «da vergonha» em Portugal: - 66 é o número de crianças, menores de 15 anos, que o INE calcula morrerem por ano, em Portugal, vítimas de maus tratos. O número corresponde a 3,7 por cada 100 mil crianças. - 40 mil crianças portuguesas são todos os anos maltratadas, segundo um estudo da pediatra Maria José Fernandes, realizado em 2006. - seis crianças são em média, por dia, vítimas em Portugal de agressões que obrigam a internamento hospitalar, de acordo com a Inspecção-Geral de Saúde. - 100 mil é número de crianças em risco apontado por Luís Villas-Boas, director do Refúgio Aboim Ascensão, em Faro. A estes dados, o jornal acrescenta a lista de casos de morte, por maus-tratos, que tiveram maior cobertura mediática: Sara Santos (dois anos, 2006); Daniel Carvalho (seis anos, 2005); Vanessa Pereira (cinco anos, 2005); Fátima Letícia, Yuri e Angelina, entre outros.

in www.sapo.pt

publicado por paulozananar às 15:53
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Curiosidades - Corujas

  O termo coruja é a designação comum às aves estrigiformes, das família dos titonídeos e estrigídeos. Tais aves possuem hábitos crepusculares e noturnos e vôo silencioso devido à estrutura das penas, alimentando-se de pequenos mamíferos (principalmente de roedores), insetos e aranhas. Engolem suas refeições por inteiro, para depois vomitarem pelotas com pêlos e fragmentos de ossos. Também são chamadas de murutucu.in "http://pt.wikipedia.org/wiki/Coruja"

A superstição popular diz que adivinham a morte com o seu piar e esvoaçar. Julgava-se também que essas aves gostam de azeite por visitarem as igrejas durante a noite, onde existiam lamparinas de azeite acesas. Na realidade elas procuravam os insectos atraídos pela luz das lamparinas.Os filhotes de corujas podem ser vítimas de outros predadores como o gavião.

publicado por paulozananar às 00:18
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Sábado, 10 de Março de 2007

Importante - Açores: Homem é suspeito de ter estrangulado filha autista

Um homem de 42 anos pode ter morto por estrangulamento, esta manhã em Angra do Heroísmo, a filha com doze anos que sofria de autismo.

O homem, que recebia tratamento psiquiátrico há algum tempo, terá cometido o acto na sua residência na Ilha Terceira, tendo posteriormente telefonado para as autoridades policiais a alertar para o sucedido.

Diário Digital / Lusa

publicado por paulozananar às 23:55
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Desporto Motorizado - (Madeira) Balanço positivo na estreia do novo carro de João Moura

Partindo para o rali com redobradas expectativas, e não menos ansiedade, tendo em atenção a estreia com o Citroën C2, João Moura/João Sousa acabaram por ter uma prestação acima das suas expectativas no Rali da Camacha.

Envolvidos que estão em diversas frentes dentro do Campeonato de Ralis Coral da Madeira, a dupla do Team Futurmad alcançaria um meritório 15º lugar da geral, entre os 41 concorrentes que chegaram ao fim, um excelente 2º lugar no Campeonato Júnior e a 4ª posição entre os concorrentes ao Troféu Globus Transitários/C2.

Para João moura o lugar intermédio do pódio do Campeonato Júnior “é um excelente resultado uma vez que tenho neste grupo adversários com viaturas mais potentes, mas a luta o Wilson Aguiar pelo 2º lugar durante todo o rali foi muito interessante e felizmente no final consegui levar a melhor”.

Nas palavras do jovem piloto “o rali correu-nos muito bem e até um pouco acima das nossas expectativas”, não deixando de referir que a sua prestação é tanto mais importante se tivermos em atenção “as limitações a nível do motor que temos em relação aos nossos adversários, pelo que ter acabado a meio de entre os C2 é sinceramente muito positivo”.

No que se refere à estreia com a nova viatura, que representa assim mais um patamar na sua evolução de piloto de ralis, João Moura afirmou que “a adaptação à nova viatura foi relativamente fácil já que o C2 é um excelente carro e dá-me imenso gozo conduzi-lo”, referindo ainda que “desde a caixa sequencial, motor e comportamento do carro, a sensação de quem conduz, pelo menos, é a de estar dentro de um verdadeiro carro de ralis”.

Dispondo de uma viatura que em termos de evolução, nomeadamente no que se refere ao kit de motor, é bem diferente da maioria dos seus adversários do Troféu Globus Transitários/C2, João Moura adianta que “gostaríamos realmente de evoluir a nossa viatura o mais brevemente possível, contudo o nosso orçamento é neste momento um pouco limitado e enquanto não vendermos o Toyota Yaris não poderemos lutar de igual para igual com os outros c2, esperando, contudo, evoluir o motor antes do Rali Vinho Madeira”.

Satisfeito pelo boa prestação na prova que abriu o pano para mais uma época de ralis na Madeira, o piloto do Team Futurmad aproveitou para enviar “um agradecimento especial para o nosso principal patrocinador, a Futurmad Imobiliária e seus parceiros, Abrantina e Edifício Alpha pois sem os seus apoios não sería possível termos dado este importante passo que foi a aquisição do C2”.

Alargando os seus agradecimentos a outros apoios que se revelaram importantes nesta sua estreia, João Moura “agradece também a toda a equipa técnica, a ARC Sport, e também ao Nélio Sousa pelo excelente trabalho que fizeram na véspera do rali, já que a caminho das verificações técnicas partiu-se uma válvula no motor, mas com grande profissionalismo a equipa conseguiu solucionar o problema e o motor ficou em óptimas condições para o rali”.

Colorix, in www.tudosobrerodas.pt

publicado por paulozananar às 17:17
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Quinta-feira, 8 de Março de 2007

Importante - Selo do carro vai desaparecer em 2008

zoomO selo do carro, conhecido por Imposto Municipal sobre Veículos, vai deixar de existir em 2008, devendo em 2007 ser ainda comprado entre o final da Primavera e o início do Verão, anunciou o secretário de Estado dos Assuntos Fiscais.

A medida faz parte das alterações no diploma que o governo entregou à Assembleia da República sobre a reforma da tributação automóvel e que deverá ser aprovado no Parlamento para entrar em vigor a 1 de Julho de 2007.

Assim, 2007 deverá ser o último ano em que os portugueses terão que colar no vidro do carro um selo como prova de pagamento de um imposto.

A partir de 2008, o pagamento do novo Imposto Único de Circulação, que substitui o IMV, será pago em função do mês de aniversário do carro, na página de Internet da Direcção-Geral de Impostos ou numa repartição de Finanças, esclareceu Luís Laço, responsável pela Direcção Geral de Alfândegas e Impostos Especiais de Consumo em conferência de imprensa.

O comprovativo dessa liquidação não terá que ser colocado no vidro do veículo, garantiu o secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, cabendo depois ao Fisco, através do cruzamento de dados, o controlo do pagamento desse imposto.

A reforma da tributação automóvel prevê que o Imposto Automóvel (IA), actualmente pago na altura da compra do veículo, seja substituído pelo Imposto sobre Veículos (ISV).

Além disso, estabelece que os actuais impostos de circulação (Imposto Municipal sobre Veículos, conhecido pelo selo do carro, o Imposto de Camionagem e o Impostos de Circulação, para os veículos comerciais) sejam substituídos pelo Imposto Único de Circulação (IUC).

Os carros comprados a partir de 1 de Julho de 2007 já serão abrangidos por estas novas regras, que prevêem também que a partir dessa data 10% da tributação de ISV seja transferida para o IUC.

LUSA

publicado por paulozananar às 13:51
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Importante - Dia Internacional da Mulher

Como surgiu o Dia Internacional da Mulher

Dia Internacional da Mulher

Greve de mulheres em Nova York e na Rússia deu origem à data

Oito de março de 1857. Nesse dia, cerca de 130 mulheres entraram em greve e morreram queimadas dentro da fábrica de tecidos, em Nova York, nos Estados Unidos, onde trabalhavam. Outra paralisação, desta vez na Rússia, também colaborou com a instituição do Dia Internacional da Mulher.

As operárias da fábrica de tecido entraram em greve para pedir a redução da jornada de trabalho de 16 para 10 horas e o direito à licença maternidade. A polícia interveio. As mulheres foram trancadas na fábrica e morreram carbonizadas.

Em 1910, em uma conferência em Copenhague, na Dinamarca, foi decidido que o Dia Internacional da Mulher seria no dia 8 de março. A data só foi reconhecida em 1975 pela Organização das Nações Unidas.

Em 1917, as mulheres russas fizeram uma greve que foi o estopim para a revolução naquele país. “Este é outro caso de luta das mulheres”, diz a integrante da Sempre Viva Organização Feminista, Sônia Maria Coelho.“A data homenageia a capacidade de organização e coragem das mulheres”, afirma.

É celebrado a 8 de Março de todos os anos. É um dia comemorativo para a celebração dos feitos econômicos, políticos e sociais alcançados pela mulher.

A idéia da existência de um dia internacional da mulher foi inicialmente proposta na virada do século XX, durante o rápido processo de industrialização e expansão econômica que levou aos protestos sobre as condições de trabalho. As mulheres empregadas em fábricas de vestuário e indústria têxtil foram protagonistas de um desses protestos em 8 de Março de 1857 em Nova Iorque, em que protestavam sobre as más condições de trabalho e reduzidos salários. As protestantes foram trancadas no interior da fábrica pelos patrões e pela polícia. Estes mesmos atearam fogo no prédio. 129 trabalhadoras morreram carbonizadas.

(Não deve ser confundido com o incêndio na fábrica da Triangle Shirtwaist, que também aconteceu em Nova Iorque, mas foi em 25 de março de 1911, onde morreram 146 trabalhadoras).

Muitos outros protestos se seguiram nos anos seguintes ao episódio de 8 de Março, destacando-se um outro em 1908, onde 15.000 mulheres marcharam sobre a cidade de Nova Iorque exigindo a redução de horário, melhores salários, e o direito ao voto. Assim, o primeiro Dia Internacional da Mulher observou-se a 28 de Fevereiro de 1909 nos Estados Unidos da América após uma declaração do Partido Socialista da América. Em 1910, a primeira conferência internacional sobre a mulher ocorreu em Copenhague, dirigida pela Internacional Socialista, e o Dia Internacional da Mulher foi estabelecido. No ano seguinte, esse dia foi celebrado por mais de um milhão de pessoas na Áustria, Dinamarca, Alemanha e Suíça, no dia 19 de Março. No entanto, logo depois, um incêndio na fábrica da Triangle Shirtwaist mataria 140 costureiras; o número elevado de mortes foi atribuído às más condições de segurança do edifício. Além disto, ocorreram também manifestações pela Paz em toda a Europa nas vésperas da Primeira Guerra Mundial.

Na Rússia, as comemorações do Dia Internacional da Mulher serviram de estopim para a Revolução russa de 1917. Depois da Revolução de Outubro, a feminista bolchevique Alexandra Kollontai persuadiu Lenin para torná-lo num dia oficial que, durante o período soviético permaneceu numa celebração da "heróica mulher trabalhadora". No entanto, o feriado rapidamente perderia a sua vertente política e tornar-se-ia numa ocasião em que os homens manifestavam a sua simpatia ou amor pelas mulheres da sua vida — um tanto semelhante a uma mistura dos feriados ocidentais Dia das Mães e Dia dos Namorados. O dia permanece como feriado oficial na Rússia (bem como na Bielorrússia, Macedônia, Moldávia e Ucrânia), e verifica-se pelas ofertas de prendas e flores dos homens às mulheres (quaisquer mulheres). Quando a Tchecoslováquia integrou o Bloco Soviético, esta celebração foi apoiada oficialmente e gradualmente transformada em paródia — ver MDŽ.

No Ocidente, o Dia Internacional da Mulher foi comemorado durante as décadas de 1910 e 1920, mas esmoreceu. Foi revitalizado pelo feminismo na década de 1960. Em 1975, designado como o Ano Internacional da Mulher, a Organização das Nações Unidas começou a patrocinar o Dia Internacional da Mulher.

in www.estadao.com.br e wikipédia

publicado por paulozananar às 10:01
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Segunda-feira, 5 de Março de 2007

Importante - Campanhas de sensibilização

Cintos de Segurança e Sistemas de Retenção para crianças

  • 1. No âmbito do Plano Nacional de Prevenção Rodoviária foi lançada a Campanha “Cintos de Segurança e Sistemas de Retenção para Crianças”.
  • 2. Com esta Campanha mais do que sensibilizar os utentes para a problemática do uso do cinto e dos SRC, pretende-se sim conseguir alterar o comportamento das pessoas explicando o que acontece ao corpo humano num acidente aos ocupantes que não viajem protegidos pelo cinto de segurança ou por um SRC.
  • 3. Os objectivos do PNPR são, que no final de 2005, o uso do cinto seja superior a 90% no banco da frente e a 60% nos bancos de trás. Pretende-se, ainda, que na mesma data mais de 70% das crianças sejam transportadas com SRC.

”mupis” foram distribuídos por todo o pais aproveitando os espaços oferecidos pelas diversas autarquias e cartazes que foram afixados em locais de grande circulação de público como Centros de Saúde, Postos da GNR e PSP, Câmaras, Repartições Públicas, etc.

Através de contagens realizadas em todo o país, durante o mês de Julho de 2003, obtiveram-se dados que vieram confirmar a grande necessidade desta Campanha.

No final de Fevereiro de 2004, foram realizadas novas contagens com o objectivo de verificar se a Campanha realizada já teria começado a surtir efeitos.

Os resultados obtidos, mostram uma melhoria significativa dos resultados anteriores, conforme se pode verificar nos quadros em anexo:

Mupi -- CriançasMupi -- Adulto

Tabela de resultados

publicado por paulozananar às 18:29
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Saúde - Oriente a sua mente

 

O estado de espírito afecta o rendimento físico. Talvez isto não seja uma novidade para si, mas sabe exactamente o que fazer no ginásio quando se sente frustrado, triste ou até mesmo de bom-humor?
Aqui ficam alguns conselhos sobre como direccionar essa energia mental para alcançar os resultados pretendidos.
Quem nunca se sentiu “em baixo” que atire a primeira pedra. Quem nunca se sentiu desmotivado, sem forças nem vontade de ir treinar, nem que tenha sido por um só dia, que nos escreva uma carta a insultar-nos fortemente.


Os pequenos problemas que nos batem à porta diariamente, o stress, as ansiedades, as desilusões, etc. traduzem-se muitas vezes em falta de ânimo e de forças. “Hoje não vou treinar, estou chateado. Só me apetece é chegar a casa e esquecer que o mundo existe”. Talvez este seja o pensamento mais comum, mas sem dúvida o menos eficaz.

Esquecer o mundo sim, mas se fizer um exercício físico de que gosta, verá como estes problemas se afastam mais rapidamente da sua cabeça deixando-o quase como renovado. Ao passo que se for para casa, a única coisa que consegue é ficar um carrancudo em baixo de forma.

“A interacção mente-corpo é cada vez mais alvo de interesse por parte dos médicos, dos atletas profissionais e da população em geral. É importante dar atenção à estreita relação que existe entre o exercício físico e o bem-estar emocional”, começa por explicar a Dra. Mariagrazia Marini, psicóloga clínica com consultório em Lisboa e responsável pelo site www.psico-online.net.

“O exercício físico actua em dois níveis: fisiológico e psicológico. Para conseguirmos um benefício ‘ideal’ devemos procurar sempre manter um ‘equilíbrio’ em ambos os níveis – adianta a mesma, continuando - o rendimento desportivo é influenciado de uma forma positiva ou negativa dependendo do humor da pessoa que o pratica”.

Ou seja, se está triste e se sente frustrado, o melhor é optar por um treino menos forçoso. Se está de bem com a vida, então aproveite para levantar uns quilos mais.

“É importante não transformar o treino diário num acto de sacrifício e aproveitar ao máximo o bem-estar que a prática do desporto proporciona, tentando conciliar o lado físico (melhoria da performance) ao estético (ter um corpo modelado...), sem nunca esquecer o emocional que deve estar sempre bem por estar a praticar um desporto que dá prazer e que proporciona saúde. Se assim não for é porque talvez esteja a praticar uma actividade inadequada. A célebre frase latina ‘mens sana in corpore sano’ ilustra o facto de que o homem sempre sentiu a necessidade de exercitar o corpo para poder alcançar um equilíbrio psíquico completo”, conclui.

Sente-se aborrecido

Um “puxão de orelhas” por parte do chefe pode ser a razão perfeita para passar ao lado do ginásio e ir directamente para o bar mais próximo. Mas, ao invés de se entregar aos maus vícios, pode tirar partido de toda essa hostilidade em proveito próprio.
“Praticar exercício físico ajuda seguramente a combater a depressão, sempre que nos encontramos tristes, mal-humorados, irritados e se conseguirmos ir ao ginásio realizar o nosso treino, todos esses estados se alteram. O pós-treino proporciona sensações de bem-estar e boa disposição”, comenta Marta Simão, master trainer do Health Club Homes Place da Quinta da Fonte.

Tudo isto porque “o exercício físico regular tem bastantes efeitos benéficos na saúde, nomeadamente ao nível psicológico: importante acção anti-depressiva; reduz o estado de ansiedade; melhora a função cognitiva; melhora a auto-estima e a auto-confiança; diminui o stress”, acrescenta a mesma.

Mais pesos: A ira arranca do nosso corpo uma reacção do género “luta ou foge”. Você pode usar essa adrenalina extra para ficar com mais força. Em vez de alternar exercícios diferentes, experimente seleccionar dois ou três movimentos compostos como supino, press de ombros, peso morto ou agachamentos. Acrescente novas séries a cada um deles, aumentando o peso em cada série. Vá tomando consciência da sua forma, de modo a evitar eventuais lesões.

Mais resistência: Se a sua ira não é de agora, o seu corpo pode estar a ressentir-se com essa angústia prolongada, revelando-se demasiado exausto para responder a uma sessão de levantamento de pesos. Tente antes aumentar a intensidade fazendo super-séries de dois ou três exercícios compostos ou seleccione uma região do corpo e execute séries múltiplas de exercícios diferentes.
Desta forma, conseguirá fatigar os músculos mais depressa e aumentar a respiração e a circulação. Diminua os pesos lentamente para evitar as lesões.

Sente-se feliz

Um aumento do ordenado, o convite para uma festa de arromba ou a conquista de uma nova namorada são a desculpa perfeita para levantar os dedos em sinal de vitória. Em vez de ir para os “copos” comemorar com os seus amigos, vá de seguida para o ginásio e dê o melhor de si.

Os resultados são muito animadores e, no lugar de uma valente ressaca, verá a sua auto-estima aumentar ainda mais. “Quando a pessoa está de bom-humor poderá aproveitar o seu estado de espírito para aumentar o rendimento desportivo e aprender novas modalidades de exercícios ou aqueles com maior grau de dificuldade, onde haverá necessidade de um melhor desempenho ou mesmo treinar com mais afinco”, comenta Mariagrazia Marini.

Só com uma perna: O sentimento de felicidade proporciona-lhe um bem-estar geral ideal para experimentar exercícios mais avançados que poderão ajudar a quebrar a sua rotina no ginásio. Experimente todos os exercícios com halteres para a região superior do corpo apoiado numa só perna, ou execute os exercícios sentado numa bola suíça. O seu corpo terá um interregno nos movimentos habituais, ao mesmo tempo que trabalha os músculos normalmente esquecidos.

Experimente algo diferente: Estar de bom-humor por um qualquer motivo torna esse dia propício a experimentar algo novo. É a altura ideal para um exercício mais difícil ou para um intenso treino de cardio.

Sente-se frustrado

A falta de motivação no trabalho ou a segunda derrota consecutiva da sua equipa favorita pode levar o seu cérebro a uma luta demolidora entre neurónios. De acordo com a psicóloga Dra. Mariagrazia Marini, “para evitar a frustração, o melhor é evitar iniciar novas modalidades, optar por treinos de dificuldade média, nos quais a pessoa se sinta segura e capaz de desenvolver e avançar aos poucos.

Sempre iniciando com um treino mais fácil para um mais difícil e terminando com um treino no qual a pessoa esteja habituada e tenha um desempenho bom a excelente.

Após um período de 3-4 semanas a pessoa sentirá os efeitos na sua auto-estima, primeiramente pelo simples motivo de ter conseguido cumprir o objectivo de realizar actividade física e, paralelamente, por sentir os efeitos objectivos como o bem-estar físico, as mudanças estéticas e os bons resultados médicos. Com esse efeito, a pessoa mantém-se estimulada e motivada a manter o programa de actividade física, o que por sua vez influirá positivamente no humor”.

Quando há alguma coisa na sua vida que você não parece capaz de resolver com sucesso por causa de factores exteriores ou por limite das suas próprias capacidades, se levar esse humor para o ginásio, onde o sucesso é medido em números, isso pode ser desastroso. Experimente, por isso, novas tácticas.

Siga a rotina: “Para não criar sentimentos de maior frustração, não deverão ser realizados exercícios e/ou intensidades para as quais o indivíduo não se encontra preparado, pois poderá resultar num mau desempenho e levar a uma frustração ainda maior, para além de criar maior desmotivação face ao treino”, esclarece a master trainer Marta Simão.

Execute apenas os exercícios que você sabe que nunca falha: A maior parte dos homens sabe de antemão quais os exercícios em que são mais fortes ou que conseguem executar da melhor forma. Escolha quatro ou cinco desses movimentos e combine-os. Isso pode evitar uma desistência antecipada.

Troque a ordem: Alterar a ordem dos exercícios pode parecer contraproducente, mas dar-lhe-á um estímulo psicológico. Começar o programa com exercícios isolados (como curls com halteres) quando normalmente os executa depois de os músculos estarem exaustos, faz com que seja mais fácil aumentar os pesos utilizados. Esta mudança pode fazer com que se sinta mais forte do que normalmente, dando-lhe o estímulo psicológico de que necessita para manter o nível de exercícios nesse dia.

Sente-se perdido

Tudo lhe corre mal. Por mais que tente pensar positivo, parece que o azar se apegou a si como uma maldita carraça. “A desmotivação influencia negativamente a performance no treino, no entanto, a sensação de bem-estar e os benefícios que o treino promove irão compensar o estado em que o indivíduo se encontra”, assim refere Marta Simão.

Uma opinião corroborada pela psicóloga clínica, Dra. Mariagrazia Marini: “O exercício físico liberta, no cérebro, substâncias que proporcionam uma sensação de paz e de tranquilidade. São as endorfinas, neuromediadores ligados à génese do bem-estar e do prazer. Por ser um potente libertador de endorfina, o exercício físico cria a boa dependência quando praticado regularmente e faz falta como faria qualquer outra substância associada ao prazer.

É altamente eficaz no combate ao stress e ansiedade e quando é moderado e regular relaxa o corpo e activa o sistema imunitário”. Se o seu caso for de sentimento de desânimo geral, não se assuste, nem tudo está perdido.

Leia com atenção os conselhos da psicóloga: “Para motivar uma pessoa desanimada e triste a praticar exercício físico regular podemos sugerir primeiramente que procure gostar de si. Em seguida deverá escolher uma actividade sentida como prazenteira e agradável com uma dificuldade não excessiva: por exemplo numa escala de 0 a 10, uma dificuldade de escala 7”.

Retarde o ritmo: De acordo com Marta Simão, “Numa fase de alterações constantes do humor em que o stress é evidente, deverá privilegiar-se um treino moderado e aderir a aulas mais calmas tais como: Body Balance, Pilates, Alongamentos, Yoga, etc.”.

Marque as horas: “Essa actividade deve ser praticada no mínimo durante 20 minutos, três vezes por semana. Em 20 minutos de exercício, há tempo suficiente para a liberação de endorfinas no cérebro para proporcionar uma sensação de bem-estar duradoura.

O não sentir a obrigação de treinar por um tempo muito longo, fará com que ela mantenha a constância do treino muito mais facilmente”, aconselha a psicóloga clínica, ao qual acrescenta: “a libertação de endorfina, somada à melhora da auto-estima proveniente da sensação de estar a fazer algo em benefício da própria saúde e bem-estar, provoca um estado de plenitude que experimenta o praticante regular de actividade física.

Na fase de adaptação mais importante do que perder peso ou ficar mais forte é o bem-estar da pessoa”.

Sente-se nervoso

Os homens ficam nervosos por várias razões – antes de um discurso em público, antes de uma tacada de golfe ou de um encontro romântico/sexual. Dependendo da situação, o nervosismo pode advir de factores positivos ou negativos, por isso há que ajustar o exercício físico em função disso.

“Quando a pessoa se encontra num estado de nervosismo e de maior ansiedade podemos aconselhar um treino inovador com exercícios físicos que exijam mais atenção ou maior dispêndio de energia como: exercícios em grupo, exercícios variados, intercalando aeróbios e anaeróbios, ou mais movimentados como Jump Fit, aulas de Spinning, Figth-Do, Swiss Ball, etc.”, aconselha a Dra. Mariagrazia Marini, alertando: “os exercícios monótonos e sem criatividade podem levar a pessoa a uma maior exaustão e desinteresse. Outra prática que ajuda é tornar mais alegre o treino através de músicas animadas, vídeos, etc.”.

Treine com energia: Se está a tentar reduzir a ansiedade, é aconselhável manter-se afastado dos pesos. Há estudos que demonstram que o levantamento de pesos pode, por vezes, aumentar os níveis de ansiedade até 1 hora depois, enquanto que o exercício aeróbio pode levar os níveis de ansiedade até muito abaixo da linha de base.
Além disso, o facto de não necessitar de ser demasiado criativo enquanto levanta os halteres faz com que tenha mais tempo para pensar nas razões que o levaram a sentir essa ansiedade.

Arranje um foco de atenção: Se quer esquecer os problemas que o apoquentam, arranje uma forma de desviar os pensamentos que atraiçoam a sua atenção enquanto treina. Siga as indicações da master trainer do Holmes Place: “Para que o treino resulte, o desempenho do indivíduo deverá ser excelente e para isso será necessário que exista um foco total no trabalho a realizar.

Todos os pensamentos negativos deverão ser ‘desviados’ e substituídos por outros que estejam intimamente relacionados com as acções que estão a ser realizadas, ou seja, focar na carga a levantar, nas repetições a realizar, na velocidade da marcha, da corrida, de pedalar, etc.”.

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