Sexta-feira, 21 de Dezembro de 2007

Curiosidades - Gelo e geada até ao Natal, possibilidade de chuva no dia 25

O tempo vai estar frio apesar de o Sol reinar nos dias que antecedem o Natal e para terça-feira as previsões apontam para um agravamento, com vento e possibilidade de chuva no Norte e Centro do país.

No próprio dia 25 pode cair neve nas regiões acima dos 800 metros de altitude e é aguardada chuva e vento moderado a forte de Sudoeste, com maior predominância no Norte e Centro do país, de acordo com as previsões anunciadas hoje pelo Instituto de Meteorologia.

Sábado, o dia mais pequeno do ano, quando ocorre o solstício que marca o início do Inverno e o Sol apenas demorará nove horas e 28 minutos entre o nascer e o pôr, e domingo o tempo será caracterizado por nebulosidade em todo o país, admitindo os especialistas que possam cair alguns aguaceiros no Algarve.

Nas restantes regiões aguarda-se a formação de gelo e geada durante as noites.

Na segunda-feira, véspera de Natal, após uma noite fria, o céu estará limpo em todo o país, situação que deverá prolongar-se até à manhã do dia seguinte, podendo ocorrer à tarde um agravamento das condições climatéricas.

Passada a quadra natalícia, na quarta-feira o tempo melhorará, embora no Sul possam cair alguns aguaceiros durante a manhã, enquanto o vento diminuirá de intensidade.

Na Madeira, as previsões apontam para céu nublado e aguaceiros no sábado, seguindo-se céu pouco nublado até quarta-feira, com excepção das vertentes a norte da ilha, onde se aguarda nebulosidade e aguaceiros fracos.

Para os Açores, a Meteorologia prevê nesta quadra céu muito nublado, períodos de chuva e aguaceiros e vento forte de Sul, rodando para Leste, no Grupo Ocidental (ilhas das Flores e Corvo), situação semelhante à que deverá registar-se no Grupo Central (ilhas do Faial, Pico, S. Jorge e Graciosa) .

Também nas ilhas de S. Miguel e Santa Maria (Grupo Oriental) a chuva e o vento forte vão marcar presença nesta quadra, com destaque para a véspera de Natal, em que são aguardados aguaceiros e vento moderado de Sul.

Diário Digital / Lusa

publicado por paulozananar às 23:50
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Segunda-feira, 10 de Dezembro de 2007

Importante - Défice comercial português recua 3,4% até Setembro

O défice da balança comercial portuguesa atingiu os 13.459,2 milhões de euros, uma diminuição de 3,4% face a igual período no ano passado, anunciou esta segunda-feira o Instituto Nacional de Estatística (INE).
As exportações ascenderam a 27.815,1 M€, um incremento de 8,9%, enquanto as importações cresceram 4,5%, para 41.274,2 M€. A taxa de cobertura das importações pelas exportações passou de 64,7% para 67,4%.

Contudo, no terceiro trimestre as importações cresceram a um ritmo mais elevado que as importações – 5,8% contra 5,1%.

O INE destaca que «os Combustíveis e lubrificantes registaram uma quebra, quer nas entradas quer nas saídas, de 12,1% e de 18,1%, respectivamente».

Do lado das exportações, sobressaíram os crescimentos nos Produtos alimentares e bebidas (14,3%), nas Máquinas e outros bens de capital (13,7%), e nos Fornecimentos Industriais (12%).

No que respeita às entradas, as maiores subidas registaram-se nos Produtos alimentares e bebidas e nos Fornecimentos industriais, com incrementos de 13,1% e 9,4%, respectivamente.

O INE sublinha ainda a passagem de défice a excedente comercial nas trocas com a Malásia (de -22,7 M€ para +232 M€) e França (de -82,3 M€ para +81,2 M€), bem como a subida do superávite comercial com Angola (de 829,8 M€ para 929,8 M€), que passou a ser o segundo país com maior saldo positivo, apenas atrás dos EUA.

Também de destacar são as reduções dos défices com os três principais parceiros comerciais: Alemanha, Itália e Espanha. No primeiro caso, o défice comercial passou de 1.896,5 M€ para 1.678,3 M€, enquanto o défice face a Espanha diminuiu em 56,4 M€, para 4.498,4 M€ e o défice com Itália decresceu em 178,7 M€, para 1.150 M€.

in www.diariodigital.pt

publicado por paulozananar às 16:39
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Importante - HPV: Vacinação gratuita reduzirá em dois terços este cancro

A vacina contra o vírus que causa o cancro do colo do útero, que será gratuita em Portugal para as jovens com 13 anos, reduzirá em dois terços este carcinoma dentro de 20 anos, disse à Lusa um especialista. A vacinação gratuita contra o Vírus do Papiloma Humano (HPV) para as jovens com 13 anos foi hoje anunciada pelo ministro da Saúde. Esta vacina deverá abranger em 2008 cerca de 50 mil adolescentes, o que significa para o Estado um custo de 15 milhões de euros, que deverá duplicar para 30 milhões em 2009. De acordo com o presidente do colégio de especialidade de Ginecologia e Obstetrícia da Ordem dos Médicos, Luís Graça, a administração desta vacina às jovens com 13 anos é uma medida «correcta» e uma óptima notícia para a saúde pública e a saúde das mulheres. O especialista afirmou que a administração da vacina aos 13 anos é «oportuna», pois, em princípio, as raparigas ainda não iniciaram a sua vida sexual, o que confere uma maior eficácia da profilaxia. Por outro lado, aos 12/13 anos existem outras vacinas a administrar, pelo que a data é aproveitada para o combate ao HPV. «Tecnicamente, é uma decisão correcta que deverá conduzir às redução de dois terços do cancro do colo do útero em Portugal», afirmou. Actualmente, há em Portugal cerca de 900 casos anuais desta doença, que é responsável por cerca de 300 mortes por ano. Na Europa, o cancro do colo do útero é a segunda causa de morte entre as mulheres jovens.

Diário Digital / Lusa

in www.diariodigital.pt

publicado por paulozananar às 16:36
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Importante - Mortalidade infantil atinge valor mais baixo de sempre

A mortalidade infantil em Portugal atingiu o ano passado o valor mais baixo de sempre, de 3,3 óbitos em cada mil nascimentos, anunciou hoje o ministro da Saúde.

«A nossa mortalidade infantil desceu uma décima de 2005 para 2006, quando se pensava que era quase impossível baixá-la ainda mais», afirmou Correia de Campos durante a cerimónia de apresentação da inclusão da vacina contra o vírus que causa cancro do colo do útero, que decorreu na Maternidade Alfredo da Costa, em Lisboa.

A maternidade infantil era de 3,4 óbitos por cada mil nascimentos em 2005, tendo atingido os 3,3 por mil nascimentos no ano passado.

Há 10 anos, a taxa de mortalidade infantil em Portugal era de 6,4 por mil e em 1990 era superior a 10 por cada mil nascimentos.

Segundo Correia de Campos, o valor record até ao momento pertence à Suécia, que em 2004 atingiu uma mortalidade de 3,1 óbitos por cada mil nascimentos.

A taxa de mortalidade infantil é o número de óbitos de crianças com menos de 1 ano ocorrido durante um certo período de tempo, normalmente o ano, em relação ao número de nados-vivos do mesmo período (habitualmente número de óbitos de crianças com menos de 1 ano por 1000 nados-vivos).

Diário Digital / Lusa

in www.diariodigital.pt

publicado por paulozananar às 16:29
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