Segunda-feira, 29 de Outubro de 2007

Importante - Portugal: sector público funciona pior do que privados

  Três em cada quatro portugueses inquiridos entendem que a administração pública funciona «pior» ou «muito pior» do que o sector privado. Isto apesar de, segundo os resultados obtidos pelo mesmo inquérito, encomendado pelo Instituto Nacional de Administração (INA) à Universidade Católica, ser opinião quase generalizada que a administração pública tem vindo a melhorar.

Coordenado por Roberto Carneiro e apresentado hoje no V Congresso Nacional da Administração Pública (AP), o estudo, cujas primeiras conclusões são avançadas na edição desta segunda-feira do Diário de Notícias, abrange não só cidadãos/utentes, mas também dirigentes públicos, que naturalmente têm opinião distinta quanto ao desempenho da «sua» administração.

Quase dois terços defendem que o sector público e o privado funcionam de forma «idêntica» e só 30% acham que o seu desempenho é pior que o do privado.

No entanto, apesar de para a maioria dos inquiridos funcionar «pior» do que o sector privado, a administração pública tem vindo a melhorar, isto tomando como base a opinião de 300 cidadãos.

Entre estes, só uma pequena fatia de 5% dos inquiridos acha que os serviços do Estado «nada evoluíram» nos últimos anos, enquanto 60% acham que houve evoluções relevantes.

Quanto ao perfil e desempenho individual dos funcionários, é sobretudo no domínio das habilitações que os inquiridos identificam maiores progressos, com 77% a considerarem que «há cada vez mais habilitações adequadas».

Outro dos aspectos realçados pelos cidadãos é o rejuvenescimento dos funcionários, algo que não corresponde à realidade no conjunto da administração, mas que poderá reflectir particularidades nos serviços de atendimento ao público. A melhoria da «competência» dos funcionários também é destacada, embora 29% discordem.

Curiosamente, o estudo demonstra que os dirigentes públicos não têm noção da apreciação que o público faz dos serviços públicos, tendendo a sobrevalorizar o reconhecimento dos cidadãos.

Ao nível do front Office (atendimento ao público), os progressos mais destacados são a diversidade de canais, o apetrechamento tecnológico e a melhoria das instalações. Já em matéria de rapidez de atendimento, simplificação de processos e horários, as melhorias são pouco notadas.

A possibilidade de pagamento dos impostos através da Internet, por um lado, e as lojas dos cidadãos, por outro, são duas das medidas, tomadas nos últimos anos, que mais elogios suscitam.

Contudo, duas das bandeiras deste Governo não convencem os utentes da administração. É o caso do Simplex e do cartão do cidadão.

in www.diariodigital.sapo.pt  imagem em http://news.google.pt

publicado por paulozananar às 16:23
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