Segunda-feira, 22 de Outubro de 2007

Desporto Motorizado - Ralis - Mais 207 S2000 a caminho do Nacional de Ralis

 Para além do oficial Bruno Magalhães, mais dois ou três pilotos poderão estar ao volante de um Peugeot 207 S2000 na próxima temporada do Campeonato Nacional de Ralis, numa hipótese que deverá ficar aclarada já no decorrer da próxima semana, altura em que Carlos Barros reunirá com o representante do jovem Bernardo Sousa e com o piloto e director da equipa BPN Amarante Rally Team, Nuno Barroso Pereira.
«Vêm cá porque querem saber o preço exacto dos carros e as condições em que os poderão adquirir. Através da nossa filial, sabem de antemão que poderão receber o carro mais cedo, numa altura em que já existe uma extensa lista de pretendentes aos novos 25 kits que a Peugeot Sport acaba de lançar. Pessoalmente, tenho todo o interesse em que estes projectos se concretizem», assegurou Carlos Barros.

Polo já não é hipótese

E se Bernardo Sousa optou por não fazer qualquer tipo de declarações sobre este assunto, já Nuno Barroso Pereira não teve qualquer problema em confirmar que esta é realmente uma das hipóteses em “cima da mesa” para o próximo ano, num projecto que será sempre extensível a Vítor Pascoal.
Afastada que está, «quase em absoluto», a possibilidade da equipa prolongar a ligação iniciada no último rali aos belgas da René Georges Motorsport, «simplesmente porque não há qualquer garantia que o Polo vai ser evoluído nos próximos anos», ganha forma uma das duas alternativas que existem em Portugal:
«O cenário mais provável nesta altura é avançarmos para um Peugeot ou, em alternativa, para um Fiat, tudo dependendo agora das condições que nos forem apresentadas pela Peugeot Portugal e pela Opção 04, embora o factor mais importante na nossa decisão até seja o apoio técnico que nos possam vir a prestar», justificou Barroso Pereira, que se despedirá da condução do Polo S2000 no próximo Rali de Mortágua, mantendo depois «tudo em aberto» para o “Casinos do Algarve”.
Em todo o caso, além da Fiat e Peugeot, uma terceira alternativa está ainda em estudo, já que o amarantino vai deslocar-se na próxima sexta-feira à Finlândia, à base da equipa Tommi Makinen Racing, a fim de testar o novíssimo Subaru Impreza de Grupo N.

in www.autosport.clix.pt  , por JLA

publicado por paulozananar às 21:41
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Terça-feira, 9 de Outubro de 2007

Ralis - Subaru Impreza WRX STi em Outubro

No próximo dia 24 de Outubro a Subaru dará a conhecer o seu novo carro para o Grupo N, como base no também novo Impreza WRX STi.

O novo WRX STi terá mais semelhanças com a versão WRC (que a actual geração), nomeadamente com uma carroçaria mais alargada, tendo a Tommi Makinen Racing, iniciado os testes em finais de Setembro, mas apenas com uma variante "híbrida" do novo WRX.

"O carro surpreendeu-me bastante, nomeadamente em termos de performance e de condução", referiu Tommi Makinen após mais de 1.000 Kms de testes com este novo Impreza de Grupo N, adiantando que brevemente começaram os testes com a versão WRX STi e, por isso, "existe muito trabalho para fazer em pouco tempo".

O novo Impreza WRX STi deverá ter homologação no início de 2008.

in www.ralis.online.pt

publicado por paulozananar às 15:15
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Ralis - Mitsubishi Evo X estreia no Japão

A estreia deste carro, feita como carros 0 e 00 do Rali do Japão, será já com especificações de grupo N, num trabalho de intensa colaboração entre a Motor Sport Divison e a Technical Development Departamente da Mitsubishi Motors.

Nesta carro existe um novo arco de segurança, com inúmeros reforços e que aumentam drasticamente a robustez do carro, face ás versões "normais", não tendo sido divulgado nada de especial face ao motor e a caixa de velocidades, mas que serão alvo de bastantes novidades.

A homologação do carro pela FIA será apenas feita no próximo Verão, estando o carro disponível para a segunda metade da época do PWRC (bem como de diversos campeonatos) em 2008.

in www.ralis.online.pt

 

publicado por paulozananar às 15:10
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Domingo, 5 de Agosto de 2007

Desporto Motorizado - Vídeos On-board RVM 2007

Links directos

 

 

Rali Vinho Madeirahttp://link.brightcove.com/services/player/bcpid716005168?bclid=1125909453&bctid=1125909674

 

www.ralismadeira.com/RalisMadeira-ShakedownRaliVinhoMadeira.wmv

 

 

Rali Vinho Madeira

http://www.ralismadeira.com/ralismadeira-vitorlopes_rvm_SS.wmv

 

Rali Vinho Madeira

 

 

 

 

 

http://www.cricketsfilm.com/aceracingchannel.htm

 

 

publicado por paulozananar às 23:47
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Desporto Motorizado - Basso vence na Madeira

ImageGiandomenico Basso / Mitia Dotta, em Fiat Punto S2000, venceram a 48ª edição do Rali Vinho Madeira. Bruno Magalhães / Paulo Grave, aos comandos do Peugeot 207 S2000 foram os melhores Portugueses e terminaram na 2ª posição. Na 8ª posição terminou o melhor madeirense, Alexandre Camacho.

Giandomenico Basso bisou no Rali Vinho da Madeira. O piloto italiano dominou a prova desde a 3ª prova especial de classificação. Ao longo da 1ª etapa, Renato Travaglia encetou alguns ataques a Basso, mas que não tiveram sucesso. O piloto do Punto S2000 aumentou e geriu a sua vantagem ao longo da 2ª etapa do rali.O rali foi complicado, principalmente na 1ªetapa, em que as condições meteorológicas alteravam constantemente. O Fiat Punto S2000 esteve ao mais alto nível, á excepção de um pequeno susto com a caixa de velocidades, mas na assistência, foi tudo reparado e o carro continuou impecável. Hoje entramos decididos, e aumentamos a vantagem para o Travaglia e depois fomos gerindo essa vantagem” comentava o vencedor da prova insular. 

Na segunda posição, na estrada, terminou Renato Travaglia, mas, nas verificações finais, o italiano foi desclassificado.

Na sequência do relatório apresentado pelo Delegado Técnico da FIA relativo à sua inspecção do carro número 5, antes do reagrupamento no Parque de Assistências G, e tendo dado oportunidade aos pilotos e chefe de equipa do carro número 5 de explicarem o porquê de um dos tubo relativos ao regulador de pressão estar desligado, os Comissários deliberaram e decidiram excluir o carro número 5 por não respeitar o Artigo 254/6.1.

ImageCom esta desclassificação, Bruno Magalhães/ Paulo Grave levaram o Peugeot 207 S2000 á segunda posição final e melhor equipa Portuguesa. Depois de um início muito atribulado, com um atraso de cerca 2m30, derivado a um problema com o carro francês, Bruno Magalhães encetou uma excelente recuperação desde o 20º lugar, ate ao lugar intermédio do pódio. O piloto português beneficiou de uma penalização de 1m10 a Ojeda, que na altura estava na 3ª posição, e a partir desse momento, Bruno Magalhães aumentou a sua diferença para Ojeda, para assim terminar na 3ª posição final. A dupla da Peugeot Total venceu 7 especiais de classificação, e na 2ª etapa, foram mesmo os vencedores, mostrando que se não fosse o azar inicial, iriam lutar pela vitória, porque mostraram andamento para ombrear com os grandes nomes presentes. Com este resultado, Bruno Magalhães assumiu a liderança do Campeonato Nacional de Ralis. 

Durante o rali falou-se na possibilidade de Bruno Magalhães / Paulo Grave disputarem o Rali de San Remo, mas Carlos Barros não confirmou nem desmentiu, afirmando que “gostávamos imenso de levar o Bruno e o Paulo a uma prova do Mundial de Ralis, como já fizemos com outros pilotos da equipa, mas isso já não depende de nós, porque envolve um budget que neste momento não temos”. 

“Estou muito satisfeito com os resultados desta participação no Rali Vinho Madeira, ao vencermos a 2ª etapa, subirmos ao pódio e ganharmos 7 classificativas. Fomos os melhores portugueses, recuperámos a liderança do Nacional de Ralis e fomos os terceiros da geral. Demos o máximo e fomos compensados pelos riscos que todos corremos. Tenho uma equipa fantástica que nos dá o máximo apoio e dessa forma sinto-me um privilegiado.”, revelou Bruno Magalhães. 

“Kike” Ojeda terminou a prova na 3ª posição. O piloto espanhol rodou quase sempre na 3ª posição, mas um problema com a caixa de velocidades e transmissão, no decorrer da 2ª etapa, fez com que penalizasse 1m10s, numa altura que estava atacar a 2ª posição, de Renato Travaglia. Com este imprevisto, o Ojeda manteve-se na 3ª posição, mas por pouco tempo, porque Bruno Magalhães estava diabólico e “roubou” o ultimo lugar do pódio. “Foi um rali em que nos faltou uma pontinha de sorte. Estávamos muito perto do 2º lugar e o problema com o caixa de velocidades fez com que baixássemos para 3º e o carro nunca ficou a 100%  e acabamos por terminar na 4ª posição. Em termos de campeonato foi bom, tanto para mim, como para a Peugeot”, afirmava Ojeda. Com a desclassificação de Travaglia, Ojeda ascendeu ao terceiro lugar. 

ImageJosé Pedro Fontes / Fernando Prata levaram o Fiat Punto S2000 até á 4ª posição. Na primeira prova do Punto em pisos de asfalto, mostrou-se mais competitivo que em pisos de terra, mas mesmo assim, nota-se que ainda há muito trabalho pela frente.  José Pedro Fontes efectuou um rali muito regular, rodando quase sempre no top 6. “Faço um balanço bastante positivo. Foi o É o nosso primeiro rali de asfalto e fomos sempre evoluindo ao longo dos troços. Depois é sempre muito gratificante no primeiro rali de asfalto rodar na frente de pilotos como o Loix e o Navarra. Fizemos bons tempos e agora, no próximo rali, vamos tentar diminuir a diferença para o segundo lugar do Campeonato Nacional. "

A luta pela 5ª posição foi um dos motivos de interesse desta 2ª etapa. Bernd Casier, Corrado Fontana e Simon Jean-Joseph foram os intervenientes. O jovem piloto belga, Bernd Casier, a correr pela primeira vez na ilha da Madeira, levou a melhor sobre os seus rivais.

No final da prova, Casier afirmava que “estou contente porque ganhei a luta com o Fontana, foi bom. Para primeira vez na Madeira não foi nada mau.” 

Corrado Fontana acabou na 6ª posição. O piloto italiano do Punto S2000 perdeu, na derradeira prova especial de classificação, uma posição para o belga.”O objectivo principal foi atingido, ou seja, concluir o rali. Foi uma prova muito dura em que o ritmo foi muito elevado desde início. Estou satisfeito com este resultado e espero estar aqui, no próximo ano, para tentar melhorar.” 

Simon Jean-Joseph terminou na 7ª posição e foi o vencedor do Agrupamento Turismo. “Estou contente por ter terminado o rali. Foi uma boa luta com o Camacho e é sempre um grande prazer estar na Madeira”. 

Alexandre Camacho foi o melhor piloto Madeirense e terminou a prova na 8ª posição. O piloto do Peugeot 206 S1600 travou uma excelente luta com Jean-Joseph. Com este resultado alcançado, Alexandre Camacho assume a liderança do Campeonato Ralis Coral da Madeira. O dia começou a correr bem, depois nas últimas quatro classificativas ficámos sem embraiagem, com um escape partido e tivemos que tirar o pé do acelerador para continuarmos a ser o melhor madeirense e agarrarmos os pontos de hoje..” 

Paulo Fontes, presidente do clube Organizador e também da Comissão Organizadora do Rali Vinho Madeira, está feliz com mais esta edição do RVM07, “foi uma grande edição do Rali Vinho Madeira. Em termos de organização cumprimos com todos os horários.”

fotomomento.jpgApesar dos “acidentes e dos incidentes, normais em provas deste tipo, a Organização resolveu todas as situações em tempo útil, pelo que se pode considerar um rali de sucesso”- Sem se deter, o máximo responsável pela Organização da prova comemorou “com os mais eficientes, já que nos ralis há sempre o factor sorte, e nem sempre se brinda os melhores”.

Quanto à participação do rali no IRC, Paulo Fontes descansa os madeirenses, avisando também os que querem entrar para o IRC: “Não temos nada a temer. Vamos continuar a demonstrar que sabemos organizar uma prova de sucesso, numa Ilha de sucesso, que tem uma grande imagem e um local de um grande destino. Basta falar com os pilotos para se ver o que dizem do rali: Que estamos a honrar o desporto português e que se faz um rali de sucesso, ano após ano. No IRC, o Rali Vinho Madeira está na linha da frente. Quem quiser entrar, vai ter de o fazer para um lugar mais atrasado”.

 

 

 

Liderança da prova

Absoluto – Renato Travaglia, na 1ª e 2ª PEC; Giandomenico Basso, da 3ª à 19ª PEC
Grupo A – Simon Jean Joseph, na 1ª PEC; Aécio Anjo, na 2ª PEC; António Nunes, na 3ª PEC; Alexandre Camacho, na 4ª PEC; Simon Jean Joseph, da 5ª à 19ª PEC
Grupo N – Renato Travaglia, na 1ª e 2ª PEC; Giandomenico Basso, da 3ª à 19ª PEC

Vencedores
Absoluto – Giandomenico Basso/Mitia Dotta - Fiat Punto S2000
Grupo A – Simon Jean Joseph/Jack Boyere - Citroen C2 S1600
Grupo N – Giandomenico Basso/Mitia Dotta - Fiat Punto S2000
 

 

in www.pregoafundo.com

Classificação Final

Clf.

Piloto / Navegador

Carro

Tempo

1

Giandomenico Basso / Mitia Dotta

Fiat Punto S2000

3h06m13,4s

2

Bruno Magalhães / Paulo Grave

Peugeot 207 S2000

+2m26,4s

3

E. García Ojeda / Jordi Costa

Peugeot 207 S2000

+2m52,8s

4

J.Pedro Fontes / Fernando Prata

Fiat Punto S2000

+3m39,0s

5

Bernd Casier / Frederic Miclotte

Peugeot 207 S2000

+5m37,3s

6

Corrado Fontana / Renzo Casazza

Fiat Punto S2000

+5m40,6s

7

Simon Jean-Joseph / Jack Boyere

Citroen C2 S1600

+6m03,5s

8

Alexandre Camacho / Rui Abreu

Peugeot 206 S1600

+6m59,9s

publicado por paulozananar às 23:18
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Quarta-feira, 1 de Agosto de 2007

Desporto Motorizado - Rali Vinho Madeira no Eurosport

Tal como acontece com as outras provas do Intercontinental Rally Challenge, o Rali Vinho Madeira terá honras televisivas por parte da cadeia Eurosport, com os diversos canais, Eurosport, Eurosport 2 (disponível apenas na Meo PT, Smarttv e Cabovisão), Eurosport Ásia-Pacifico, a difundirem 8h30m de Rali:

Sexta-feira, 3 de Agosto:
Eurosport: 13h15 às 13h30 (Directo)
Eurosport 2: 16h45 às 17h00 (Directo)
Eurosport: 21h15 às 21h30 (Repetição)
Eurosport 2: 22h15 às 22h30 (repetição; + 6 repetições de 15 minutos até às 07h:30)

Sábado, 4 de Agosto:
Eurosport: 13h00 às 13h30 (Directo)
Eurosport: 18h00 às 18h15 (directo)
Eurosport 2: 22h15 às 22h30 (Repetição; + 6 repetições até às 07:30 horas)

Domingo, 5 de Agosto:
Motorsports Weekend” (Eurosport)

Terça-Feira, 7 de Agosto:
Eurosport: 22h00 ás 22h30 (Resumo)

Quinta-feira, 9 de Agosto:
Eurosport 2: 17h30 (Resumo)
Eurosport 2: 22h15 (Resumo)


 

in www.ralis.net por Marco Nóbrega

publicado por paulozananar às 11:28
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Segunda-feira, 30 de Julho de 2007

Desporto Motorizado - WTCC: Chevrolet vence e Monteiro faz um segundo

A passagem do Campeonato do Mundo FIA de Viaturas de Turismo (WTCC) pela pista de Anderstorp será de boa memória para Tiago Monteiro. Depois do duplo 3º posto no circuito citadino de Pau, na única ronda nórdica do campeonato, o ex-piloto de F1 subiu ao segundo lugar do pódio.
Ainda mais feliz que o nosso compatriota ficaram as hostes da Chevrolet Europe que venceu as duas corrida, a primeira por intermédio de Rob Huff, e a segunda graças ao "convidado" Rickard Rydell. Contudo, e na segunda contenda do dia, o resultado do homem da casa poderá ter reflexos nas contas do campeonato.

1ª Corrida: "Huffy" por muito pouco: 
Os relativamente "poucos" (18.000) espectadores suecos que se deslocaram a Anderstorp assistiram a uma corrida interessante. A chuva passou e a pista secou, mas não o suficiente para Tiago Monteiro vencer. O português saiu com slicks e não aguentou Robert Huff atrás de si, o mesmo acontecendo com o SEAT a Diesel de Jordi Gène. Todavia, com a pista a melhorar para os pilotos que apostaram no seco, o SEAT com as cores de Portugal ultrapassou o "irmão" TDi e ficou colado à traseira do Chevrolet Lacetti WTC vencedor.

No final da prova Tiago Monteiro dizia: "Nós sempre queremos mais...podíamos ter ganho. Mas estou contente, pois este foi o meu melhor resultado até aqui. A corrida difícil para todos. Tive que dar o máximo sempre. O Huff ganhou no início e depois foi impossível apanha-lo. Não estava no ritmo, não tinha o "grip" e não queria sair de pista. A partir do momento que a pista começou a secar, comecei a aproximar-me. Um obrigado para a equipa pelo excelente trabalho".
Numa corrida muito animada, em que a classificação mudou até à última curva, James Thompson deu à Alfa Romeo um pódio, coisa rara esta época. Tom Coronel foi 4º classificado, em frente a Gabriele Tarquini, outro dos pilotos que escolheu slicks. Com a queda na classificação de Jordi Gène, o 6º posto de Yvan Muller ficará para a história como os primeiros pontos de uma viatura a Diesel e logo no dia de estreia.

Resultado:
1. Robert Huff Chevrolet 23:51.708
2. Tiago Monteiro SEAT + 0.729

2ª Corrida: Revolta do convidado
A Chevrolet dominou por completo a segunda manga do dia. Os Nicola Larini e Alain Menu a liderarem grande parte da prova, mas o convidado Rickard Rydell, aproveitando o facto de ter escolhido pneus de seco, e a pista ter novamente secado até ao fim da contenda, para ultrapassar os seus dois companheiros de equipa.
Este resultado causou muito mau estar no seio da marca norte-americana, pois o piloto sueco acabou por roubar dois preciosos pontos aos dois titulares.
O holandês Tom Coronel e o inglês James Thompson ao terminarem em 4º e 5º lugar respectivamente, também tiveram motivos para sorrir no final. Já o mesmo não se pode dizer das hostes da BMW Motorsport. Por causa dos 60 kg de lastro, Augusto Farfus, Jörg Muller e Andy Priaulx saíram da Suécia sem um único ponto, mas mais leves para a ronda de Oschersleben.
Tiago Monteiro não conseguiu repetir o pódio da primeira corrida, mas voltou a pontuar, apesar da equipa ter adoptado pela mesma estratégia de corrida. O SEAT do português caiu várias posições nas primeiras voltas, mas Tiago Monteiro recuperou da 13ª posição até ao 6º lugar final graças à aposta nos pneus slick e à sagrada ajuda do São Pedro. O nosso compatriota somou este fim-de-semana 11 pontos e foi o piloto que mais pontuação acumulou na única prova nórdica do calendário.

Resultado:
1. Rickard Rydell Chevrolet 23:41.120
2. Nicola Larini Chevrolet + 1.608
3. Alain Menu Chevrolet + 1.856
4. Tom Coronel SEAT + 5.157
5. James Thompson Alfa Romeo + 6.070
6. Tiago Monteiro SEAT + 6.796

por Sérgio Fonseca in www.sportmotores.com
publicado por paulozananar às 16:04
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Desporto Motorizado - Fique a conhecer o Circuito de Vila Real

O regresso das corridas à capital de trás-os-montes está deixar o mundo do automobilismo nacional muito expectante. Apesar da promoção da prova não estar a ser feita da forma mais adequada para o país, as informações vão surgindo aos poucos.
Abaixo está o link onde lhe mostrará um pequeno video que simula uma volta ao novo circuito de Vila Real e dá para se ter uma ideia de como será o traçado. A fase inicial do vídeo começa com fotografias apenas, mas depois vem a parte dinâmica.

Link ao vídeo

por José António Marques in www.sportmotores.com

publicado por paulozananar às 15:56
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Desporto Motorizado - Ricardo Teodósio condenado pelo tribunal da Ribeira Grande - Açores

Ricardo Teodósio foi condenado a 4 meses sem carta, ao pagamento de uma multa de 50 mil Euros, e ainda de uma indemnização de cerca de 40 mil Euros à família da vítima mortal do acidente em que esteve envolvido no Sata Rali dos Açores de 2005.
O facto é noticiado no site do jornal "O Jogo" onde é dada conta da condenação do algarvio por homicídio negligente.
Recorde-se que nessa edição da prova Ricardo Teodósio esteve envolvido num acidente de viação na ligação entre a derradeira classificativa e o parque de assistência. O algarvio embateu num automóvel que saiu de uma via sem prioridade acabando por resultar do acidente uma vítima mortal que seguia no lugar dianteiro direito do véiculo que sofreu o embate.
Segundo o tribunal açoreano, Teodósio seguia a mais de 100km/h (não tendo provado a velociodade exacta) numa via onde o limite era de 50 km/h, existindo no local um semáforo de velocidade que se encontrava verde na altura da passagem do Mitsubishi Lancer.
Ainda segundo o site "O Jogo", a juiza Fernanda Falé determinou que a Teodósio era atribuída 30% da responsabilidade do acidente sendo os restantes 70% atribuidos ao condutor do veículo que sofreu o embate.
O local onde se deu este acidente era conhecido pela elevada sinistralidade, sendo de realçar que após esse acidente foi construída uma rotunda no local.
Para além de toda a polémica que rodeou este acidente, a comunicação social sensacionalista ajudou um pouco a lançar a confusão, com reportagens parciais que não transmitiram a verdadeira realidade ocorrida. A prova do senscionalismo é mesmo a notícia publicada hoje no site do diário desportivo acima referido, já que não é costume este jornal publicar notícias da actualidade do Campeonato Nacional de Ralis.

José António Marques  in www.sportmotores.com
publicado por paulozananar às 09:43
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Segunda-feira, 16 de Julho de 2007

Desporto Motorizado - Circuito da Boavista: FPAK explica problemas

Muito se tem dito e escrito sobre as incidências verificadas no decorrer do Circuito da Boavista no passado fim-de-semana, sem que no entanto se tenha salientado o principal.

É do conhecimento geral, que a montagem de um qualquer circuito urbano é extremamente difícil e implica um planeamento muito rigoroso por parte das entidades responsáveis pela sua atempada montagem. E tal como já havia acontecido na edição anterior do G P Histórico do Porto em 2005, os serviços da Câmara Municipal do Porto desenvolveram e efectuaram novamente no corrente ano, um trabalho de altíssima qualidade na montagem de todas as estruturas de segurança da pista, que mereceram alíás um rasgado elogio por parte do Inspector FIA, Roland Bruynseraede, que veio ao Porto expressamente na passada 4ª feira (4 de Julho) efectuar a inspecção final de homologação FIA (Grau 4) do Circuito. E que após a vistoria completa (efectuada a pé) à totalidade do circuito, na companhia do membro da Comissão de Circuitos da FIA e Director Permanente de Corrida do WTCC, Eduardo Freitas e do responsável pela segurança da prova, António Meneres, bem como dos técnicos da CMP, considerou haver sido efectuado um trabalho notável em termos de montagem do circuito por parte da CMP.

Por outro lado, há igualmente que salientar a excelente apresentação do "Paddock", que recorde-se era em 2005 quase totalmente em piso de terra e de dimensões muito mais reduzidas e que apresenta agora condições excepcionais, não só através do seu piso integralmente asfaltado bem como de todo o equipamento complementar necessário ás equipas e organização, com a disponibilização da corrente eléctrica necessária, apoios sanitários em quantidade suficiente, e uma organização do parqueamento digna de registo.

Ou seja, em termos práticos e correctos, o trabalho prévio de preparação e montagem de todo o circuito, não pode merecer de ninguém o mínimo reparo. Contudo, há que reconhecer que os circuitos urbanos têm particularidades que não existem num qualquer autódromo. Porque nestes, quando se lá chega, já está tudo pronto para ir para a pista e basta acender a luz verde dos semáforos e tudo pode rolar de imediato.

Num circuito urbano, sobretudo como é o caso do Circuito da Boavista, há que atender à mobilidade dos cidadãos que residem nas áreas que a pista atravessa; pelo que e para que esta possa funcionar em condições de total segurança, há que fechar todos os acessos individuais ás casas e garagens existentes no percurso, bem como das diferentes travessias de peões, o mais tarde possível. Não privando assim os residentes da sua mobilidade, senão quando tal se torna estritamente necessário. E no caso do Circuito da Boavista, tal correspondeu ao encerramento na madrugada de 6ª feira, de oitenta diferentes locais ao longo de todo o circuito.

Por outro lado, e porque não se trata de uma operação efectuada com frequência, já que a única vez em que tais operações haviam sido efectuadas ocorreu em 2005, é normal que no primeiro dia exista ainda alguma descoordenação entre as forças policiais, os serviços auxiliares de bombeiros e de apoio técnico à pista e a organização da prova. O que de alguma forma dificultou o acesso pelos locais previamente definidos para aceder ao interior do circuito, a todos quantos o deveriam efectuar, atrasando de forma significativa a montagem de todo o esquema de segurança activa e passiva necessária para que as viaturas de competição pudessem entrar em pista.

Desnecessário será referir que grande parte das vias em que se desenrola o circuito da Boavista, são vias de tráfego normalmente muito intenso, quer durante o dia, quer durante a noite, o que impediu a montagem antecipada de algumas das estruturas de segurança passiva (barreiras de pneus, extensão de rails, delimitadores de percurso, etc.) indispensáveis à realização da prova e que constavam dos termos definidos pela homologação FIA. Estruturas essas que só foi possível montar após o total encerramento ao tráfego normal (por parte das forças policiais) da totalidade do percurso, permitindo então que as equipas da CMP pudessem instalar tais dispositivos.

Assim, o atraso de cerca de duas horas com que se iniciou o programa de treinos de 6ª feira, teve como motivo principal tais circunstancias e provocou a realização de uma reunião conjunta de todas as entidades envolvidas, no início da tarde de 6ª feira, onde se acertaram normas e procedimentos para evitar que tal situação voltasse a ocorrer. Devido a esse atraso, foi como é óbvio necessário reduzir ligeiramente a duração de quase todas as catorze diferentes sessões de treinos previstas para esse dia, adaptando-se consequentemente os respectivos horários de forma a garantir o cumprimento do programa. Que incluía ainda no seu final, duas corridas reservadas aos Campeonatos Nacionais de Clássicos - Velocidade. As quais tiveram o seu início já só com um atraso de 47 minutos em relação ao horário inicialmente previsto no caso do CNCV 1300 (que cumpriu a totalidade dos 20 minutos de corrida previstos) e um atraso de cerca de 55 minutos para a corrida do CNCV/TNCV. Corrida esta que viria contudo a ser interrompida aos 14 minutos de corrida (estando inicialmente previstos 25 minutos) no decorrer já da 6ª volta, após um violento acidente na zona de meta, que destruiu totalmente dois dos muros delimitadores da pista e inutilizou as células de cronometragem instaladas nesse local. Tendo-se assim verificado o final do programa de 6ª feira às 20.15, quando pelo programa inicialmente previsto, se deveria ter terminado às 19.30.

No início do 2º dia de prova (Sábado) e após alterações efectuadas à "Chicane" imediatamente antes da meta ("Chicane" esta que já havia estado instalada no mesmo e exacto local, embora com um formato ligeiramente diferente, no G P Histórico do Porto 2005) com o encurtamento da sua zona de saída de forma a obrigar a forte travagem e à consequente redução de velocidade no local, os pilotos da International Formula Master e os seus Chefes de Equipa, tentaram de alguma forma pressionar a Direcção da Prova para que esta modificasse de novo o traçado da "Chicane" por considerarem então a sua "saída" demasiado estreita. O que viria a atrasar novamente o início do programa de prova em cerca de 1 hora. Entretanto e iniciado o programa, uma série de acidentes provocados pela "excessiva fogosidade" de alguns pilotos menos cuidadosos, provocaram diversas interrupções no programa, necessárias não só para remover as viaturas acidentadas da pista, mas sobretudo para reparar os danos consideráveis verificados nas estruturas de segurança passiva implementadas. O que também incluiu uma nova alteração da "Chicane" antes da meta, com novo alargamento da sua saída.

Só que no sábado e por força das previstas transmissões televisivas internacionais em directo, da Corrida 1 da International Formula Masters e dos treinos cronometrados do WTCC, os horários destas duas competições teriam que ser integralmente respeitados, pelo que foi necessário efectuar diversas adaptações ao programa, de forma a respeitar essa situação. Por tal motivo, e por exemplo, os treinos cronometrados do CNV/PTCC, inicialmente previstos para decorrerem entre as 10.15 e as 11.00 horas, tiveram que ser transferidos para um novo horário, tendo o seu início previsto para as 13.35 h, o que sucedeu. Só que mal haviam sido iniciados os treinos cronometrados, um violento acidente da primeira viatura em pista, na zona da Vilarinha, obrigou à sua imediata interrupção e à consequente reparação dos "jerseys" de betão delimitadores da pista, obrigando à sua integral substituição; numa operação bastante demorada mas que permitiu continuar a garantir nesse local a segurança indispensável para todos os concorrentes.

Tal facto, aliado à condicionante da transmissão televisiva directa que se seguia dos treinos cronometrados do WTCC, obrigou a nova alteração do programa de prova, o que implicou por exemplo que os treinos cronometrados do CNV/PTCC tivessem o seu início apenas às 17.30 horas e a corrida do Open que se deveria ter iniciado às 13.55, viesse a ter o seu início apenas às 19.10 h. Ao que se seguiram as segundas corridas dos CNCV 1300 (que decorreu normal e integralmente) e do CNCV/TNCV. Que fruto dos atrasos entretanto verificados, viria a iniciar-se apenas às 21.10, quando no programa da prova estava previsto o seu início para as 18.20, e que viria a terminar após decorridos os 25 minutos previstos, com nove voltas percorridas, sendo as quatro últimas atrás do Safety Car por razões de segurança, tendo em consideração a sensível redução da visibilidade (devido ao anoitecer) em vários pontos do circuito.

No que se refere ao programa de Domingo, e aparte um ligeiro atraso de 15 minutos no seu início, motivado pela necessidade de reparação de uma zona degradada do piso junto à rotunda do "Castelo do Queijo", todo o programa decorreu dentro do horário previsto, não se tendo aqui verificado quaisquer acidentes que motivassem a interrupção das corridas, com excepção da partida da 1ª corrida do CNV/PTCC, em que 20 viaturas se envolveram numa "carambola" na 2ª curva do circuito bloqueando toda a pista, tendo a corrida sido suspensa e reiniciada atrás do Safety Car, tal como definem as regras nacionais em vigor. Mas tal situação não inibiu que o restante programa de prova fosse cumprido, já que havia espaço de tempo suficiente entre cada corrida para colmatar eventuais atrasos.

Como esclarecimento adicional e para quem não saiba, um evento como este, que integra um Campeonato do Mundo FIA (WTCC), tem sempre na sua estrutura organizativa as seguintes entidades:

Promotor do Campeonato WTCC - neste caso a KSO
Promotor (local) da prova - neste caso, a Talento em colaboração com a C M do Porto
Autoridade Desportiva Internacional - FIA
Autoridade Desportiva Nacional - neste caso a FPAK
Entidade Organizadora (em termos desportivos) ¿ neste caso, o ACP em colaboração com a ACDME, que por sua vez recebeu o apoio de outros Clubes (Clube Automóvel do Minho, Movimento Sport Clube, Nordeste Automóvel Clube e Vitoria Futebol Clube) através da cedência dos seus Comissários de Pista e de Parques, tendo ainda em pista um grupo de Comissários franceses oriundos dos circuitos de Pau e Mónaco.

Porque importa repor a verdade dos factos, o horário de prova foi integralmente definido pela KSO (Promotora internacional do evento principal) depois de consultar a FPAK, que propôs algumas modificações que foram aceites pela KSO.

Tendo a estrutura desportiva da prova (ACP / ACDME) oportuno e prévio conhecimento do mesmo. Inclusive nas cinco diferentes versões que foram sendo elaboradas anteriormente á prova e que foram sendo adaptadas de acordo com os horários previstos para as transmissões televisivas internacionais. Não tendo o Promotor nacional (Talento) qualquer intervenção na sua elaboração. Intervenção que obviamente este teve, porque era da sua inteira e exclusiva responsabilidade, em tudo quanto se referiu à instalação de bancadas, promoção do evento, bilheteira da prova, preparação do "Paddock", acessibilidades, publicidade estática no circuito, zonas de acolhimento e zona VIP, Catering, etc., o que desenvolveu juntamente com a empresa municipal Porto Lazer e com a Câmara Municipal do Porto.

É óbvio que nem tudo correu sem falhas nem foi absolutamente perfeito. Numa prova que se disputou apenas pela segunda vez, e com um intervalo de dois anos entre si, ainda haverá muito para melhorar. E certamente que no próximo fim de semana, com a realização da segunda edição do Grande Prémio Histórico do Porto, a mesma equipa já mais rodada e com a experiência obtida no passado fim de semana, irá certamente garantir mais um espectáculo desportivo de elevada qualidade.

Na sequência das diversas reuniões havidas durante a prova do passado fim-de-semana, de análise às diferentes situações verificadas, a Câmara Municipal do Porto irá já disponibilizar outros equipamentos de apoio que não lhe haviam sido antes solicitados. Como seja o caso de varredoras/aspiradoras que limpem totalmente as bermas laterais da pista (junto aos passeios e aos "jerseys" delimitadores), onde após a passagem das varredoras utilizadas no passado fim de semana, se acumulavam detritos de pneus, de asfalto e das estruturas de betão adjacentes à pista, que sugadas para a pista pela passagem dos carros de competição a alta velocidade, foram causa de grande parte dos despistes verificados, devido à sujidade assim acumulada nas trajectórias habituais.

Como se comprovou no ultimo dia de prova (domingo), em que tendo havido o cuidado de remover manualmente e sempre que possível, tais detritos das bermas, o número de despistes foi consideravelmente inferior ao verificado nos dois dias anteriores. Porque tal recomendação se aplica não só aos pilotos nacionais, mas também aos internacionais, um qualquer circuito urbano não tem a mínima semelhança com um autódromo. Nestes há bermas largas e escapatórias suficientes para que em caso de um qualquer exagero por parte dos pilotos, ou de qualquer eventual toque entre viaturas, exista uma margem de segurança confortável para os suprir. O que não acontece num circuito urbano.

Por outro lado, o pavimento de um autódromo, tem normalmente muita borracha (dos pneus) acumulada, que permite cumprir as trajectórias escolhidas com maior segurança. Num circuito urbano, composto por diferentes tipos de asfalto nas várias zonas que o integram e em que circulam diariamente milhares de viaturas, provocando que a sujidade e a gordura se acumulam no pavimento, é necessário conduzir com muito maior precaução. Por isso, num circuito urbano, quaisquer exageros, uma excessiva fogosidade, um menor cuidado de qualquer piloto, pagam-se normalmente bastante caro. Como o comprovam as inúmeras viaturas seriamente danificadas, sobretudo durante as sessões de treinos. É que tal como jocosamente referiu um dos mais destacados pilotos do WTCC no passado domingo, num circuito urbano, ou "temos a cabeça no sítio ou deixamos as nossas impressões digitais nos muros que nos rodeiam".

Certamente que já neste fim de semana, com a "máquina muito mais afinada" o Circuito da Boavista vai ser palco de corridas emotivas e interessantes, para que os milhares de espectadores que aí vão acorrer dêem por bem empregue o seu tempo e se tornem ainda mais adeptos do desporto automóvel.

A "Sempre Mui Nobre, Leal e Invicta Cidade do Porto" e a sua Câmara Municipal bem o merecem, pelo hercúleo e excelente trabalho desenvolvido mais uma vez na montagem das estruturas do Circuito da Boavista. Possibilitando que em dois fins-de-semana consecutivos, o Desporto Automóvel tivesse honras de permanente divulgação na Comunicação Social nacional e internacional.

in www.sportmotores.com   Comunicado 065/2007-FPAK
publicado por paulozananar às 17:02
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Desporto Motorizado - Rali de Portugal "valeu" mais de 70 milhões de Euros

O Vodafone Rally de Portugal, prova rainha do automobilismo foi o evento desportivo que gerou mais retorno em Portugal, depois do Euro 2004, segundo o estudo encomendado pelo Automóvel Club de Portugal ao Centro Internacional de Investigação em Território e Turismo da Universidade do Algarve.

O impacto do Vodafone Rally de Portugal na Economia do Turismo e Imagem do Algarve e Baixo Alentejo 2007 potenciou o aumento do número de visitantes no Algarve e Baixo Alentejo e cumpriu o propósito de promover a região através da publicidade e cobertura pelos media.

O Secretário de Estado do Turismo, Bernardo Trindade, teceu os maiores elogios aos resultados do estudo afirmando que ¿estes valores são muito significativos e provam que os eventos são decisivos para a promoção turística e um instrumento eficaz para combater a sazonalidade. O Governo pode e deve continuar a apoiar iniciativas semelhantes¿. Não deixando contudo de apelar às entidades privadas para que desempenhem o mesmo papel.

Carlos Barbosa, presidente do ACP, está, naturalmente, satisfeito com os resultados do impacto da prova e muito optimista em relação à questão do Vodafone Rally de Portugal voltar a integrar o campeonato mundial outra vez em 2008.

Relembramos que os objectivos propostos, ao nível do turismo e imagem, do Vodafone Rally de Portugal 2007 eram:

- Contribuir para criar uma imagem favorável do destino
- Expandir a tradicional época turística
- Aumentar a procura turística no destino
- Atrair visitantes domésticos e internacionais
- Aumentar os ganhos económicos no destino

O Rally de Portugal 2007 revela um excelente desempenho sobre a economia do turismo, valorização e projecção da imagem do destino e os números são a maior prova.

As despesas dos residentes, não residentes e organização totalizaram 42.952.650

Despesa Agregada (euros) Residentes - 1.254.339
Não residentes - 39.945.917
Organização - 1.752.394
Gastos totais - 42.952.650

O valor económico indirecto associado à exposição do Rally atinge os 35.766.106 euros, quer pela exposição nacional valorizada pela CISION (2007) em 6.115.177 euros (todos os media), quer pela exposição internacional em 26.101.001 euros (considerando apenas TV).

Despesa (euros)
Directa (despesa) - 42.952.650
Indirecta (imagem) - 35.766.106
Total - 78.718.756

Os públicos alvo deste estudo (adeptos residentes, não residentes e comunicação social) avaliaram de forma positiva os vários atributos do Rally que estavam em análise. Os seguintes destacam-se pela melhor média atingida:

- Infra-estruturas do Estádio Algarve
- Nível de espectacularidade alcançado pela prova
- Organização do evento
- Cumprimento das regras de segurança
- Media Centre
- Estrutura do Rally

Face às expectativas apresentadas a 17 de Janeiro de 2007 pelo CIITT/UALG, o valor total de 78.718.756 euros representa um impacto 2,8 vezes superior ao previsto. Na sua composição o acréscimo é muito forte na despesa directa, de 10.614.330 euros para 42.952.650 euros, isto é, 4,05 vezes mais, sendo também significativo nos impactos indirectos por valorização da imagem, previstos em 17.000.000 euros e realizados em 35.766.106 euros, isto é, uma multiplicação por 2,1 face às previsões iniciais.

Numa comparação com estudos de natureza semelhante embora com diferenciados graus de profundidade, verifica-se que o Rally de Portugal 2007 em termos de impactos directos ultrapassa largamente as estimativas efectuadas para o Rally da Irlanda de 2006 pela Universidade de Ulster, as quais se situam em 6,7 milhões de euros, ficando em paralelo com o Rally da Catalunha de 2006, cujo impacto económico directo foi estimado em 46,2 milhões de euros.

in www.motorsport.com  por JAM com A.I.
publicado por paulozananar às 16:53
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Desporto Motorizado - Vila Real poderá albergar Historic Festival em 2008

Com os clássicos a terem regresso à Boavista marcado para 2009, Francisco Santos da Talento está na busca de um local onde possa realizar o Historic Festival em 2008 e poderá ter encontrado em Vila Real as condições necessárias.

Na passada semana, aquando da visita de alguns antigos pilotos à pista transmontana, terão sido dados passos nesse sentido, e apesar de trás-os- montes transmitir a ideia que terá Historic Festival em 2008, Francisco Santos é mais comedido nas palavras.

"Neste momento a Talento, a Câmara Municipal de Vila Real e o Clube Automóvel de Vila Real estão a trabalhar em conjunto para que seja possível realizar lá um evento semelhante ao que fizemos em 2005 na Boavista," explicou o homem forte da Talento sem confirmar que tudo esteja definido.

Depois do nascimento na ideia no Autódromo do Estoril, local onde a ideia acabou também por "morrer", a Talento tem encontrado nos circuitos citadinos e nas Câmara Municipais nortenhas os parceiros ideais para colocar de pé este evento.

Recorde-se que Vila Real está intimamente ligada aos clássicos, seja pela valiosa história do circuito, seja pelo evento que promoveram aquando a abertura do Dolce Vita Douro e que superou todas as expectativas em termos de adesão.

in www.sportmotores.com  por José António Marques

publicado por paulozananar às 16:45
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Desporto Motorizado - Circuito Boavista - Um F1 a 284km/h no Porto

A Red Bull esteve presente no Circuito Histórico da Boavista com o monolugar de 2006, o Red Bull RB02, para uma acção promocional que teve uma interessante componente dinâmica na pista citadina da cidade do Porto.

Estando em exibição na tenda da Red Bull, este monolugar tinha duas saídas para a pista marcadas para a hora de almoço de Sábado e Domingo, mas como a saída de Domingo foi feita com pista molhada, acabou por ocorrer uma terceira saída a encerrar o programa.

O volante era ocupado pelo sul africano Adrian Zaugg, piloto que disputa as GP2 Series e a favor do qual foi preterido o "nosso" Filipe Albuquerque para ingressar na GP2 este ano, mas o "nosso" Albuquerqe já o bateu por diversas vezes em pista. Não sendo a primeira vez que se sentava num F1, era a primeira vez que rodava uma volta completa num circuito, ainda que isto tenha sido apenas uma exibição para "inglês ver".

Foto: Nuno CastroPara terminar o programa de corridas Zaugg saiu para a pista para três voltas em que nenhuma delas foi completa, já que o sul africano se "perdeu" em arranques e piões para deliciar o publico. No entanto, ficou na retina o que é um Fórmula 1 dos tempos modernos rodar no Circuito da Boavista, simplesmente impressionante.

Para o piloto de 21 anos a experiência foi emocionante, "simplesmente espectacular! Este fim de semana tive a minha primeira oportunidade com um Fórmula 1 em circuito e logo numa pista citadina, apesar de ser uma demonstração foi fantástico rodar aqui e deliciar o publico," explicava eufórico mal saiu do cockpit ao final da tarde de Domingo. Em relação ao traçado Adrian Zaugg explicou que "tem o piso muito ondulado, o carro salta muito". Aliás, por causa destas irregularidades este Red Bull RB02 tinha a altura ao solo aumentada em 5cm.

Para se ter uma ideia do que é um Fórmula 1 numa pista como esta, em conversa com um dos engenheiros que integravam a estrutura da Red Bull ficamos a saber que a velocidade máxima atingida foi de 284km/h no Domingo, estando esta limitada electronicamente. Quanto à zona onde a mesma foi atingida... foi na descida da Circunvalação mas sem a famosa chicane! Segundo o gráfico da telemetria o piloto rodava mais de 5 segundos a 284km/h. No Sábado essa mesma velocidade tinha-se ficado por uns "modestos" 280,4km/h.

 

in www.sportmotores.com    por José António Marques  Fotos: Nuno Castro
publicado por paulozananar às 16:13
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Quarta-feira, 11 de Julho de 2007

Desporto Motorizado - Circuito da Boavista: ACP demarca-se dos problemas da Boavista

Estalou a polémica em redor do Circuito da Boavista. Em comunicado de imprensa o ACP clarifica alguns pontos "escaldantes" do fim-de-semana passado...


ASSUNTO: ESCLARECIMENTO DO ACP SOBRE O CIRCUITO DA BOAVISTA 2007

Têm nestes últimos dias surgido nos OCS nacionais, algumas considerações acerca da actuação dos responsáveis do ACP no Circuito da Boavista, que, ou não correspondem à verdade, ou são merecedoras de uma clarificação, que julgamos ser necessário fazer neste momento, para que, de uma vez por todas, se reponha a verdade dos factos.

Como todos deverão saber, o ACP é indicado pelo Regulamento Particular da Prova, como sendo o Clube detentor do Alvará passado pela Câmara Municipal do Porto, que autoriza a realização do dois Circuitos, previstos para o anterior e próximo fim-de-semana de Julho.

O ACP recorreu aos serviços da ACDME - com o acordo da FPAK - para conseguir implantar todos os sistemas operativos na pista da Boavista, aproveitando a experiência dos responsáveis pela organização de provas no Autódromo do Estoril, indicando para Director da Prova o Sr. David Cabral e recebendo da FIA um Director de Corrida, Sr. Eduardo de Freitas e da ACDME o Sr. Nuno Esteves.

Todos os sistemas operativos - incluindo segurança, desempanagem, remoção e outra assistência técnica - foram incluídos num plano de segurança, seguindo as indicações da ACDME, que com o acordo da FIA, FPAK, Câmara Municipal do Porto e Talento ¿ entidade promotora do evento ¿ indicaram ao ACP os meios necessários para colocação ao longo do traçado, fornecendo o Automóvel Club de Portugal os reboques julgados necessários para o bom funcionamento dos referidos sistemas operativos.

O Programa das Corridas foi imposto pelo Promotor do Circuito - com o acordo da FPAK - aos organizadores do ACP, que tentaram viabilizar a realização de todas as sessões de testes, treinos e corridas, sabendo sempre que os horários previstos para o WTCC seriam inamovíveis, pelo que qualquer atraso nas outras categorias, jamais poderia condicionar as sessões previstas para os participantes no referido campeonato.

Este ponto serve para esclarecer, que o ACP sempre discordou da extensão do Programa, mas tentou cumpri-lo, arriscando obviamente algumas reacções menos agradáveis principalmente dos participantes ao Campeonato Nacional de Clássicos Velocidade, cuja última corrida já foi parcialmente disputada durante a noite.

Os atrasos verificados nos programas de Sexta-Feira e Sábado, são directamente imputáveis à C.M. do Porto, que atrasou cerca de duas horas na 6ª feira e uma hora no Sábado, o início do Programa, já que não conseguiu cumprir o horário previsto para que a pista pudesse ser aberta aos concorrentes, com as condições de segurança exigidas pela FIA.

As interrupções das diferentes corridas, entrada em pista do "Safety Car" e accionamento dos meios de segurança, nunca foram da responsabilidade de nenhum elemento do ACP, assim como foi alheia a esta entidade a montagem da polémica "chicane" à entrada da recta da meta, imposta pela FIA à Direcção da Corrida, e por esta ao Director de Prova do ACP - note-se que os responsáveis pela FIA chegaram a colocar em causa a realização da prova, se a "chicane" fosse eliminada!

No que diz respeito ao reduzido número de gruas existentes no Circuito da Boavista, a contratação destas não era da responsabilidade do ACP e o Director da Prova, Sr. David Cabral, já esclareceu a situação por diversas vezes, se bem que nenhum dos interessados nesta situação particular, tenha realmente explicado o que sucedeu:

Quando se procedeu à distribuição das seis Gruas fixas previstas, verificou-se que em alguns locais não era possível montar Gruas pela existência de árvores, fios eléctricos e postes que inviabilizavam a eficácia e mesmo a utilização das referidas Gruas.

Por outro lado, quando se tentou ver a possibilidade de utilizar mais uma ou duas Gruas médias, o fornecedor das mesmas informou só ter disponíveis Gruas de maior dimensão, ou mais pequenas o que, face aos condicionalismos existentes, não foram possíveis de utilizar.

Por outro lado, a Porto Lazer - empresa ligada à CM do Porto - impôs a montagem de Bancadas em locais onde estava prevista a colocação das referidas gruas, pelo que as intervenções das mesmas nas situações mais complicadas foram bastante condicionadas, fazendo com que o Safety Car passasse muitas voltas em pista, aguardando a remoção de muitas peças espalhadas pelos pilotos menos "cuidadosos".

Finalmente, o ACP lamenta ter estado envolvido em toda uma teia de situações que foram imputadas sempre - por defeito - ao Clube detentor do Alvará da Prova, e mais lamenta as situações criadas aos pilotos participantes no Circuito, principalmente durante a 6ª Feira e o Sábado, já que de forma alguma o automobilismo ficou dignificado com tudo o que se passou e por diversas vezes houve mesmo uma reconhecida falta de respeito, por todos aqueles que, com a sua enorme vontade de competir, tentaram "abrilhantar" da melhor forma, aquilo que poderia ter sido uma ainda maior festa para as gentes do norte do país.

A dimensão mais adequada do programa previsto para Domingo, provou que as ideias do ACP estavam correctas e só esperamos que os responsáveis pela promoção do Grande Prémio Histórico do Porto, tenham aprendido a lição e não cometam os mesmos erros, já no próximo fim-de-semana.

Agradecemos a publicação deste esclarecimento e colocamo-nos à disposição de todos os interessados para a clarificação de todas as situações referentes ao Circuito da Boavista, solicitando aos OCS que relatem com rigor o que se passou, obviamente ouvindo, TODAS as partes envolvidas.

Lisboa, 9 de Julho de 2007

A Direcção do ACP

in www.sportmotores.com

publicado por paulozananar às 17:22
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Desporto Motorizado - Circuito Boavista

Circuito Boavista: Soltas - 5ª Feira

Apinhado até dizer chega, o Paddock do "Racing Festival do Porto" viu a chegada da caravana nacional, os briefings e as primeiras verificações técnicas e documentais - um corrupio de pessoas no dia em que se finalizaram os preparativos, tantos para concorrentes, como para a própria organização.

O Circuito da Boavista abriu pela manhã, com os primeiros treinos livres do Campeonato Nacional Clássicos Velocidade 1300. As duas corridas do fim-de-semana estavam agendadas para as 18h10 e 19h05, a primeira, do CNVC 1300 com 20 minutos de duração, e a segunda, do Campeonato Nacional de Velocidade Clássicos, com 25. Os pilotos dos clássicos apenas correram na 6ª Feira e no Sábado. Também houve teste para o Mundial de Turismo e treinos livres para a International Formula Master, SuperCopa SEAT Léon e CNV/PTCC.

Carros foram à cidade:
Uma delegação das principais marcas que disputam o FIA WTCC estiveram à tarde na Praça General Humberto Delgado, local escolhido para colocar os bólides em exposição, enquanto os respectivos pilotos foram saudados pelo Presidente da CMP, Dr Rui Rio, e pelo Vereador da Cultura, Turismo e Lazer, Gonçalo Gonçalves. A delegação foi composta pelos pilotos Tiago Monteiro e Jordi Gené (SEAT), James Thompson e Olivier Tielemans (Alfa Romeo), Alain Menu e Robert Huff (Chevrolet) e Augusto Farfus (BMW). Esta sessão promocional atraiu alguns media.

Traçado aprovado:
O inspector da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) aprovaram, após as necessárias verificações, o traçado do Circuito da Boavista. O traçado tem um perímetro de 4.720 metros, o que representa um acréscimo de cerca de 300 metros em relação ao que, há dois anos, acolheu as provas do Grande Prémio Histórico do Porto, que marcaram, aliás, o renascimento de um circuito internacionalmente emblemático nas décadas de 50 e 60.

Sala de controlo com 14 câmaras:
O apelidado de "Paddock técnico" conta também com uma sofisticada sala de controlo da prova, equipada com 14 câmaras vídeo: 10 móveis e 4 fixas. Estas, para além de fornecerem uma panorâmica total do circuito, estão preparadas para fazerem a gravação integral de tudo quanto lá ocorra.

TV em ordem:
O Eurosport tem 22 câmaras espalhadas pelo traçado do Porto. Tudo OK, no que a isto diz respeito.

Comissários em bom número:
Amanhã, na pista, estão instalados 36 postos de vigilância, que serão ocupados por cerca 144 comissários, enquanto no radar de velocidade das boxes estará um "staff" mais reduzido, que integra 15 pessoas. Hoje, ao final da tarde, a ACDME reuniu as suas "tropas" no Hotel Ipanema Porto para um Briefing antes do grande evento.

Hoteis com casa cheia: 
Foi praticamente impossível arranjar uma cama de hotel na cidade Invicta. Segundo números, o total de quartos reservados em hotéis de cinco, quatro e três estrelas será de cerca de 3500. Quem quiz pernoitar para assistir ao evento teve escolher hotéis nas cidades vizinhas.

Paddock a abarrotar:
O Paddock esteve cheio. Desde o início da semana que os cerca de 140 camiões (...e atrelados) das equipas e dos patrocinadores equipados com a mais avançada tecnologia e que, por si só constituem um forte atractivo, não só pelas suas dimensões, como pelo aparato das suas diversificadas potencialidades, montaram a tenda no Queimódromo. São autênticas casas e restaurantes ambulantes, com esplanadas e até com pavimentos exclusivos. A chegada da caravana nacional provocou o caos na Circunvalação, criando enormes filas de trânsito.

Novos locais de venda:
Os bilhetes têm sido vendidos a um bom ritmo. Como tal, a organização decidiu abrir mais dois postos de venda, um na Avenida de Montevideu, junto à Rotunda do Castelo do Queijo, e outro na Estação de Metro da Trindade.

S.Conrado dá show:
A S.Conrado teve dois carros para fazer voltas promocionais durante os tempos mortos do evento. Das garagens do clã Petiz vai sair o ruidoso BMW M3 e o mais "calminho" BMW 320d. O conhecido concessionário da cidade patrocina igualmente nesta prova o BMW 320si de César Campaniço, um dos grandes favoritos à vitória nas corridas do CNV/PTCC.

Mais alterações na IFM:
A ISR Racing conseguiu encontrar um piloto para ocupar o lugar de Maximilian Göetz. No lugar do alemão estará o jovem checo Erik Janis que corre no Skoda Challenge do seu país e que é apoiado pela federação checa. Por seu lado, o Team Soderman Finland não deverá estar à partida, pois o nórdico Sami Isohella não conseguiu encontrar apoios para ultrapassar a dificuldade financeira em que se encontrava a pequena equipa finlandesa desde a sua formação.

Red Bull F1 de 12 a 15:
Entre 12 e 15 de Julho o monolugar de Formula 1 da Red Bull vai "dar asas" pelas ruas da cidade, inserido no Grande Prémio Histórico do Porto. Com Filipe Albuquerque, infelizmente, "preso" com a corrida das World Series by Renault na Hungria, o sul-africano Adrian Zaugg irá ocupar o seu lugar nas exibições nas ruas da Invicta. No dia 12, o monolugar estar em exposição na Câmara Municipal do Porto e no dia seguinte segue para o Paddock. Dias 14 e 15, o carro desenhado por Adrian Newey andará no Circuito do Porto.

Sérgio Fonseca com A.I.      Fotos: CMP, Digimotores.pt e Red Bull Racing

Circuito da Boavista: Soltas de um fim-de-semana

Fantástico!
O fim-de-semana não correu bem, as falhas foram muitas e mais do que o esperado ou até aceitável, mas temos de reconhecer que foi fantástico o que se viveu nestes três dias no Circuito da Boavista. A vinda de uma competição mundial para as ruas do Porto, um paddock ao melhor nível com um ambiente espectacular e com os melhores recheios possíveis (recheios para todos os gostos...) um fim de semana de sol e algum vento (ok, no Domingo o vento já chateava), e bastante adrenalina em pista (quando os acidentes permitiam), foram os ingredientes para o WTCC no Circuito da Boavista. No global foi espectacular, apesar das falhas, afinal tratava-se tão só do Campeonato Mundial de Turismo e isso só por isso já era (e foi) garantia de espectáculo dentro e fora da pista.

Foto: Jorge Caldeira Eficiência dos comissários
Os multiplos acidentes colocaram à prova por diversas vezes os comissários da ACDME, gente que é reconhecida internacionalmente pela sua elevada eficiência, mas que desta vez tiveram uma actuação abaixo do que é habitual. A falta de reboques e falta de gruas criou atrasos lamentáveis na actuação dos comissários para removerem carros da pista, com o caso mais critico a acontecer na primeira corrida do FIA WTCC onde foram necessárias 6 voltas para remover dois carros na curva antes da entrada da Circunvalação.

Piso traiçoeiro
Apesar de apenas parte do traçado da Boavista ter recebido novo asfalto, falamos especificamente da Circunvalação e da nova zona da Rua da Vila Nova, a verdade é que o piso do Circuito da Boavista se revelou extremamente traiçoeiro ao longo de praticamente todo o fim de semana. Isto ajuda a explicar o elevado número de acidentes que não se deveram apenas a excessos dos pilotos. A opinião era unanime, as condições de aderência chegavam a mudar de volta para volta, uma travagem era feita com aderência numa volta, mas na volta seguinte o carro já "bailava" no mesmo local ou até pura e simplesmente deslizava. O pior dia terá sido mesmo 6ª Feira devido à elevada temperatura. Aqui o factor sorte acabou por ter uma importância superior ao normal.

A Pista
Olhando para o traçado da Boavista e para o que se havia passado em 2005, era quase óbvio concluir que ultrapassar não seria uma tarefa fácil. Não abundam os pontos de ultrapassagem, porque também não abundam as longas travagens para curvas lentas ou travagens em zonas largas. A chicane das boxes revelou-se problemática, a sua eliminação evitaria acidentes e permitiria aos pilotos chegarem à rotunda de Matosinhos mais depressa e logo com uma travagem maior, mas com o perigo de fazerem a ultima curva a seguir às boxes a mais de 200km/h. A FIA impôs esta chicane para cortar velocidade aos monolugares da International Fórmula Master, mas no final do programa havia dentro da FIA quem defendesse que sem esta chicane tudo teria sido mais fácil. A sugestão de eliminar a chicane era defendida por muitos dos intervenientes que estiveram em pista. Outra sugestão é a criação de um gancho no alto da Avenida da Boavista. Na chicane desta avenida, após flectirem às esquerda os concorrentes flectiriam novamente à direita e mater-se-íam nessa faixa até à viragem à esquerda para a Avenida do Parque. Essa curva deixaria de ter 90 graus e passaria a acontecer 200 metros à frente mas em forma de gancho com os concorrentes a voltarem para trás e entrarem de seguida à direita na Avenida do Parque. Criar-se-ia uma enorme travagem com grandes possibilidades de ultrapassagem.

Horários e programa
O maior fracasso deste Circuito da Boavista foi o programa delineado para o fim-de-semana. Existe o ditado "mais olhos que barriga" e aparentemente foi isso mesmo que aconteceu com a Talento. Um número excessivo de competições deixava adivinhar problemas em caso de atrasos por acidentes em pista, com a agravante de que WTCC e a IFM têm horários inalteráveis devido aos compromissos televisivos. Quem saiu a perder foi principalmente quem pagou (e bem) para correr, além de quem andava no circuito que nunca sabia qual o horário em vigor tantos eram os aditamentos que saiam. No Domingo o programa era realista e tudo correu sem problemas. No fim de semana de históricos as competições também são excessivas, mas pelo menos o nível competitivo é inferior e não se esperam tantos acidentes, mas não deixa de ser também um risco por se ter "mais olhos que barriga".

Os atrasos
Tanto o programa de 6ª Feira, como o de Sábado começaram com atrasos. No primeiro dia, a Policia não fechou todos os acessos à pista e só passado duas horas é que conseguiu "remover" todos os transeuntes de dentro do circuito, num começo com o pé esquerdo. No segundo dia, o programa retardou devido à neblina habitual na zona da Foz fez-se sentir, num dia em que a organização do evento tinha marcado o treino de qualificação dos monolugares da IFM para as 8h00.

Muito público
Segundo os primeiros dados oficiais, estiveram presentes no Circuito da Boavista 47 mil espectadores com bilhete, estimando-se que as zonas livres tenham albergado mais de 65 mil, o que perfaz um total de mais de 112 mil pessoas. Contudo, houve bancadas vazias, principalmente aquelas que não foram correctamente colocadas, que davam uma má imagem televisiva do evento portuense.

Desorganização nos acessos
Os acessos ao Circuito da Boavista, e referindo-nos à zona do paddock e boxes, demonstraram um recuo em relação a 2005. A coordenação policial deixou bastante a desejar, tanto se podia passar como já não se podia passar, não se podia estacionar junto a veículos que já estavam estacionados...as acreditações umas vezes davam acesso e outras não davam, parecia depender um pouco da hora do dia e do critério da pessoa. Mas a "cereja em cima do bolo" foi mesmo as multas de estacionamento que as autoridades de Matosinhos decidiram aplicar na 6ª Feira, apesar de terem recuado nessa atitude a imagem da autoridade ficou manchada com uma notória "caça à multa". Convém também referir que a ponte pedonal de acesso foi misteriosamente fechada às 20h30 de Sábado... durante 10 minutos só foi permitida a saída de pessoas do circuito havendo ordens para não entrar mais ninguém! Às 20h40 alguém percebeu o rídiculo da situação e lá se abriu a entrada, até porque ainda faltavam duas corridas.

Estacionamentos
Gerir os estacionamentos num circuito citadino é tarefa árdua quando o espaço não abunda, mas este circuito não merece nota tão boa como há dois anos. Apesar da Talento ter criado um serviço de "shuttles" entre o Hotel Sheraton e o circuito, foi visivel a necessidade de mais espaço para estacionamento para quem tinha de trabalhar na zona do paddock, até porque às 22h de Sábado ainda se trabalhava no Paddock mas já não havia "shuttles". Em 2005 foi utilizado um terreno frente às boxes que albergou centenas de viaturas, apesar deste ano apenas parte desse espaço estar livre, estava vedado o seu acesso. Será que as entidades privadas não colaboram ou as publicas não pedem colaboração?

Ataque dos "Vampiros"
O "Vampiros" da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) e da Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM) quiseram marcar presença no evento. A ASAE apareceu logo nas 6ª Feira, enquanto os oficiais ANACOM deram sinais de vida no sábado e no domingo, devido ao uso indevido de frequências rádio. Algumas das equipas da International Formula Master (IFM) que não pagaram a devida taxa, não puderam utilizar os sistemas de rádio no domingo.

Porto versus Matosinhos
Infelizmente o Circuito da Boavista por vezes é uma boa arma de arremesso politico. Em 2005 foi-o mas este ano nem tanto. O que ficou visível foi algum desconforto entre Matosinhos e o Porto. O Circuito da Boavista entra na periferia de Matosinhos e é uma inquestionável mais valia para a cidade portuária, mas na autarquia local deve existir quem não pense assim. Para além de algumas declarações antes da prova em relação aos trabalhos feitos na Circunvalação, um acordo que existiria para ocupação do parque de estacionamento Matosinhos Sul terá sido quebrado. Tudo isto para além das já atrás referidas multas de 6ª feira. Num evento deste envergadura todos se deveriam unir em torno do mesmo, mas infelizmente é mais fácil colocar "areia na engrenagem" do que trabalhar para o bem comum.

Nevogilde não quer saber...
João Luís Rozeira, o presidente da Junta de Freguesia de Nevogilde, da mesma cor partidária de Rui Rio, disse que a sua freguesia em nada lucra com o evento, sendo que nos dois fins-de-semana são afectadas 150 famílias residentes na zona e mais 50 famílias moradoras na freguesia de Aldoar. João Luís Rozeira enalteceu, contudo, que a Câmara do Porto tenha reservado zonas de estacionamento para os moradores que não poderão chegar com os automóveis às suas garagens, e que tenha assegurado um serviço de mini-bus. Estes autocarros transportaram e irão transportar gratuitamente as pessoas que não se poderão deslocar de e para as suas casas nos seis dias das corridas. O autarca afirma que o impacto para a imagem da freguesia não é nenhum, porque se trata do Grande Prémio do Porto e não da freguesia de Nevogilde, mas salientou que o evento é muito participado e acarinhado pela população local.

Circuito da Boavista vale o dobro do Rali de Portugal?
De acordo com um estudo elaborado pelo CEPESE (Centro de Estudos da População, Economia e Sociedade), da Universidade do Porto, os eventos do Circuito da Boavista (WTCC e Grande Prémio Histórico), vão ter para a Área Metropolitana do Porto, um impacto económico e de retorno de superior a 50,5 milhões de euros. Recorde-se que a edição de 2007 do Rali de Portugal terá tido um impacto positivo de cerca de 27,6 milhões de euros na economia do Algarve, de acordo com uma previsão da Universidade do Algarve.

Paddock renovado
O queimódromo surgiu totalmente renovado com boas estruturas de apoio às equipas e um novo piso. Este facto mereceu elogios das equipas estrangeiras que consideraram ser um excelente espaço para o que é habitual num circuito citadino. O espaço abundava permitindo a montagem de toda a "tenda" que anima os paddocks do WTCC e levando os envolvidos a esquecerem-se que estavam dentro de uma cidade. Para além do novo piso, a Câmara Municipal do Porto abriu uma avenida em asfalto que vai da zona Oeste do recinto até junto à rotunda de Matosinhos. Esta avenida foi feita a pensar na "Red Bull Air Race" que terá lugar em Setembro na invicta e que terá como pista de aterragem / descolagem este mesmo local.

Pilotos enganados
Os pilotos do CNVC e do TNC têm toda a razão para se sentirem enganados. Pagaram a inscrição mais alta do ano e viram as duas corridas serem reduzidas a uma nulidade. A primeira corrida teve 9 minutos de duração, a segunda corrida disputou-se de noite e onde apenas fizeram 4 voltas competitivas, já que à 5ª volta entrou os "Safety Car" para assegurar o tempo restante em ritmo de passeio. Antes da partida desta corrida os pilotos fizeram um abaixo assinado para que a mesma passasse para o final da tarde de Domingo, mas o pedido não foi satisfeito. Se o alto preço da inscrição era justificado pela visibilidade das duas corridas, essa visibilidade não aconteceu, logo a justificação para a inscrição inflaccionada cai por terra.

Corrida nocturna
Foto: Nuno Castro Corridas de automóveis à noite em Portugal são algo que não existe, ou pelo menos não deveria existir, mas a verdade é que tal aconteceu na corrida de clássicos que encerrava o atribulado e lotado programa do dia de Sábado. Com partida depois das 21h00, era com curiosidade que se aguardava o seu desenrolar, pois a luz mais forte que existia era a dos postes publicos ou a dos farois dos veiculos (os que os tinham). Como as "barchettas" não posuem os ditos farois, a aproximação destes veículos rápidos poderia passar despercebida a uma olhada pelo retrovisor, a entrada do "Safety-Car" foi a atitude mais sensata. A última vez que tivemos uma corrida assim foi em 1991 no Circuito de Vila do Conde, a corrida do Troféu BMW foi disputada de noite e de farois acesos. Na altura um programa bastante apertado e muitas paragens por acidentes foram a razão de tal acontecimento.

De Macau até à Boavista
Treze membros da Comissão do Grande Prémio de Macau deslocaram-se a Portugal para ver o evento nacional. Ninguém da organização do ex-território português a Oriente foi convidado a colaborar na prova lusa, algo que não acontece na prova macaense, aonde o ACDME conserva uma presença simbólica. Os macaenses gostaram do que viram no Porto e um dos membros confessou-nos que a prova portuguesa lhe fazia lembrar o G.P. Macau na década de 80, mas no bom sentido.

Super Colciago
O italiano Roberto Colciago foi o homem do dia de sábado do FIA WTCC, mas pelas piores razões. O piloto da SEAT Sport Italia foi o mais rápido da Taça dos Independentes, mas terminou a sessão de qualificação na traseira do BMW 320si de Félix Porteiro, num aparatoso acidente. Este acidente valeu a Colciago foi acusado de não ter respeitado bandeiras amarelas, ter provocado uma colisão desnecessária e por ainda ter ido pedir explicações ao adversário. Isto tudo, valeu-lhe uma multa de 3500 Euros e dez lugares de atraso nas grelhas de partida de sábado e domingo da prova de Anderstorp. A equipa apelou.

José Ant. Marques / Sérgio Fonseca    Fotos: Jorge Caldeira, Nuno Castro e FIA WTCC
in www.sportmotores.com
publicado por paulozananar às 16:56
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Desporto Motorizado - Ralis - Open de Ralis na TV

Image

O Campeonato Open de Ralis volta a ter imagens da televisão portuguesa, desta feita na SIC Notícias às 09h00 e 20H05 no dia 14 de Julho. Mas a reportagem do Rali de Vila Verde pode ainda ser vista na RTP 2 no magazine de Desporto Automóvel, no ar na tarde de domingo, bem como na Sporttv no programa Grelha de Partida.

  

in /www.pregoafundo.com

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Segunda-feira, 19 de Março de 2007

Desporto Motorizado - Rui Madeira divulga projecto

Rui Madeira possui um largo historial no Rali de Portugal, tendo sido por diversas vezes o melhor piloto português, tendo ainda vencido a prova em 1996.

O piloto de Almada afirma com evidente entusiasmo que “os objectivos passam por lutar pelos primeiros lugares do Agrupamento de Produção, ainda que ciente das dificuldades por que vou passar, face ao valor e meios dos pilotos internacionais e nacionais que vou ter como adversários. Isto já para não falar do facto de estar parado há um ano, com todas as implicações em termos de ritmo!”.

Segundo Rui Madeira, “o regresso do Rali de Portugal ao Campeonato do Mundo constituiu um factor de motivação extra para viabilizar o projecto. Consegui reunir alguns apoios, a AR Vidal Racing (uma prestigiada equipa espanhola) também apresentou uma proposta muito interessante com base num Mitsubishi Evo IX e não hesitei, inscrevendo-me numa prova que já me proporcionou algumas das melhores alegrias da carreira!.

Apesar de ainda estarem a decorrer negociações com potenciais patrocinadores “para ´fechar´ o orçamento”, Rui Madeira faz questão de agradecer “a confiança que a Concretope e a Roca depositaram no projecto, pois permitiram que o mesmo avançasse”.

in www.ralis.online.pt

publicado por paulozananar às 00:11
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Desporto Motorizado - Punto S2000 na Madeira para Vitor Sá

A dupla Vitor Sá/Humberto Freitas vai participar no Campeonato de Ralis da Madeira com um Fiat Punto S2000, como já era do conhecimento público.

A máquina, adquirida pela Sá/BPUltimate Castrol que agora divulgou no seu site oficial (sacompetition.com), é apresentada a uma semana do Rali do Porto Santo e está pronta para rodar no asfalto das provas que faltam do Campeonato, depois de o eneacampeão absoluto ter feito o Rali da Camacha com o Renault Clio S1600, modelo com que revalidou o título em 2006.undefined

No comunicado de imprensa, pode ler-se que "não era por ser uma viatura menos competitiva que a marca foi substituída, agora, mas porque os amantes da modalidade esperavam mais este salto na carreira do piloto, que ao fim de nove títulos quis continuar a provar ainda mais o seu valor, se é que isso ainda é necessário, presenteando os espectadores com um modelo semelhante ao que Giandomenico Basso venceu a última edição do Rali Vinho Madeira".

Questionado sobre a competitividade do S2000, ainda antes do Rali da Camacha, Vitor Sá afirmou que "ainda está por provar se esta viatura pode ou não ser mais competitiva, mas pelo menos é essa a nossa esperança".

 in www..ralis.online.pt

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Domingo, 18 de Março de 2007

Desporto Motorizado - Tap Rali de Portugal 2001

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Algumas fotos da última edição do Rali de Portugal no Mundial de Ralis no ano de 2001, no site do Ralis Online.

in www.ralis.online.pt

publicado por paulozananar às 23:56
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Sexta-feira, 16 de Março de 2007

Desporto Motorizado - "Agradável surpresa"

A Fiat cumpriu o primeiro de dois dias de testes, no troço de São Lourenço em Ponte de Lima com José Pedro Fontes ao volante do Punto S2000.

"Penso que eu e o carro já nos entendemos melhor", começou por referir José Pedro Fontes, depois de meio dia de testes em que percorreu mais de 60 Kms, continuando o processo de habituação à condução do Punto.

Porém estes testes serviram também para José Pedro Fontes conhecer as novas suspensões do Punto S2000, recentemente homologadas (1 de Março), e que "tornam o carro muito mais estável e mais ao meu gosto, nomeadamente no mau piso. Foram uma agradável surpresa". O piloto considera mesmo que com estas novas suspensões "deu-se um enorme passo em frente em termos de competitividade".

Para amanhã (5ª feira) vão prosseguir os testes em Ponte de Lima, "onde iremos continuar a testar diferentes soluções, nomeadamente nas suspensões e alinhamentos", para já mais próximo do Rali de Portugal ser feito um novo teste, de apenas um dia, no Algarve em condições de piso muito semelhantes aos troços da prova.

Fotos Bruno Fernandes in www.ralis.online.pt

publicado por paulozananar às 15:18
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