Quarta-feira, 14 de Março de 2007

Saúde - Francesas têm vida sexual mais activa depois dos 50

Francesas têm vida sexual mais activa depois dos 50 Desde há 15 anos

Francesas têm vida sexual mais activa depois dos 50
A sexualidade das francesas evoluiu em 15 anos: as mulheres têm a sua primeira relação mais cedo e uma vida sexual mais activa depois dos 50 anos, ao mesmo tempo que mudam mais vezes de parceiro

O estudo Contexto da Sexualidade em França  foi realizado por vários organismos oficiais e abrangeu mais de 12.000 pessoas de ambos os sexos, com idades entre os 18 e os 69 anos.

De acordo com o inquérito, as mulheres dos 50 aos 69 anos e com parceiro têm uma vida sexual mais intensa, chegando a praticar sexo sete vezes por mês, contra cinco há 15 anos.

A maioria das inquiridas entre os 60 e 69 anos (70 por cento) casou-se com o homem com quem teve a sua primeira relação sexual, ao passo que apenas 20 por cento das jovens entre os 20 e os 24 anos o fizeram.

A investigação indica que se esbateu, em 50 anos, a diferença entre homens e mulheres quanto à idade média da primeira relação sexual: elas passaram dos 20,6 para os 17,6 anos e eles transitaram dos 18,8 para os 17,2 anos.

Além de terem mais cedo a sua primeira relação sexual, as mulheres mudam mais de parceiro ao longo da sua vida.

Em média, os homens tiveram relações com 11,6 mulheres, número que se mantém estável há mais de 30 anos, ao passo que as mulheres admitem que já tiveram 4,4 companheiros contra 3,3 em 1992 e 1,8 em 1970.

São também as mulheres que confessam que tiveram mais relacionamentos homossexuais: quatro por cento contra 2,6 por cento em 1992. Em contrapartida, o número de homens que teve relações com pessoas do mesmo sexo manteve-se estável nos últimos 15 anos (4,1 por cento).

Quanto ao uso do preservativo, 89 por cento dos jovens entre os 18 e os 24 anos afirmaram que o utilizaram na sua primeira relação sexual.

Sobre a relação entre sexo e amor, 57 por cento dos homens inquiridos entre os 18 e os 24 anos consideram que não se pode ter sexo sem amor, ao passo que 72 por cento das jovens com essa idade defendem o oposto.

Para os autores do estudo, a representação da sexualidade nas mulheres está associada aos afectos e nos homens ao prazer.

Lusa/SOL in sol.sapo.pt

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Saúde - 5 passos para perder gordura

 

Quando quer perder peso, ouve várias opiniões. A colega do escritório fala-lhe de uma dieta milagrosa, o professor de step diz-lhe que tem que aumentar o número de aulas semanais e a revista que lê, enquanto espera pelo dentista, dá como conselho não comer gorduras.
Apesar de todos estes conselhos postos em prática, a balança não oscila e quando o peso efectivamente diminui, a flacidez mantém-se, o que evidencia uma perda de massa muscular e não de massa gorda.
O que fazer, então?

Não havendo soluções milagrosas, nem poções mágicas, existe um conjunto de passos que a podem ajudar, designadamente:

1. Realizar actividade física

A maior parte das pessoas pensa que o treino cardiovascular de baixa intensidade (como caminhar) e de longa duração (superior a 45 minutos) é o mais eficaz para perder gordura. Os principais nutrientes utilizados durante o exercício são a glicose (açúcar) e os ácidos gordos (gorduras). Efectivamente, este tipo de exercício utiliza maior quantidade de ácidos gordos em relação à glicose. Não obstante, a quantidade total de energia gasta (calorias) é pequena.

Pelo contrário, um treino cardiovascular de menor duração (20 a 30 minutos), mas de maior intensidade, apesar de utilizar uma maior percentagem de glicose do que de ácidos gordos, representa um maior gasto energético e provoca um aumento da taxa metabólica de repouso (número de calorias gastas em repouso) que se poderá manter aumentada até 12 horas após o esforço.
Ou seja, o número total de calorias gastas durante o esforço e após o mesmo é maior, o que se revela uma arma poderosa quando o objectivo é perder gordura. E se este treino for repartido, ou seja, 15 minutos de manhã e 15 minutos à tarde, o efeito sobre o metabolismo é ainda maior.

Outro tipo de exercício que, normalmente, é considerado inimigo do objectivo em causa é o treino de força (vulgo musculação). No entanto, além de vários benefícios para a saúde (manutenção da massa muscular e da massa óssea, prevenindo a osteoporose e as típicas quedas dos idosos, melhoria da imunidade e aumento da sensibilidade das células à acção da insulina, prevenindo e servindo de terapia adjuvante à diabetes tipo 2, entre outros), este tipo de actividade aumenta a taxa metabólica de repouso pós-esforço (que se poderá manter aumentada até 24 horas após o mesmo) e, ao aumentar a massa muscular, incrementa, mais uma vez essa taxa, uma vez que o músculo é o tecido metabolicamente mais activo do corpo humano.

Assim, recomenda-se a prática de exercício cardiovascular (iniciando-se com 3 vezes por semana e tentando chegar a uma frequência de 5 vezes semanais) e de musculação (pelo menos, 2 vezes por semana em dias não consecutivos).

2. Ingerir gorduras essenciais

Neste momento as leitoras devem estar a pensar que o autor ou é doido ou ignorante, mas na realidade o nosso organismo tem de obter regularmente dois tipos de gordura que não consegue fabricar e que são necessários para um correcto funcionamento do mesmo, incluindo a manutenção de um nível de gordura corporal baixo. Assim, temos de ingerir ácido linoleico (da família Omega 6) e ácido alfa linolenico (da família Omega 3).
As melhores fontes de Omega 3 são o óleo do peixe gordo de água fria (salmão, cavala, sardinha, atum e arenque), o óleo das sementes de linhaça e as nozes, enquanto que as melhores fontes de Omega 6 são o óleo das sementes de abóbora, as amêndoas e o azeite.

Indivíduos que ingerem regularmente estes tipos de gorduras e evitam a gordura saturada (existente nas carnes gordas, lacticínios gordos, óleo de palma e óleo de coco) e hidrogenada (incluída em margarinas, biscoitos, bolachas, bolos, folhados e comida pré-confeccionada) têm menor incidência de doenças cardiovasculares e apresentam uma percentagem de massa gorda saudável e um estudo recente feito a indivíduos que realizavam treino cardiovascular, concluiu que a ingestão diária de 4 gramas de óleo de peixe durante 5 semanas, aumenta a utilização de gorduras durante este tipo de exercício.

Assim, coma regularmente peixe, inclua nas suas saladas azeite e óleo de sementes de linhaça e entre as refeições principais, coma um pequeno snack composto de fruta, iogurte e amêndoas ou nozes ou sementes (linhaça e abóbora).

3. Escolha alimentos de índice glicémico baixo

O índice glicémico mede a quantidade de açúcar que “entra” na corrente sanguínea após a ingestão de um alimento que contenha hidratos de carbono. O valor mais elevado é 100 e é atribuído à glicose, tendo o açúcar (constituído por frutose e glicose) o valor 70.

Inicialmente, este índice foi criado para os diabéticos poderem controlar os seus níveis de açúcar no sangue, mas, desde que se descobriu que a insulina estava directamente relacionada com a acumulação de gordura corporal e com uma série de problemas de saúde, incluindo cancro, a sua utilização estendeu-se a outros campos.

Assim, sempre que escolhermos um alimento rico em hidratos de carbono, devemos preferir vegetais, frutas da época (maçã, pêra, pêssego, morangos, citrinos), leguminosas (feijão, grão, lentilhas e soja) e cereais integrais (flocos de cevada integral, aveia integral, massas integrais, arroz integral e pão integral) e evitar cereais refinados, frutas tropicais e, obviamente, açúcar e doces.

Além disso, para que o índice glicémico seja ainda mais baixo, é aconselhável ingerir hidratos de carbono com uma fonte de proteína magra e uma pequena quantidade de gorduras essenciais. A título exemplificativo, apresentam-se as seguintes sugestões:

  • Flocos de cevada ou aveia ao pequeno almoço com leite magro ou leite de soja, framboesas, amoras ou morangos e algumas sementes (linhaça e/ou abóbora).
  • Fruta ingerida como um snack entre as refeições principais, acompanhada de iogurte e algumas nozes ou amêndoas (como já foi atrás referido).
  • Arroz integral ao almoço com peito de perú ou de galinha acompanhado de salada de vegetais temperada com azeite e óleo de linhaça.
  • Peixe gordo ao jantar com bastantes vegetais.

4. Ingira uma pequena refeição a cada 3 horas

A ingestão regular de alimentos (de índice glicémico baixo) permite manter os níveis de insulina e de glicose estáveis e, desta forma, evitar as quebras de energia e a perda de massa muscular (sempre que há uma descida dos níveis de açúcar no sangue, o tecido muscular é sacrificado para ser convertido em glicose), que resulta na diminuição da taxa metabólica de repouso (menos gordura é utilizada como fonte de energia).

5. Mantenha-se hidratada

Tente beber cerca de 2 litros diários de água (de preferência fora das refeições, para não haver diluição dos sucos gástricos, o que dificulta a digestão) e 150 a 300 ml de 15 e 15 minutos durante o exercício.

Pedro Bastos - Mestrando em Nutrição e Dietética na Universidade de León, Pós-Graduado em Exercício e Saúde e Especialista em Treino Personalizado pela ESDRM, Instrutor de Musculação e Cardiofitness diplomado pelo CEF e pelo CEFAD
in www.mulher.sapo.pt
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Segunda-feira, 12 de Março de 2007

Saúde - Síndroma de Morte Súbita

Ainda hoje não se conhecem as verdadeiras causas para este transtorno que vitima crianças até aos seis meses.

Já todas as pessoas, e em especial os pais de crianças pequenas, ouviram falar da síndroma de morte súbita do lactente, um transtorno que provoca a morte de crianças saudáveis durante o sono, sem que haja uma razão conhecida para tal.

E mesmo depois de muitos estudos, em que as causas continuam desconhecidas, a maior parte dos médicos continua a evidenciar que a melhor forma de evitar este problema é a prevenção.

Porque acontece?

Segundo alguns estudos realizados, os médicos chegaram à conclusão que pode haver alguma ligação entre as mães fumadoras (quer na gravidez, como nos primeiros tempo de vida) e as crianças que morrem de morte súbita. No entanto, estes estudos carecem de confirmação.

Afecta todas as crianças?

Não afecta todas as crianças. Na realidade, e como o nome diz, os lactentes, crianças de tenra idade – até aos seis meses de idade – são as principais vítimas deste transtorno.

E se bem que os números tenham decrescido, especialmente na última década, devido às campanhas de prevenção, ainda hoje há crianças que morrem sem causa aparente durante o sono.

Prevenção... Como?

Para prevenir o síndroma de morte súbita, os médicos aconselham a que:

- Deite o bebé a dormir, de barriga para cima, já que os bebés têm as suas vias respiratórias protegidas por natureza. Só no caso do bebé sofrer de algum transtorno como o refluxo gastro-esofágico, não o deve deitar nesta posição. Nestes casos, deve deitar o bebé de lado e colocar uma protecção lateral para que não se volte e fique de barriga para baixo.

- Não tape demasiado o bebé, preferindo agasalhá-lo com mais uma peça de roupa do que utilizar um lençol e uma manta. Deite-o sempre com os pés encostados ao fundo da cama.

- Não deite o bebé numa superfície demasiado mole.

- Não exponha o bebé ao fumo do tabaco.

- Use chupeta, pois, diminui o risco de morte súbita

- Mantenha a casa arejada

- Não deite o bebé na sua cama, principalmente se forem fumadores ou tiverem consumido álcool.

Se dorme no quarto dos pais

Durante os primeiros meses o bebé costuma dormir no quarto dos pais, no seu berço. Isto deve-se ao facto de nessa fase a amamentação nocturna, a inexperiência e os medos da mãe fazerem com que prefira tê-lo perto de si.

Mas, ter o bebé no quarto, implica que siga algumas regras como:

- Mantenha a temperatura do quarto entre os 19º e os 21º centígrados

- Limpe o pó diariamente, mantendo o bebé fora do quarto enquanto o faz

- Não utilize ambientadores

- Areje o quarto todos os dias

E na caminha dos papás...

Algumas mamãs gostam de deitar o seu bebé na cama do casal. Mas esta atitude tem vantagens e desvantagens. Se o bebé está acordado e bem-disposto, esta é uma forma de estabelecerem o vínculo mãe-bebé.

No entanto alguns pais, quer devido ao choro do bebé quer para não se levantarem durante a noite, deitam o bebé na cama do casal para que durma sossegado. Esta atitude é errada e pode causar acidentes, como por exemplo, o bebé ficar entalado entre os pais ou cair da cama.

No seu quartinho...

Quando passar o seu bebé para o quartinho dele, não necessita de estar a correr sistematicamente para o seu lado, para ver se está tudo bem. Opte por comprar e utilizar um intercomunicador. Com este utensílio, sem estar perto dele pode ouvir o seu choro e alguma alteração na sua respiração.

Lembre-se ainda que as regras – como arejar diariamente o quarto – que deve seguir no seu quarto, devem também ser seguidas no quarto do bebé.

A síndroma de morte súbita é ainda hoje considerado um problema que não se pode erradicar. O máximo que se pode fazer é prevenir. Então, para ficar mais descansada, não hesite em pedir informações e conselhos ao pediatra do seu filho, e evite os comportamentos de risco.

in www.sapo.pt

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Domingo, 11 de Março de 2007

Saúde - Alergias: as doenças da Primavera

A Primavera pode ser um período de alegria e beleza, pelo fim dos dias cinzentos do Inverno e pela chegada do colorido das flores. Porém, para alguns, esta época do ano pode ser o início de uma série de sintomas que se repetem ano após ano com as doenças da Primavera.

Atingem muitas pessoas e podem mesmo tornar-se um grave problema. Talvez seja por isso que todos as conhecemos e que viver com elas quase se torna num hábito.

Resta saber até que ponto a convivência é saudável, já que pensar-se em cura é prematuro, sendo a prevenção a única aposta ganha.

É a partir de Março e com a chegada da Primavera que as alergias atacam em força, atingindo crianças e adultos.

A alergia é uma doença que afecta um grande número de pessoas em todo o mundo. Não tem cura, mas se se conhecerem bem as suas formas e agentes causadores consegue-se facilmente tê-la sempre sob controlo.

Alergias: o que são

«É um estado de hipersensibilidade, ao qual a maioria das pessoas não reage, e a que determinado grupo de população reage. É um estado de hiper-reactividade mediado por mecanismos imunológicos», afirma o Dr. Pedro da Mata, imunoalergologista do Hospital Inglês.

São vários os tipos de alérgenos que provocam esta hipersensibilidade. Os mais frequentes são os ácaros do pó da casa e os pólenes das gramíneas. Eles podem atingir o nosso estado de equilíbrio biológico por quatro vias importantes: pela respiração (boca e nariz), pelas conjuntivas, pelo aparelho gastrintestinal e através da pele.

A alergia pode manifestar-se em qualquer parte do nosso corpo. É, pois, uma doença sistémica e não uma doença de órgão. Se for do foro respiratório, o paciente poderá ter rinite alérgica ou asma; se for nos olhos, o paciente terá conjuntivite alérgica; na pele, eczemas e dermatites atópicas; e se for gastrintestinal, alergias alimentares.

Estas são algumas das manifestações alérgicas que tanto incomodam e incapacitam as pessoas que delas sofrem.

Existem alguns factores que facilitam a sua manifestação. «O primeiro deles é conhecido por herança genética, pelo que é transmitida a “apetência” para se desenvolver determinado tipo de reacção (alérgica) por meio da linha familiar. Em segundo, vem o factor ambiental, as casas e todos os ambientes (out e indoor).

E, em último, o estilo de vida que cada população leva, como é o caso da população ocidental, onde a doença alérgica tem uma maior expressão.

Alergias: um diagnóstico simples

Existem vários métodos de diagnóstico. O mais simples, sensível, específico e rápido é o teste cutâneo.

Através dele, pode detectar-se a presença de anticorpos específicos contra alérgenos (elementos aos quais a população alérgica reage).

Este teste consiste na aplicação de uma gota dos extractos alergénicos na pele. De seguida essas gotas são introduzidas na derme do paciente por intermédio de uma agulha.

Espera-se cerca de 20 minutos e depois procede-se à sua leitura, obtendo-se uma resposta que deve ser lida como positiva ou negativa conforme se verifica ou não a existência de uma pápula no local da picada.

Depois de diagnosticada, passa-se de imediato ao tratamento: «O tratamento depende do tipo de patologia que cada paciente tiver. Contudo, na doença alérgica o primeiro tratamento a ser efectuado deve ser a nível da evicção», refere o nosso entrevistado, acrescentando ainda que, «apesar de tudo, o único tratamento que pode mudar o decurso de uma doença alérgica são as vacinas hipossensibilizantes ou antialérgicas.

São tratamentos eficazes e que têm como objectivo diminuir a hipersensibilidade a certos alérgenos, passando o doente a suportar o contacto com aquelas substâncias para as quais se estão a praticar essas vacinas.

No entanto, as vacinas só deverão ser prescritas por um especialista, de acordo com os resultados dos testes cutâneos.»


Alergias: ácaros - dormindo com o inimigo

De entre as inúmeras causas das alergias, os ácaros do pó da casa são, sem dúvida, um dos maiores deflagradores das alergias respiratórias, nomeadamente, da rinite e da asma alérgica.

São organismos minúsculos, com menos de meio milímetro de comprimento. Pertencem ao grupo dos aracnídeos e são invisíveis a olho nu. Existem várias espécies de ácaros, mas a que mais causa alergia é a Dermatophagoide.

Estes pequenos inimigos, parentes das aranhas, alimentam-se de escamas da pele humana. Pelo calor, humidade e nutrientes, eles encontram nas nossas camas as condições ideais para a sua sobrevivência e reprodução. Por isso, os colchões são os melhores viveiros para os ácaros.

Assim, o alérgico encontra e convive todas as noites, por um período de mais ou menos oito horas, com os seus principais inimigos», explica Pedro da Mata.

Mas, para além dos colchões, também se encontram presentes nas alcatifas e outros revestimentos têxteis, como bonecos de peluche, cobertores, almofadas, tapetes e sofás.

Contrariamente ao que muitas pessoas pensam, os ácaros não «mordem».

Na realidade, são alguns dos seus constituintes, nomeadamente presentes nas suas fezes, que possuem a proteína a que normalmente os alérgicos reagem, podendo provocar uma manifestação alérgica caso o alérgico lhes seja sensível e contacte ou inale uma quantidade suficiente desses alérgenos. Com os movimentos que uma pessoa faz, esses alérgenos são constantemente projectados, espalhando-se pelo ar e, posteriormente, pousando no chão.

É pela dificuldade que se tem a limpar os têxteis, onde estes alérgenos muitas vezes se fixam de novo depois de assentarem, que se explica a relação entre os têxteis e as reacções que muitos alérgicos experimentam quando contactam com este tipo de materiais.

É também por essa razão que os ácaros são um constituinte do pó da casa e daí que muitas vezes se diga que se é alérgico ao pó.

«O pó é um “cocktail” de alérgenos. Tem desde alérgenos alimentares a ácaros, fungos e pólenes. Não existe alergia ao pó enquanto pó, mas existe enquanto elementos que estão inseridos no pó», esclarece Pedro da Mata.

O diagnóstico da doença alérgica deve acontecer o mais precocemente possível, não havendo idade para se diagnosticar o facto de se ser ou não alérgico. Logo que diagnosticada a alergia, a primeira medida de tratamento é evitar o contacto com a substância à qual se é sensível – medidas de evicção.

No caso dos ácaros, e como estes não têm predadores, não existe qualquer bichinho que os destrua. A maneira que existe para os eliminar é criar condições para que estes não se desenvolvam e/ou diminuir o contactos com as nossas mucosas.

Algumas medidas de prevenção

  • Utilizar capas antiácaros nos colchões e almofadas;
  • Arejar diariamente os quartos;
  • Lavar regularmente as roupas a temperaturas elevadas (60ºC);
  • Aspirar regularmente toda a casa, principalmente os quartos.
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Segunda-feira, 5 de Março de 2007

Saúde - Oriente a sua mente

 

O estado de espírito afecta o rendimento físico. Talvez isto não seja uma novidade para si, mas sabe exactamente o que fazer no ginásio quando se sente frustrado, triste ou até mesmo de bom-humor?
Aqui ficam alguns conselhos sobre como direccionar essa energia mental para alcançar os resultados pretendidos.
Quem nunca se sentiu “em baixo” que atire a primeira pedra. Quem nunca se sentiu desmotivado, sem forças nem vontade de ir treinar, nem que tenha sido por um só dia, que nos escreva uma carta a insultar-nos fortemente.


Os pequenos problemas que nos batem à porta diariamente, o stress, as ansiedades, as desilusões, etc. traduzem-se muitas vezes em falta de ânimo e de forças. “Hoje não vou treinar, estou chateado. Só me apetece é chegar a casa e esquecer que o mundo existe”. Talvez este seja o pensamento mais comum, mas sem dúvida o menos eficaz.

Esquecer o mundo sim, mas se fizer um exercício físico de que gosta, verá como estes problemas se afastam mais rapidamente da sua cabeça deixando-o quase como renovado. Ao passo que se for para casa, a única coisa que consegue é ficar um carrancudo em baixo de forma.

“A interacção mente-corpo é cada vez mais alvo de interesse por parte dos médicos, dos atletas profissionais e da população em geral. É importante dar atenção à estreita relação que existe entre o exercício físico e o bem-estar emocional”, começa por explicar a Dra. Mariagrazia Marini, psicóloga clínica com consultório em Lisboa e responsável pelo site www.psico-online.net.

“O exercício físico actua em dois níveis: fisiológico e psicológico. Para conseguirmos um benefício ‘ideal’ devemos procurar sempre manter um ‘equilíbrio’ em ambos os níveis – adianta a mesma, continuando - o rendimento desportivo é influenciado de uma forma positiva ou negativa dependendo do humor da pessoa que o pratica”.

Ou seja, se está triste e se sente frustrado, o melhor é optar por um treino menos forçoso. Se está de bem com a vida, então aproveite para levantar uns quilos mais.

“É importante não transformar o treino diário num acto de sacrifício e aproveitar ao máximo o bem-estar que a prática do desporto proporciona, tentando conciliar o lado físico (melhoria da performance) ao estético (ter um corpo modelado...), sem nunca esquecer o emocional que deve estar sempre bem por estar a praticar um desporto que dá prazer e que proporciona saúde. Se assim não for é porque talvez esteja a praticar uma actividade inadequada. A célebre frase latina ‘mens sana in corpore sano’ ilustra o facto de que o homem sempre sentiu a necessidade de exercitar o corpo para poder alcançar um equilíbrio psíquico completo”, conclui.

Sente-se aborrecido

Um “puxão de orelhas” por parte do chefe pode ser a razão perfeita para passar ao lado do ginásio e ir directamente para o bar mais próximo. Mas, ao invés de se entregar aos maus vícios, pode tirar partido de toda essa hostilidade em proveito próprio.
“Praticar exercício físico ajuda seguramente a combater a depressão, sempre que nos encontramos tristes, mal-humorados, irritados e se conseguirmos ir ao ginásio realizar o nosso treino, todos esses estados se alteram. O pós-treino proporciona sensações de bem-estar e boa disposição”, comenta Marta Simão, master trainer do Health Club Homes Place da Quinta da Fonte.

Tudo isto porque “o exercício físico regular tem bastantes efeitos benéficos na saúde, nomeadamente ao nível psicológico: importante acção anti-depressiva; reduz o estado de ansiedade; melhora a função cognitiva; melhora a auto-estima e a auto-confiança; diminui o stress”, acrescenta a mesma.

Mais pesos: A ira arranca do nosso corpo uma reacção do género “luta ou foge”. Você pode usar essa adrenalina extra para ficar com mais força. Em vez de alternar exercícios diferentes, experimente seleccionar dois ou três movimentos compostos como supino, press de ombros, peso morto ou agachamentos. Acrescente novas séries a cada um deles, aumentando o peso em cada série. Vá tomando consciência da sua forma, de modo a evitar eventuais lesões.

Mais resistência: Se a sua ira não é de agora, o seu corpo pode estar a ressentir-se com essa angústia prolongada, revelando-se demasiado exausto para responder a uma sessão de levantamento de pesos. Tente antes aumentar a intensidade fazendo super-séries de dois ou três exercícios compostos ou seleccione uma região do corpo e execute séries múltiplas de exercícios diferentes.
Desta forma, conseguirá fatigar os músculos mais depressa e aumentar a respiração e a circulação. Diminua os pesos lentamente para evitar as lesões.

Sente-se feliz

Um aumento do ordenado, o convite para uma festa de arromba ou a conquista de uma nova namorada são a desculpa perfeita para levantar os dedos em sinal de vitória. Em vez de ir para os “copos” comemorar com os seus amigos, vá de seguida para o ginásio e dê o melhor de si.

Os resultados são muito animadores e, no lugar de uma valente ressaca, verá a sua auto-estima aumentar ainda mais. “Quando a pessoa está de bom-humor poderá aproveitar o seu estado de espírito para aumentar o rendimento desportivo e aprender novas modalidades de exercícios ou aqueles com maior grau de dificuldade, onde haverá necessidade de um melhor desempenho ou mesmo treinar com mais afinco”, comenta Mariagrazia Marini.

Só com uma perna: O sentimento de felicidade proporciona-lhe um bem-estar geral ideal para experimentar exercícios mais avançados que poderão ajudar a quebrar a sua rotina no ginásio. Experimente todos os exercícios com halteres para a região superior do corpo apoiado numa só perna, ou execute os exercícios sentado numa bola suíça. O seu corpo terá um interregno nos movimentos habituais, ao mesmo tempo que trabalha os músculos normalmente esquecidos.

Experimente algo diferente: Estar de bom-humor por um qualquer motivo torna esse dia propício a experimentar algo novo. É a altura ideal para um exercício mais difícil ou para um intenso treino de cardio.

Sente-se frustrado

A falta de motivação no trabalho ou a segunda derrota consecutiva da sua equipa favorita pode levar o seu cérebro a uma luta demolidora entre neurónios. De acordo com a psicóloga Dra. Mariagrazia Marini, “para evitar a frustração, o melhor é evitar iniciar novas modalidades, optar por treinos de dificuldade média, nos quais a pessoa se sinta segura e capaz de desenvolver e avançar aos poucos.

Sempre iniciando com um treino mais fácil para um mais difícil e terminando com um treino no qual a pessoa esteja habituada e tenha um desempenho bom a excelente.

Após um período de 3-4 semanas a pessoa sentirá os efeitos na sua auto-estima, primeiramente pelo simples motivo de ter conseguido cumprir o objectivo de realizar actividade física e, paralelamente, por sentir os efeitos objectivos como o bem-estar físico, as mudanças estéticas e os bons resultados médicos. Com esse efeito, a pessoa mantém-se estimulada e motivada a manter o programa de actividade física, o que por sua vez influirá positivamente no humor”.

Quando há alguma coisa na sua vida que você não parece capaz de resolver com sucesso por causa de factores exteriores ou por limite das suas próprias capacidades, se levar esse humor para o ginásio, onde o sucesso é medido em números, isso pode ser desastroso. Experimente, por isso, novas tácticas.

Siga a rotina: “Para não criar sentimentos de maior frustração, não deverão ser realizados exercícios e/ou intensidades para as quais o indivíduo não se encontra preparado, pois poderá resultar num mau desempenho e levar a uma frustração ainda maior, para além de criar maior desmotivação face ao treino”, esclarece a master trainer Marta Simão.

Execute apenas os exercícios que você sabe que nunca falha: A maior parte dos homens sabe de antemão quais os exercícios em que são mais fortes ou que conseguem executar da melhor forma. Escolha quatro ou cinco desses movimentos e combine-os. Isso pode evitar uma desistência antecipada.

Troque a ordem: Alterar a ordem dos exercícios pode parecer contraproducente, mas dar-lhe-á um estímulo psicológico. Começar o programa com exercícios isolados (como curls com halteres) quando normalmente os executa depois de os músculos estarem exaustos, faz com que seja mais fácil aumentar os pesos utilizados. Esta mudança pode fazer com que se sinta mais forte do que normalmente, dando-lhe o estímulo psicológico de que necessita para manter o nível de exercícios nesse dia.

Sente-se perdido

Tudo lhe corre mal. Por mais que tente pensar positivo, parece que o azar se apegou a si como uma maldita carraça. “A desmotivação influencia negativamente a performance no treino, no entanto, a sensação de bem-estar e os benefícios que o treino promove irão compensar o estado em que o indivíduo se encontra”, assim refere Marta Simão.

Uma opinião corroborada pela psicóloga clínica, Dra. Mariagrazia Marini: “O exercício físico liberta, no cérebro, substâncias que proporcionam uma sensação de paz e de tranquilidade. São as endorfinas, neuromediadores ligados à génese do bem-estar e do prazer. Por ser um potente libertador de endorfina, o exercício físico cria a boa dependência quando praticado regularmente e faz falta como faria qualquer outra substância associada ao prazer.

É altamente eficaz no combate ao stress e ansiedade e quando é moderado e regular relaxa o corpo e activa o sistema imunitário”. Se o seu caso for de sentimento de desânimo geral, não se assuste, nem tudo está perdido.

Leia com atenção os conselhos da psicóloga: “Para motivar uma pessoa desanimada e triste a praticar exercício físico regular podemos sugerir primeiramente que procure gostar de si. Em seguida deverá escolher uma actividade sentida como prazenteira e agradável com uma dificuldade não excessiva: por exemplo numa escala de 0 a 10, uma dificuldade de escala 7”.

Retarde o ritmo: De acordo com Marta Simão, “Numa fase de alterações constantes do humor em que o stress é evidente, deverá privilegiar-se um treino moderado e aderir a aulas mais calmas tais como: Body Balance, Pilates, Alongamentos, Yoga, etc.”.

Marque as horas: “Essa actividade deve ser praticada no mínimo durante 20 minutos, três vezes por semana. Em 20 minutos de exercício, há tempo suficiente para a liberação de endorfinas no cérebro para proporcionar uma sensação de bem-estar duradoura.

O não sentir a obrigação de treinar por um tempo muito longo, fará com que ela mantenha a constância do treino muito mais facilmente”, aconselha a psicóloga clínica, ao qual acrescenta: “a libertação de endorfina, somada à melhora da auto-estima proveniente da sensação de estar a fazer algo em benefício da própria saúde e bem-estar, provoca um estado de plenitude que experimenta o praticante regular de actividade física.

Na fase de adaptação mais importante do que perder peso ou ficar mais forte é o bem-estar da pessoa”.

Sente-se nervoso

Os homens ficam nervosos por várias razões – antes de um discurso em público, antes de uma tacada de golfe ou de um encontro romântico/sexual. Dependendo da situação, o nervosismo pode advir de factores positivos ou negativos, por isso há que ajustar o exercício físico em função disso.

“Quando a pessoa se encontra num estado de nervosismo e de maior ansiedade podemos aconselhar um treino inovador com exercícios físicos que exijam mais atenção ou maior dispêndio de energia como: exercícios em grupo, exercícios variados, intercalando aeróbios e anaeróbios, ou mais movimentados como Jump Fit, aulas de Spinning, Figth-Do, Swiss Ball, etc.”, aconselha a Dra. Mariagrazia Marini, alertando: “os exercícios monótonos e sem criatividade podem levar a pessoa a uma maior exaustão e desinteresse. Outra prática que ajuda é tornar mais alegre o treino através de músicas animadas, vídeos, etc.”.

Treine com energia: Se está a tentar reduzir a ansiedade, é aconselhável manter-se afastado dos pesos. Há estudos que demonstram que o levantamento de pesos pode, por vezes, aumentar os níveis de ansiedade até 1 hora depois, enquanto que o exercício aeróbio pode levar os níveis de ansiedade até muito abaixo da linha de base.
Além disso, o facto de não necessitar de ser demasiado criativo enquanto levanta os halteres faz com que tenha mais tempo para pensar nas razões que o levaram a sentir essa ansiedade.

Arranje um foco de atenção: Se quer esquecer os problemas que o apoquentam, arranje uma forma de desviar os pensamentos que atraiçoam a sua atenção enquanto treina. Siga as indicações da master trainer do Holmes Place: “Para que o treino resulte, o desempenho do indivíduo deverá ser excelente e para isso será necessário que exista um foco total no trabalho a realizar.

Todos os pensamentos negativos deverão ser ‘desviados’ e substituídos por outros que estejam intimamente relacionados com as acções que estão a ser realizadas, ou seja, focar na carga a levantar, nas repetições a realizar, na velocidade da marcha, da corrida, de pedalar, etc.”.

FONTE:    

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Saúde - Fiscalização apertada

Doentes com baixa por mais de 30 dias serão chamados para junta médica

As baixas de longa duração vão ser alvo de uma fiscalização mais apertada ao longo deste ano. O ministro do Trabalho e Solidariedade Social diz que três em cada quatro baixas vão ser controladas.

O cerco aperta-se em torno das baixas fraudulentas e quem estiver de baixa por doença por mais de 30 dias será convocado para ser observado por juntas médicas.

O ministro do Trabalho e Solidariedade Social, Vieira da Silva, garante que a articulação informática entre o Sistema Nacional de Saúde e o da Segurança Social é decisiva neste controlo. O cruzamento de dados já é possível em cerca de três quartos do território nacional.

No ano passado foram fiscalizados cerca de 117 mil utentes e a Segurança Social poupou quase 9,5 milhões de euros. Para 2007, o Governo prevê fiscalizar cerca de 195 mil beneficiários do subsídio de doença.

in www.sic.sapo.pt 

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Sexta-feira, 2 de Março de 2007

Saúde - Tabaco proibido em bares, restaurantes e discotecas

E à terceira foi de vez. O Governo aprovou ontem em Conselho de Ministros a nova legislação sobre o tabaco. A terceira versão, que surge quase um ano depois da proposta de lei inicial, proíbe o fumo em restaurantes, bares e discotecas com menos de cem metros quadrados e dá a possibilidade aos estabelecimentos com uma área superior de criar salas de fumo, desde que não ultrapassem 30% do total.

O projecto será agora remetido à Assembleia da República. E, depois de aprovada a lei, haverá um período de um ano para os estabelecimentos se adaptarem. O Ministério da Saúde chegou a admitir que este tempo poderia ser de alguns anos, ou mesmo que seria dada a opção aos proprietários de escolherem se teriam fumadores ou não dentro das suas instalações. Mas acabou por decidir pela versão inicial, mais restritiva. Isto porque, de acordo com o ministro da Saúde Correia de Campos, não faria sentido apontar para a entrada em vigor da lei depois do fim da legislatura do Governo.

De acordo com os dados da Associação Portuguesa de Restauração e Similares, mais de 90% dos estabelecimentos existentes no País têm menos de cem metros quadrados (cerca de 81 mil). O que deixa aos consumidores de tabaco apenas a pos- sibilidade de fumar em 10% dos restaurantes, e isto se os proprietários optarem por criar salas de fumo.

No caso dos locais de trabalho, poderão também ser criadas salas para fumadores, tal como nos centros comerciais, desde que respeitem as regras para uma circulação de ar autónoma. A restrição total do tabaco é aplicada às instituições da administração pública, como as de ensino e de saúde, transportes públicos e estabelecimentos frequentados por menores. Nas instituições de ensino, apenas as do superior poderão criar espaços para fumadores.

Ontem, em conferência de imprensa, o ministro afirmou que há dois grandes objectivos com a proposta. Proteger os não fumadores (que são cerca de 70% da população) e os mais jovens. Por isso, confirma-se a restrição de venda a menores de 18 anos e a existência de um maior controlo da compra de maços nas máquinas automáticas, que terão de ter bloqueadores que obriguem os r esponsáveis a saber previamente a quem vendem tabaco.

A proposta de lei integra também novas regras para os maços de cigarros, com mensagens e imagens a alertarem para os perigos nefastos para a saúde do consumo destes produtos.

E quem fiscaliza a aplicação da nova lei? Segundo o ministro, todos nós. "Certamente há coimas, mas as sanções serão sociais", disse. Ou seja, os não fumadores ficarão com a responsabilidade de denunciar as infracções.

De acordo com o ministro, uma vez licenciadas as salas de fumo - em restaurantes, nos postos de trabalho ou nos outros locais onde será possível instalá-las - "passa a haver um controlo social implícito dos 70% da população que não é fumadora". "Não estamos numa sociedade infantil, estamos numa sociedade adulta", disse. O ministro não quis especificar as coimas que estão previstas, nem se serão aplicadas aos prevaricadores ou aos proprietários dos estabelecimentos.

Cabe agora à Assembleia da República iniciar o processo legislativo que colocará Portugal em sintonia com a linha de países como os EUA, Irlanda, Itália ou Inglaterra, que já proibiram o fumo nos locais públicos, em nome da saúde.

Rute Araújo in www.dn.sapo.pt

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Quarta-feira, 28 de Fevereiro de 2007

Saúde - Tabaco: número de fumadores caiu 32% desde 1996

TabacoO consumo de tabaco está a decrescer em Portugal. A edição 2006 do estudo Consumidor da Marktest contabilizou 1 391 mil fumadores, um número que representa 16,7% do universo composto pelos residentes no Continente com 15 e mais anos.

Este número tem evidenciado uma tendência de descida nos últimos 10 anos. Em 1996, o estudo Consumidor mostrava que 22,1% dos residentes no Continente era fumador, um valor 32% acima do agora verificado.

Verifica-se através desta pesquisa que o hábito tabagista é muito heterogéneo entre a população, sendo ao nível da idade e da ocupação que mais diferenças se registam, mas o género e a classe social também apresentam diferenças significativas.

Entre os homens, a taxa de fumadores é mais do dobro da observada junto das mulheres, respectivamente 22,8% e 11,2%.

Os jovens dos 15 aos 17 anos são os que apresentam o valor mais baixo. Mesmo assim, 4% dos jovens desta idade diz fumar. Entre os 18 e os 24 anos há 20,3% de fumadores, um número que aumenta gradualmente até aos 24,8% observados junto dos indivíduos dos 35 aos 44 anos, o grupo onde mais indivíduos declaram ter este hábito, para baixar gradualmente a partir desta idade, até atingir os 5,5% junto dos idosos com mais de 64 anos.

Entre as regiões são observadas menores diferenças, embora os residentes na Grande Lisboa se destaquem dos restantes, com taxas bastante acima da média, 23,3%. Os residentes no Grande Porto também registam um valor acima da média, 18,9%. Todas as outras regiões apresentam valores abaixo desta média e aproximados entre si.

Na análise da ocupação a heterogeneidade de comportamentos é igualmente muito evidenciada. Os empregados do comércio, serviços e administrativos são os que mais se destacam, pois 27,4% deles são fumadores. Com valores mais próximos, oscilando entre 21,7% e 23,5% estão as outras ocupações activas, sendo os inactivos (reformados, estudantes e domésticas) os que apresentam valores mais abaixo da média.

Nas classes sociais, os valores oscilam entre os 24,5% de fumadores entre as classes alta e média alta e os 7,2% junto dos indivíduos da classe baixa.

in www.sapo.pt

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Saúde - Alimentação na gravidez: investimento na vida, suplementos minerovitamínicos

A gravidez é sempre uma altura de grandes emoções, mas deve igualmente ser uma época de preocupações, quer em relação à futura mãe, como relativamente ao bebé. É, indiscuti­velmente, uma situação em que mais vale prevenir!

«A maioria das dietas que consumimos actualmente são deficientes em vitaminas e minerais e, por isso, precisamos de suplementos adequados para compensarmos essas deficiências.»

«Esta situação assume uma particular importância nas mulheres grávidas, porque os bebés alimentam-se das suas mães, logo, elas têm de ter uma alimentação saudável e equilibrada», defende o Prof. Louis Gerald Keith, um dos maiores especialistas mundiais em gravidez.

Esta foi uma das principais ideias que o professor de Obstetrícia e Ginecologia deixou patente num colóquio, organizado pela Prisfar e pela Vitabiotics, onde se abordaram temas como «A Mulher, a Gravidez e a Menopausa».

Suplementos minerovitamínicos

«Normalmente existem problemas de nutrição nas grávidas, que podem carretar consequências mais ou menos graves, não só para a mãe, como para o feto.»

«As deficiências nutricionais atingem uma grande parte das grávidas, de tal modo que 9 em cada 10 desenvolvem anemias e há, igualmente, muitos casos de hemorragias, o que se traduz num sangramento excessivo no período pós-parto», alertou o especialista norte-americano.

A toma regular de um suplemento minerovitamínico, preferencialmente desde o momento em que a mulher começa a planear a sua gravidez até ao final da amamentação, atravessando todo o período de gestação, pode, e em muitos casos deve mesmo ser, uma opção a ser considerada seriamente pela futura mãe.

A ingestão de alguns elementos essenciais, como ácido fólico, magnésio, ferro, cobre, zinco e iodo, entre outros, potenciará uma gravidez mais segura, bem como o saudável e harmonioso desenvolvimento do feto.

Segundo Louis G. Keith, «a própria UNICEF já assumiu, recentemente, que a multissuplementação é a opção mais adequada para prevenir o aparecimento de eventuais problemas de nutrição nas grávidas e nos recém-nascidos».

«Alguns estudos demonstram mesmo que, entre mães que tomaram suplementos e as que não tomaram, pode resultar um decréscimo de 22% no número de bebés com baixo peso à nascença (menos de 2,5 quilogramas)».

Os inúmeros benefícios da suplementação específica para a gravidez são evidentes e reflectem-se na saúde da mãe e do bebé.

in www.sapo.pt

 Texto de Rui Miguel Falé        A responsabilidade científica desta informação é da

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Saúde - Vitaminas A, E ou betacaroteno podem encurtar a vida

Estudo contradiz ideia de boa saúde associada a estes complementos alimentares 

Tomar vitaminas A, E ou betacaroteno pode encurtar a vida, segundo uma análise cruzada de vários estudos publicados, que vêm contradizer a ideia de boa saúde associada a estes complementos alimentares.

      A ingestão de complementos de vitaminas A, E ou de betacaroteno está ligada a um aumento de cinco por cento dos riscos de mortalidade, demonstram os resultados de 47 ensaios clínicos que abrangeram 180.938 participantes, conclui Goran Bjelakovic do Centro de Pesquisa Clínica do Hospital Universitário de Copenhaga, na Dinamarca.

      A sua investigação, conduzida a partir de bancos de dados electrónicos e de dossiers médicos individuais, surge no Jornal da Associação Médica Norte-Americana datado de 28 de Fevereiro.

      O consumo de vitaminas E, de betacaroteno e de vitaminas A está associado a um aumento do risco de mortalidade, respectivamente de quatro, sete e 16 por cento. Não existe qualquer acréscimo de risco com a vitamina C ou com o selénio, indicam os investigadores.

      "A nossa análise sistemática mostra que o betacaroteno e as vitaminas A e E, tomadas separadamente ou combinadas com outros anti-oxidantes, aumentam de forma significativa os riscos de mortalidade, sublinha Bjelakovic, principal autor da investigação.

      "Também não há, nestes ensaios, qualquer indicação clínica que mostre que a vitamina C pode acrescer a longevidade ou ter efeitos nefastos para a saúde", acrescentam os investigadores, que sublinham que "por seu lado, o selénio parece reduzir a mortalidade".

in www.sapo.pt

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Sexta-feira, 16 de Fevereiro de 2007

Saúde - Sabe quanta proteína precisa por dia?

Em geral, precisamos entre 0.8 g e 1.0 g de proteína por cada quilograma do nosso peso.

Por exemplo, uma pessoa com um nível de actividade sedentário,
leve (actividade física 1-2 x por semana),
moderadamente activo (3-4x por semana),
e que pese 60 kg, precisa entre 48 - 60 g de proteína diariamente, bastando as 48 g e não devendo exceder as 60 g, por sistema.
 
Saiba que os alimentos tipicamente ricos em proteína são também ricos em gordura...
 

Sabe que alimentos deve ingerir para ter fontes adequadas de proteínas?

As proteínas são compostas por elementos chamados amino ácidos, e são necessárias para uma boa saúde. Há dois tipos de proteínas: completas e incompletas. As completas contêm todos os amino acidos em quantidades suficientes para a uma boa saúde e encontram-se nos produtos de origem animal (peixe, ovos, iogurtes, etc.), com a excepção da soja que é de origem vegetal (rebentos de soja, tofu, etc.)

As proteínas incompletas contêm todos os amino ácidos mas não em quantidades adequadas; geralmente falta-lhes um amino acido em quantidade suficiente. Exemplos de proteínas incompletas são os cereais (arroz, trigo, centeio), as leguminosas (grão, feijão, amendoíns, etc.), as sementes (de girassol, pevides, etc.) e as oleaginosas (amêndoas, etc.).

Alimentos

200 g carne vermelha

100 g atum escorrido (1 lata)

85 g de pescada

6 colheres sopa feijão cozido

100 g de arroz cozinhado

dose 30 g de All Bran Flakes

200 ml leite

200 ml bebida de soja

Fruta, 100 g em média

Teor de proteína

60 g

24 g

20 g

6 g

3 g

3 g

6 g

7 g

1 g

Precisamos de ingerir sempre alimentos variados para que diversas fontes contribuam, no final do dia, para um nível suficiente de proteínas completas.

No caso dos vegetarianos que não ingiram carne/peixe/aves/ovos, nem leite e derivados, isto é crucial. A boa notícia é que não temos de comer produtos animais para obtermos proteínas completas na nossa alimentação.
Basta ingerir duas proteínas incompletas (ex: arroz + feijão) ou uma incompleta e uma completa (ex: cereais + leite) para obtermos todos os amino ácidos nas quantidades adequadas. Há que, então, saber complementar as proteínas.

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publicado por paulozananar às 18:13
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Saúde - Pé de atleta

Como se "apanha"

Estima-se que cerca de 21% da população adulta possa ser afectada por pé de atleta.

O nome ‘pé de atleta’ deve-se ao facto de esta forma de dermatomicose afectar com frequência os desportistas.
De entre os principais sintomas do pé de atleta destacam-se:

  • Prurido (comichão),
  • Dor,
  • Maceração, descamação e gretas interdigitais,
  • Descamação, secura e ou fissuras nos bordos laterais dos pés,
  • Inflamação e rubor da pele.

Se a pele não for tratada pode continuar a abrir fissuras e gretas, podendo levar a um grande desconforto e dor, bem como a um cheiro desagradável.

Uma das complicações mais frequentes do pé de atleta é o contágio do fungo nas unhas, que pode ocorrer se o problema não for tratado.

Esta alteração nas unhas chama-se onicomicose e leva à alteração da cor, trajecto, espessura e formato da unha. Nestas situações deve ser tratada por um podologista.
Manifesta-se na população em geral, sendo mais frequente nos homens do que nas mulheres.

Embora o nosso corpo seja capaz de resistir a infecções fúngicas, ocasionalmente, quando as condições são propícias, os fungos desenvolvem-se e atacam a nossa pele, originando o pé de atleta.

É mais frequente o contágio em locais como piscinas e balneários públicos, ou através do uso de toalhas mal lavadas ou contaminadas.

O ambiente quente, húmido, fechado e escuro que algum calçado proporciona também é favorável ao desenvolvimento dos fungos (como é o caso de sapatilhas ou ténis de desporto), que facilmente penetram na nossa pele.

 Sinais e sintomas

 De entre os principais sintomas do pé de atleta destacam-se:

  • Prurido (comichão),
  • Dor,
  • Maceração, descamação e gretas interdigitais,
  • Descamação, secura e ou fissuras nos bordos laterais dos pés,
  • Inflamação e rubor da pele.

Se a pele não for tratada pode continuar a abrir fissuras e gretas, podendo levar a um grande desconforto e dor, bem como a um cheiro desagradável.

Uma das complicações mais frequentes do pé de atleta é o contágio do fungo nas unhas, que pode ocorrer se o problema não for tratado.

Esta alteração nas unhas chama-se onicomicose e leva à alteração da cor, trajecto, espessura e formato da unha. Nestas situações deve ser tratada por um podologista.

 Como prevenir

  • Existem hábitos que devem fazer parte do nosso dia a dia para prevenir o aparecimento das micoses:
  • Lave os pés todos os dias, com água e sabão neutro;
  • Seque cuidadosamente os pés e os espaços entre os dedos, sem esfregar ou irritar a pele;
  • Observe diariamente os pés para detectar precocemente alguma alteração da pele e unhas;
  • Troque de meias todos os dias;
  • Use meias de algodão ou outras fibras naturais, que ajudam os pés a respirar e a manterem-se frescos.
  • Alterne os sapatos, para que estejam bem secos e arejados quando os calçar novamente;
  • Use sapatos confortáveis e de fibras naturais;
  • Não partilhe toalhas, meias ou sapatos de outras pessoas;
  • Nunca ande descalço em piscinas, balneários ou locais públicos;
  • Se transpira muito dos pés, use um pó que controle a transpiração; este poderá ser aconselhado pelo seu podologista, especificamente para o seu caso.
  • Observe os seus pés regularmente e trate o pé de atleta precocemente para evitar a sua expansão.

Como tratar

Para prevenir e evitar ter pé de atleta é importante seguir os conselhos de prevenção e fazer com que se tornem hábitos do dia a dia.

Se observa algum dos sinais ou sintomas apresentados, provavelmente tem pé de atleta e deve tratá-lo rapidamente. Para isso deve consultar um podologista que lhe indicará qual o melhor tratamento a seguir.

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publicado por paulozananar às 16:07
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